Quem Tem Diabetes Pode Tomar Amoxicilina? - Hospital da Mulher e Maternidade Santa Fé

Quem Tem Diabetes Pode Tomar Amoxicilina
Quem é diabético pode tomar Amoxicilina? Caso você seja diabético, o uso da amoxicilina pode alterar a dosagens de glicemia. Antes de fazer o teste, comunique a seu médico ou ao laboratório o uso da medicação. Em casa, coloque em prática as seguintes dicas: Fique atento à validade do medicamento, que é de 24 meses.
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Quem tem diabetes pode tomar amoxicilina comprimido?

Diabéticos: amoxicilina suspensão contém açúcar em sua formulação, portanto, não deve ser utilizada por pacientes diabéticos.
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Quem tem diabete pode tomar o antibiótico?

Pacientes com diabete devem estar alertas para o uso de antibióticos Antibióticos usados com frequência são prejudiciais à saúde em qualquer indivíduo, mas nos diabéticos os danos podem ser maiores 29/04/2019 – Publicado há 4 anos Por O diabete pode diminuir a habilidade de o corpo combater infecções e, por consequência, aumenta o crescimento de bactérias e o risco de outras contaminações.

O boletim Pílula Farmacêutica desta semana fala sobre os impactos do uso de antibióticos por pessoas com diabete. Antibióticos usados com frequência são prejudiciais à saúde em qualquer indivíduo, mas nos diabéticos os danos podem ser maiores. O fígado, que é o responsável pela metabolização dos medicamentos, pode sofrer lesões por estar mais vulnerável a doenças na presença do diabete.

O uso de antibióticos para tratar infecções pode abrir portas para a proliferação de outras bactérias, por exemplo, a candidíase, que se reproduz mais facilmente quando as bactérias vaginais sofrem com a ação dos antibióticos. A microbiota intestinal também sofre efeito parecido, que fica desequilibrada e causa novas inflamações, afetando a absorção da insulina.
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Quem não pode tomar amoxicilina?

Risco do medicamento: o uso de amoxicilina é contra-indicado a pacientes com história de reações alérgicas e hipersensibilidade às penicilinas; doenças gastrintestinais; mononucleose infecciosa; disfunção renal; na presença de gravidez e lactação. O medicamento não deve ser utilizado durante a gravidez e a lactação.
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Para que é indicado o remédio amoxicilina?

Amoxicilina combate infecções causadas por bactérias que podem se manifestar nos pulmões (pneumonia e bronquite), nas amígdalas (amigdalite), nos seios da face (sinusite), no trato urinário e genital, na pele e nas mucosas.
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Qual o efeito do remédio amoxicilina?

A amoxicilina é um antibiótico com baixa taxa de efeitos colaterais. Em geral, menos de 3% dos pacientes precisam suspender o tratamento devido a efeitos adversos. Entre os efeitos colaterais mais comuns estão a diarreia, cólicas, náuseas, rash de pele, candidíase vaginal e urticária.
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Qual antibiótico aumenta a glicose?

Seis vilões do índice glicêmico O açúcar no sangue aumenta à medida que seu corpo trabalha para combater uma doença. Alguns medicamentos, como antibióticos, descongestionantes que contêm pseudoefedrina ou fenilefrina, corticosteróides (como a prednisona), diuréticos e antidrepessivos também podem elevar a taxa de glicose do sangue.
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O que usar no lugar de amoxicilina?

Princípio Ativo: amoxicilina

Referência Princípio Ativo Similar Equivalente
Amoxil amoxicilina Uni Amox
Amoxil amoxicilina Velamox
Amoxil amoxicilina Velamox
Amoxil BD amoxicilina Atak

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Qual a fruta que contém antibiótico?

Quem Tem Diabetes Pode Tomar Amoxicilina Os antibióticos têm um papel importante na medicina. Quando o sistema imunológico está sobrecarregado, eles podem ser muito úteis. No entanto, embora mais de uma centena de diferentes antibióticos tenham sido desenvolvidos desde a descoberta da penicilina, em 1928, as infecções ainda nos afligem.

O problema é que as pessoas abusam do consumo de antibióticos e, como resultado, muitas bactérias terminam criando resistência a eles. Os antibióticos podem ser a salvação, em alguns casos, quando usados apropriadamente. No entanto, o uso excessivo ou inadequado deles pode causar problemas de saúde generalizada.

O que fazer para evitar esse problema? Consumir alimentos que são verdadeiros antibióticos naturais e que não oferecem risco de saúde nem de criar superbactérias. Esses antibióticos naturais devem ser usados de forma regular numa rotina que visa à prevenção.

Os antibióticos que você compra na farmácia existem há menos de cem anos, enquanto os antibióticos naturais têm sido usados ​​por mais de 2.000 anos. O uso adequado dos antibióticos naturais pode não só inibir infecções bacterianas, virais e fúngicas, mas também minimizar a necessidade de antibióticos farmacêuticos, com seus efeitos secundários adversos.

Mas, como dissemos, eles precisam ser consumidos regularmente para formar uma proteção real. É preciso entender que a ação de um remédio natural é lenta e gradativa, porém com baixíssima taxa de risco. Selecionamos o que, no nosso entendimento, são os sete melhores antibióticos naturais.

  • Eis a relação como os sete mais poderosos antibióticos naturais.
  • 1. Cúrcuma

Para muitos, nenhum outro alimento tem atividade antibiótica maior que a cúrcuma (açafrão-da-terra). Os indianos já sabem disso e a usam há milhares de anos para combater dor de garganta e outras infecções. Consuma cúrcuma (se possível combinada com pimenta-do-reino) e sentirá uma maior resistência do seu corpo.2.

  1. 3. Mel
  2. O mel é especial para combater infecções e suas enzimas ajudam a eliminar as bactérias.
  3. 4. Alho

O alho tem forte ação antibiótica e uma grande quantidade de antioxidantes. Ele elimina as bactérias que estão alojadas no nosso sangue e ajuda a manter nosso sistema imunológico forte.

  • 5. Cebola
  • Graças à sua elevada percentagem de enxofre e flavonóides, é excelente para problemas respiratórios, como gripe, bronquite e faringite.
  • 6. Gengibre

O gengibre é muito potente para combater infecções e aliviar dores. Você pode tomá-lo como chá ou adicioná-lo em sucos.7. Alecrim O alecrim é outro potente antibiótico natural. Ele possui intensa atividade bactericida, além de propriedades antivirais. O chá de alecrim ajuda a combater os germes que podem invadir o organismo e causar infecções. Via
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Qual a fruta que tem antibiótico?

Consumo de cranberry torna os tratamentos com antibióticos mais efetivos Quem Tem Diabetes Pode Tomar Amoxicilina Cranberry é uma fruta conhecida por suas propriedades antioxidantes (Foto: Getty Images/ Reprodução) As cranberries são muito indicadas para o tratamento e prevenção de infeccções bacterianas, principalmente urinária. Agora, um novo estudo publicado na revista acadêmica Advanced Scice aponta que a ingestão da tem o poder de melhorar a eficácia dos remédios antibióticos.

Realizado por pesquisadores da Universidade McGill, no Canadá, o estudo aponta que as bactérias que causam infecções se tornam mais sensíveis a um tratamento antibiótico devido à presença do extrato de cranberry. Isso faz com que os protocolos tenham melhor desempenho. A sensibilidade cresce devido às moléculas de proantocianidinas, presentes também nos mirtilos.

“Existem mais tipos de proantocianidinas e elas podem trabalhar juntas para chegar a esse resultado. Nós precisamos fazer mais pesquisas para determinar quais são os ativos com mais sinergia aos antibióticos”, afirma Éric Déziel, professor de microbiologia do Institut national de la recherche scientifique (INRS), no Quebec, e co-autor do estudo.
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Quem tem diabete pode tomar qual remédio pra dor?

Dada a conexão entre diabetes, pressão alta, risco cardiovascular e doenças renais TYLENOL ® pode ser o analgésico seguro para você.
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Quem tem diabetes tipo 2 pode tomar cefalexina?

Contra-indicação – A cefalexina monoidratada é contraindicada para pacientes alérgicos às cefalosporinas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. A cefalexina monoidratada é um medicamento classificado na categoria de risco B na gravidez.
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Sou diabética posso tomar cefalexina?

Contraindicações –

Drágeas

Cefalexina é contraindicada para pacientes alérgicos às cefalosporinas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Cefalexina está classificada na categoria B de risco na gravidez.

Pó para suspensão oral – gotas

Cefalexina é contraindicada para pacientes alérgicos às cefalosporinas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Cefalexina é um medicamento classificado na categoria de risco B na gravidez. ATENÇÃO: Este medicamento contém açúcar, portanto deve ser usado com cautela em portadores de diabetes.

Suspensão oral

Cefalexina é contraindicada para pacientes alérgicos às cefalosporinas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. KEFLEX® é um medicamento classificado na categoria de risco B na gravidez. ATENÇÃO: Este medicamento contém açúcar, portanto deve ser usado com cautela em portadores de diabetes.
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Quem tem diabetes pode tomar cloridrato de ciprofloxacino?

Bula do Ciprofloxacino para o Paciente BULA COMPLETA DO CIPROFLOXACINO PARA O PACIENTE

  • BULA PACIENTE
  • CIPROFLOXACINO GENÉRICO
  • HALEX ISTAR
  • SOLUÇÃO INJETÁVEL
  • 2 mg/mL
  • IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
  • Ciprofloxacino
  • FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES:
  • Solução injetável 2mg/mL. Bolsa plástica de 100ml
  • Solução injetável 2mg/mL. Bolsa plástica de 200ml
  • SISTEMA FECHADO – ISTARBAG®
  • (PVC)
  • VIA DE ADMINISTRAÇÃO: INTRAVENOSA
  • USO ADULTO
  • COMPOSIÇÃO:
  • Cada mL da solução contém:

Ciprofloxacino (D.C.B.: 02137).2mg Excipientes: ácido lático, cloreto de sódio, hidróxido de sódio, ácido clorídrico e água para injetáveis. A solução contém em mEq por litro: Sódio.154 mEq/L Cloreto.154 mEq/L

  1. pH: 3,5 a 4,6
  2. Osmolaridade: 308 mOsmol/L
  3. INFORMAÇÕES AO PACIENTE:

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO? As indicações de Ciprofloxacino são as seguintes: ciprofloxacino Medicamento genérico – Lei nº 9.787 de 1.999

  • Adultos:
  • Para o tratamento de infecções complicadas e não complicadas causadas por microrganismos sensíveis ao
  • ciprofloxacino:

– do trato respiratório. Muitos dos microrganismos, p. ex. Klebsiella, Enterobacter, Proteus, E. coli,

  1. Pseudomonas, Haemophilus, Moraxella, Legionella e Staphylococcus reagem com muita sensibilidade ao
  2. Ciprofloxacino A maioria dos casos de pneumonia que não necessitam de tratamento hospitalar é causada por
  3. Streptococcus pneumoniae. Nesses casos, Ciprofloxacino não é o medicamento de primeira escolha;
  4. – do ouvido médio (otite média) e dos seios paranasais (sinusite), especialmente se causadas por Pseudomonas
  5. ou Staphylococcus;
  6. – dos olhos;
  7. – dos rins e/ou do trato urinário eferente;
  8. – dos órgãos reprodutores, inclusive inflamação dos ovários e das tubas uterinas (anexite), gonorreia e infecções
  9. da próstata (prostatite);
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– da cavidade abdominal (p. ex. do trato gastrintestinal, do trato biliar e do peritônio);

  • – da pele e de tecidos moles;
  • – dos ossos e articulações.
  • Infecção generalizada (septicemia).
  • Infecções ou risco de infecção (profilaxia) em pacientes com sistema imunológico comprometido, por exemplo,
  • pacientes em tratamento com medicamentos que inibem as defesas imunológicas naturais do organismo ou
  • pacientes com número reduzido de glóbulos brancos do sangue.
  • Descontaminação intestinal seletiva em pacientes sob tratamento com imunossupressores.Ciprofloxacino não é
  • eficaz contra Treponema pallidum (causador da sífilis).
  • Crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos
  • Para infecção aguda na fibrose cística (distúrbio metabólico hereditário que aumenta a produção e a viscosidade
  • das secreções nos brônquios e no trato digestivo) causada por P. aeruginosa se não houver possibilidade de

outros tratamentos injetáveis mais eficazes. Não se recomenda Ciprofloxacino para outras indicações. Antraz por inalação (após exposição) em adultos e crianças Para terapia imediata e para tratamento de antraz após inalação de bacilos de antraz (Bacillus anthracis).2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

  1. O cloridrato de ciprofloxacino é um antibiótico que atua como antibacteriano já que impede a síntese de DNA
  2. de uma bactéria porque pertence ao grupo das quinolonas responsáveis por bloquear a reprodução de bactérias e
  3. dessa forma combater infecções.
  4. O ciprofloxacino é rapidamente absorvido a partir do trato gastrointestinal. A absorção pode ser retardada pela
  5. presença de alimentos, mas não é substancialmente afetada.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

  • Não use Ciprofloxacino nas seguintes situações:
  • – alergia (hipersensibilidade) à substância ativa ciprofloxacino, aos medicamentos contendo outras quinolonas
  • ou a qualquer componente da fórmula. Sinais de alergia podem incluir coceira, vermelhidão na pele, dificuldade
  • para respirar ou inchaço das mãos, garganta, boca e pálpebra;
  • – uso concomitante de tizanidina (um relaxante muscular).
  • – uso concomitante de teofilina, ou outros produtos que contenham cafeína.
  • Usando estes medicamentos em conjunto pode aumentar os riscos de efeitos colaterais mais graves.
  • Idosos
  • Estudos apropriados realizados até o momento não demonstraram problemas geriátricos específicos que
  • limitem a utilidade da injeção ciprofloxacina em idosos. No entanto, os pacientes idosos são mais
  • propensos a ter problemas cardíacos ou renais relacionadas com a idade, ou desenvolver problemas de
  • tendões (incluindo ruptura de tendão), que podem exigir precaução em pacientes que receberam injeção
  • de ciprofloxacina.
  • Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
  • do cirurgião-dentista.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

  1. Advertências
  2. Para o tratamento de infecções graves, infecções por Staphylococcus e infecções por bactérias anaeróbias, o
  3. ciprofloxacino deve ser utilizado em associação a um antibiótico apropriado.
  4. O ciprofloxacino não é recomendado para o tratamento de pneumonia causada por Streptococcus pneumoniae
  5. devido à eficácia limitada contra este agente bacteriano.
  6. As infecções dos órgãos genitais podem ser causadas por isolados de Neisseria gonorrhoeae resistentes à
  7. fluoroquinolona. É muito importante obter informações locais sobre a prevalência de resistência ao
  8. ciprofloxacino e confirmar a sensibilidade por meio de exames laboratoriais.
  9. O ciprofloxacino está associado a casos de prolongamento do intervalo QT (uma alteração do

eletrocardiograma) (veja “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). As mulheres podem ser

  • mais sensíveis aos medicamentos que prolonguem o QTc, uma vez que tendem a ter um intervalo QTc basal
  • mais longo em comparação aos homens. Pacientes idosos podem também ser mais sensíveis aos efeitos
  • associados ao medicamento sobre o intervalo QT. Deve-se ter cautela ao utilizar ciprofloxacino junto com
  • medicamentos que podem resultar em prolongamento do intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos de classe III
  • ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos macrolídeos, antipsicóticos) ou em pacientes com fatores de risco
  • para prolongamento QT ou “torsade de pointes” (uma alteração específica do eletrocardiograma), por exemplo,
  • síndrome congênita do QT longo, desequilíbrio eletrolítico (sais do organismo) não corrigido, como hipocalemia
  • (baixo nível de potássio no sangue) ou hipomagnesemia (baixo nível de magnésio no sangue) e doença cardíacas
  • como insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio ou bradicardia (ritmo dos batimentos cardíacos muito lento).
  • Em alguns casos podem ocorrer reações alérgicas e de hipersensibilidade após uma única dose. Informe
  • imediatamente seu médico. Em casos muito raros, pode ocorrer inchaço da face, garganta e dificuldade para
  • respirar, podendo progredir para choque, com risco para a vida, às vezes após a primeira administração. Nesses
  • casos, pare imediatamente o uso de Ciprofloxacino e informe seu médico.
  • Se ocorrer diarreia grave e persistente durante ou após o tratamento, deve-se consultar o médico, pois esta pode
  • ser sinal de doença intestinal séria, com possível risco para a vida (colite pseudomembranosa), que exige

tratamento imediato. Você deve parar de usar Ciprofloxacino e procurar atendimento médico. Não tome

  1. antidiarreicos e fale com seu médico.
  2. Casos de problemas no fígado (necrose hepática e insuficiência hepática) com risco para a vida têm sido
  3. relatados com Ciprofloxacino. No caso de qualquer sinal e sintoma de doença no fígado (como anorexia
  4. (diminuição do apetite), icterícia (coloração amarelada da pele), urina escura, prurido (coceira) ou abdômen
  5. tenso) pare imediatamente o uso de Ciprofloxacino e informe seu médico.
  6. Pode ocorrer aumento temporário das enzimas do fígado (transaminases e fosfatase alcalina) ou icterícia
  7. colestática (cor amarelada da pele decorrente do acúmulo de pigmentos biliares), especialmente em pacientes
  8. que já apresentaram alguma doença no fígado, que foram tratados com Ciprofloxacino (veja “Quais os males

que este medicamento pode me causar?”).

  • Ciprofloxacino deve ser utilizado com cautela em pacientes com miastenia grave (doença muscular) porque os
  • sintomas podem ser exacerbados.
  • Podem ocorrer tendinite e ruptura de tendão (predominantemente do tendão de Aquiles) com Ciprofloxacino,
  • algumas vezes bilateral, mesmo dentro das primeiras 48 horas de tratamento. Podem ocorrer inflamação e
  • ruptura de tendão mesmo até vários meses após a descontinuação da terapia com Ciprofloxacino. O risco de
  • doença nos tendões pode estar aumentado em pacientes idosos ou pacientes tratados concomitantemente com
  • corticosteroides.
  • Na suspeita de inflamação de tendão, deve-se parar imediatamente o uso de Ciprofloxacino e consultar o médico
  • e o membro acometido deve ser mantido em repouso evitando esforço físico, até avaliação médica.
  • Ciprofloxacino deve ser usado com cautela nos pacientes com antecedentes de distúrbios de tendão relacionados
  • a tratamentos com quinolonas.
  • Ciprofloxacino, assim como outros medicamentos da mesma classe, é conhecido por desencadear convulsões ou
  • diminuir o limiar convulsivo.
  • Caso sofra de epilepsia, tendência a convulsões ou tenha apresentado convulsões no passado, redução do fluxo
  • sanguíneo cerebral, traumatismo craniano ou antecedente de derrame, Ciprofloxacino deve ser administrado
  • somente se os benefícios do tratamento forem superiores aos possíveis riscos. Esses pacientes correm risco de
  • efeitos indesejáveis no sistema nervoso central.
  • Casos de estados epilépticos têm sido relatados. Se ocorrerem convulsões pare imediatamente o uso de
  • Ciprofloxacino e informe o médico.
  • Podem ocorrer reações psiquiátricas após a primeira administração de fluoroquinolonas, incluindo
  • ciprofloxacino.
  • Em casos raros, podem ocorrer depressão ou reações psicóticas, que podem evoluir para ideias/pensamentos
  • suicidas e comportamento autodestrutivo, como tentativa de suicídio ou suicídio. Nesses casos pare
  • imediatamente o uso de Ciprofloxacino e informe o médico.
  • Têm sido relatados casos de polineuropatia sensorial ou sensoriomotora, resultando em sensações cutâneas
  • subjetivas, perda ou diminuição de sensibilidade, alteração na sensibilidade dos sentidos ou fraqueza em
  • pacientes recebendo fluoroquinolonas, incluindo Ciprofloxacino. Caso você desenvolva sintomas neurológicos,
  • tais como dor, queimação, formigamento, dormência ou fraqueza pare imediatamente o uso de Ciprofloxacino e
  • informe o médico.
  • O ciprofloxacino pode induzir reações de sensibilidade à luz, portanto, os pacientes devem evitar a exposição
  • direta e excessiva ao sol ou à luz ultravioleta (UV). Se aparecerem reações cutâneas similares a queimaduras
  • solares, pare imediatamente o uso de Ciprofloxacino e informe o médico.
  • Foram observadas reações no local da aplicação intravenosa de ciprofloxacino. Estas reações são mais
  • frequentes se o tempo de infusão for de 30 minutos ou menos. Estas reações podem desaparecer rapidamente
  • após se completar a infusão. Não são contraindicadas as administrações intravenosas subsequentes, exceto se as
  • reações piorarem ou reaparecerem.
  • Se você é um paciente diabético que toma medicamento para a diabetes por via oral:ciprofloxacina pode causar
  • hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) em alguns pacientes os sintomas de baixa de açúcar no sangue devem

ser tratados antes de levar a inconsciência (desmaiar). Diferentes pessoas podem sentir diferentes sintomas de

  1. baixa de açúcar no sangue. Se você ou seus sintomas experiência de criança de baixa de açúcar no sangue, pare
  2. de usar ciprofloxacina e verificar com o seu médico de imediato:
  3. Os sintomas da baixa de açúcar no sangue podem incluir: ansiedade, mudança de comportamento
  4. semelhante a estar bêbado, visão turva, suores frios, confusão, pele pálida e fria, com dificuldade de
  5. concentração, sonolência, fome excessiva, dor de cabeça, náuseas, nervosismo, taquicardia, tremores, ou
  6. cansaço invulgar ou fraqueza.
  7. Gravidez e amamentação
  8. Gravidez
  9. Ciprofloxacino não deve ser usado durante a gravidez. Estudos realizados com animais não evidenciaram
  10. malformações do feto, porém não se pode excluir que o medicamento possa causar lesões na cartilagem articular
  11. de organismos imaturos.
  12. Informe seu médico se ocorrer gravidez durante o uso de Ciprofloxacino.
  13. Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
  14. do cirurgião-dentista.
  15. Amamentação
  16. O ciprofloxacino é excretado no leite materno, por isso, devido ao risco de dano articular ao feto, o uso de
  17. Ciprofloxacino não é recomendado durante a amamentação.
  18. Crianças, adolescentes e idosos
  19. Como ocorre com outros inibidores da girase, o ciprofloxacino causa lesão nas articulações que suportam o peso
  20. em animais imaturos. Os dados de segurança em menores de 18 anos que sofriam principalmente de fibrose
  21. cística não evidenciaram lesão de articulação/cartilagem.
  22. Na faixa etária de 5 a 17 anos pode ser usado no caso específico descrito abaixo.
  23. Dados atuais confirmam o uso de Ciprofloxacino para o tratamento de infecção aguda na fibrose cística causada
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por P. aeruginosa em crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. Atualmente a experiência disponível sobre o uso

  • em crianças e adolescentes com outras infecções e crianças com menos de 5 anos é insuficiente. Portanto, não
  • deve ser usado para outras infecções e em menores de 5 anos.
  • Ciprofloxacino pode ser usado por idosos na menor dose possível estabelecida pelo médico.
  • Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas
  • As substâncias do tipo fluoroquinolonas, incluindo o ciprofloxacino, podem prejudicar a habilidade do paciente
  • para dirigir veículos e operar máquinas. Isso ocorre principalmente com o uso em conjunto com bebidas
  • alcoólicas.
  • Interações medicamentosas
  • A seguir, constam alguns medicamentos cujo efeito pode ser alterado se tomados com Ciprofloxacino ou que
  • podem influenciar o efeito de Ciprofloxacino. Fale com seu médico caso esteja tomando algum desses
  • medicamentos.
  • Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: Ciprofloxacino, com outros medicamentos da
  • mesma classe (fluoroquinolonas), deve ser utilizado com cautela em pacientes que estejam recebendo
  • medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos de classe III ou IA,
  • antidepressivos tricíclicos, antibióticos macrolídeos, antipsicóticos).
  • O uso simultâneo de Ciprofloxacino e probenecida (tratamento complementar de infecções, por exemplo, gota)
  • aumenta a concentração de ciprofloxacino no sangue.
  • Não se deve administrar Ciprofloxacino com tizanidina (relaxante muscular), pois pode ocorrer um aumento
  • indesejável nas concentrações de tizanidina no sangue associado aos efeitos colaterais clinicamente importantes
  • induzidos por esta, como queda da pressão e sonolência.
  • A teofilina (medicamento para a asma), usada em conjunto com o Ciprofloxacino, pode ter sua concentração
  • aumentada no sangue, o que favorece um aumento da frequência dos efeitos indesejáveis induzidos pela

teofilina. Em casos muito raros, esses efeitos indesejáveis podem colocar a vida em risco ou ser fatais. Se o uso

  1. de ambos for inevitável, a concentração de teofilina no sangue deve ser observada e a dose reduzida conforme a
  2. necessidade.
  3. Foi relatado que o uso de ciprofloxacino e medicamentos contendo derivados da xantina, como por exemplo,
  4. cafeína e pentoxifilina (oxpentifilina), (para distúrbios circulatórios), elevou a concentração destas substâncias

no sangue. Fale com seu médico.

  • Em pacientes recebendo Ciprofloxacino e fenitoína (antiepilético) ao mesmo tempo, foi observado nível
  • alterado (diminuído ou aumentado) de fenitoína no sangue. É recomendado o monitoramento da terapia com
  • fenitoína, incluindo medições de concentração de fenitoína no sangue, durante e imediatamente após a
  • administração simultânea de Ciprofloxacino e fenitoína para evitar a perda do controle de convulsões associadas
  • aos níveis diminuídos de fenitoína e para evitar efeitos indesejáveis relacionados à superdose de fenitoína
  • quando o Ciprofloxacino é descontinuado em pacientes que estejam recebendo ambos.
  • O uso simultâneo com Ciprofloxacino pode retardar a excreção do metotrexato (imunossupressor usado em
  • alguns tipos de câncer, psoríase e artrite reumatóide), aumentando o nível plasmático deste.
  • Anti-inflamatórios não-hormonais, por exemplo, o ibuprofeno (para dor, febre ou inflamação): estudos em
  • animais mostraram que o uso combinado de doses muito altas de quinolonas e certos anti-inflamatórios não-

esteroides podem desencadear convulsões. Isto não se refere aos que contêm ácido acetilsalicílico.

  1. Observou-se em alguns casos, aumento transitório da concentração de creatinina no sangue, que avalia a função
  2. renal, ao se administrar Ciprofloxacino simultaneamente com ciclosporina (imunossupressor usado em doenças
  3. de pele, artrite reumatóide e transplante de órgãos). Nesses casos é necessário controlar frequentemente (duas
  4. vezes por semana) a concentração de creatinina.
  5. A administração simultânea de ciprofloxacino com substâncias antagonistas da vitamina K, como por exemplo,
  6. varfarina, acenocoumarol, femprocumona, fluindiona, pode aumentar os efeitos anticoagulantes destas. Fale
  7. com seu médico.
  8. O uso simultâneo de Ciprofloxacino e antidiabéticos orais (para diminuição dos níveis de açúcar no sangue)
  9. principalmente sulfonilureias, como por exemplo, glibenclamida, glimepiridina, pode provocar diminuição de
  10. açúcar no sangue (hipoglicemia), possivelmente por intensificar a ação do antidiabético oral.
  11. O uso simultâneo de Ciprofloxacino e duloxetina (antidepressivo) pode levar a um aumento da duloxetina no
  12. sangue.
  13. No uso concomitante de Ciprofloxacino com ropinirol (medicamento para doença de Parkinson), seu médico
  14. deverá monitorar os efeitos indesejáveis e realizar o ajuste de dose de ropinirol.
  15. No uso de Ciprofloxacino com lidocaína (para doenças cardíacas e anestésico local), podem ocorrer interações
  16. entre estas substâncias, acompanhadas de efeitos secundários.
  17. A concentração de clozapina (antipsicótico usado na esquizofrenia) no sangue aumenta se administrada junto
  18. com Ciprofloxacino Seu médico deverá monitorar e ajustar a dose de clozapina apropriadamente durante e logo
  19. após a administração simultânea destas substâncias.
  20. O uso simultâneo de sildenafila (por exemplo, para disfunção erétil) e ciprofloxacino mostrou aumentar a
  21. concentração daquela substância no sangue, por isso, seu médico deverá considerar os riscos e benefícios ao
  22. recomendar o uso conjunto destas substâncias.
  23. O ciprofloxacino demonstrou em testes in vitro capacidade de interferir no teste de cultura de um tipo de
  24. bactéria – Mycobacterium tuberculosis – causando resultado falso negativo em pacientes fazendo uso de

ciprofloxacino. Fale com seu médico. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO? Ciprofloxacino deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15ºC a 30ºC) protegido da luz e umidade.

  • O produto só poderá ser utilizado até o vencimento do seu prazo de validade, impresso na embalagem externa,
  • pois após esta data perde sua eficácia.
  • Evitar o calor excessivo (ambiente com temperatura superior a 30°C). Evite armazenar a solução sob
  • refrigeração, pois pode ocorrer precipitação, embora esta se redissolva à temperatura ambiente. A solução para
  • infusão é sensível à luz; portanto, só deve ser retirada da embalagem externa no momento do uso.
  • – Características organolépticas:
  • Ciprofloxacino é uma solução para aplicação intravenosa liquida, límpida, levemente amarelada, isenta de
  • partículas estranhas.
  • Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
  • alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
  • Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

  1. DOSAGEM
  2. A dose geralmente recomendada pelo médico é a seguinte:
  3. Adultos
  4. Dose diária recomendada de Ciprofloxacino intravenoso em adultos
  5. Indicações Dose diária para adultos de
  6. ciprofloxacino (mg) intravenoso
  7. Infecções do trato respiratório
  8. (dependendo da gravidade e do microrganismo)
  9. 2 x 200 mg a 400 mg
  10. Infecções do trato urinário: Aguda, não complicada 2 x 100 mg
  11. Cistite em mulheres (antes da menopausa) Dose única 100 mg
  12. Complicada 2 x 200 mg
  13. Gonorreia:
  14. – extragenital
  15. – aguda, não complicada
  16. 2 x 100 mg
  17. dose única 100 mg
  18. Diarreia 2 x 200 mg
  19. Outras infecções (vide indicações) 2 x 200 a 400 mg
  20. Infecções graves, com risco para a vida:
  21. Principalmente quando
  22. causadas por Pseudomonas, Staphylococcus ou
  23. Streptococcus
  24. Pneumonia
  25. estreptocócica
  26. 3 x 400mg
  27. Infecções recorrentes
  28. em
  29. Fibrose cística
  30. Infecções ósseas e das
  31. articulações
  32. Septicemia
  33. Peritonite
  34. Antraz

Adultos: 400 mg de ciprofloxacino i.v. duas vezes por dia. Crianças: 10 mg de ciprofloxacino i.v./kg de peso corpóreo duas vezes por dia. A dose máxima para crianças não deve exceder 400 mg (dose diária máxima: 800 mg i.v.).

  • O tratamento deve começar imediatamente após a suspeita ou confirmação da inalação dos patógenos de antraz.
  • Após administração intravenosa, pode-se prosseguir com o tratamento oral.
  • Pacientes idosos
  • Pacientes idosos devem receber a menor dose de acordo com a gravidade da doença e com a sua função renal.
  • Crianças e adolescentes
  • A dose recomendada para infecção aguda causada por P. aeruginosa em pacientes de 5 a 17 anos com fibrose

cística é de 3 vezes 10 mg/kg por dia i.v. (máximo 1.200 mg/dia). Pacientes com mau funcionamento dos rins e do fígado 1. Recomendam-se as seguintes doses para a disfunção renal moderada ou grave: 1.1. Depuração de creatinina entre 30 e 50 mL/min (creatinina sérica entre 1,4 e 1,9 mg/100 mL), a dose máxima é de 800 mg por via endovenosa por dia.1.2.

  1. 2. Na disfunção renal e sob hemodiálise, a dose é a mesma após cada sessão de diálise que para os pacientes
  2. com disfunção renal moderada ou grave (veja item 1).
  3. 3. Disfunção renal e em diálise peritoneal ambulatorial contínua (DPAC), para peritonite, Ciprofloxacino pode
  4. ser adicionado ao dialisado (intraperitoneal) 4 x por dia, a cada 6 horas, na dose de 50 mg por litro de dialisado.
  5. A experiência clínica nessa indicação é limitada. São necessárias doses altas de Ciprofloxacino para atingir
  6. concentrações suficientes de ciprofloxacino no peritônio, devendo os efeitos colaterais serem atentamente
  7. observados. Ocorrendo efeito colateral de relevância clínica ou sintomas de superdose, deve-se diminuir a dose
  8. ou interromper a administração de Ciprofloxacino.

4. Não é preciso ajustar a dose em caso de mau funcionamento do fígado.5. Em caso de mau funcionamento do fígado e dos rins, a dose deve ser a mesma usada para disfunção renal.

  • Pode ser necessário monitorar a concentração de ciprofloxacino no sangue.
  • Doses em crianças e adolescentes com funções renal e/ou hepática alteradas não foram estudadas.
  • COMO USAR
  • O tempo de infusão é de no mínimo 60 minutos. A infusão lenta em uma veia de grande calibre evita
  • desconforto ao paciente e reduz a irritação da veia.
  • Duração do tratamento
  • A duração do tratamento depende da gravidade da doença e do curso clínico e bacteriológico. Em geral, o
  • tratamento deve sempre prosseguir por pelo menos 3 dias após a febre e os sinais clínicos terem desaparecido.
  • Em geral, a duração média do tratamento é:
  • – 1 dia, nos casos de gonorreia aguda não complicada e cistite (infecção na bexiga);
  • – até 7 dias para infecções dos rins, trato urinário e cavidade abdominal;
  • – em pacientes com baixa resistência (sistema imunológico comprometido), o tratamento deve prosseguir
  • enquanto a contagem total de glóbulos brancos estiver reduzida (fase neutropênica);
  • – no máximo 2 meses para osteomielite (infecção óssea);
  • – 7 a 14 dias para todas as outras infecções.
  • Em infecções estreptocócicas, o tratamento deve continuar por pelo menos 10 dias, por risco de complicações
  • tardias.
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Igualmente, as infecções por Chlamydia spp. devem ser tratadas durante pelo menos 10 dias. Crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos: 10 – 14 dias para episódios de infecção aguda de fibrose cística causada por P. aeruginosa.

  1. Antraz: 60 dias de tratamento para terapia imediata e para tratamento de infecções após a inalação de patógenos
  2. de antraz.
  3. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
  4. interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
  5. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e
  6. processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de

esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade ira diminuir gradualmente.7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

  • Como qualquer medicamento, Ciprofloxacino pode ter efeitos indesejáveis.
  • Os efeitos adversos associados ao Ciprofloxacino e outros antibacterianos fluoroquinolonas, envolvem na
  • maioria das vezes distúrbios gastrointestinais como incluem náuseas, vômito, diarréia, dor abdominal, dispepsia

são os efeitos adversos mais frequentes. Pseudomembranous colitis tem sido raramente relatada. Dor de cabeça, tontura e agitação são alguns dos efeitos mais comuns sobre o SNC. Outros incluem tremor, sonolência, insônia, pesadelos e distúrbios sensoriais visuais e, mais raramente, alucinações, reações psicóticas, depressão e convulsões.

  1. Além de erupções cutâneas e prurido, outras reações que afetam a pele, raramente são do tipo vasculite, eritema
  2. multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica.
  3. Fotossensibilidade não são mais frequentes com algumas fluoroquinolonas como lomeflofracino e
  4. esparfloxacino. Anafilaxia tem sido associada com ciprofloxacino e outros agentes anbibacterianos de
  5. quinolona.
  6. Outros efeitos adversos relatados com ciprofloxacino incluem aumentos transitórios da creatinina ou ureia sérica
  7. e, ocasionalmente, insuficiência renal aguda secundária e nefrite instersticial; cristalúria; valores elevados da
  8. enzima hepática, icterícia e hepatite, distúrbios hematológicos, incluindo eosinofilia, leucopenia,
  9. trombocitopenia e, raramente, pancitopenia, anemia hemolítica ou agranulocitose, mialgia, ginaecomastia, e
  10. efeitos cardiovasculares, incluindo taquicardia, edema, síncope e sudorese.
  11. A frequência é indicada da seguinte forma: muito comum (maior ou igual a 10%), comum (entre 1% e 10%),
  12. incomum (entre 0,1% e 1%), rara (entre 0,01% e 0,1%), muito rara (inferior a 0,01%) e frequência desconhecida
  13. (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).
  14. – Infecções e infestações
  15. Reações incomuns: superinfecções micóticas (infecção por fungos, junto com infecção bacteriana ou após
  16. esta). O tratamento prolongado ou repetido com Ciprofloxacino pode reduzir a sensibilidade das bactérias ao
  17. ciprofloxacino; por isso, o paciente pode infectar-se novamente com a mesma bactéria ou por leveduras (fungos)
  18. antes da erradicação da infecção inicial.
  19. Reações raras: colite (inflamação do intestino grosso) associada ao uso de antibiótico (muito raramente, com
  20. possível evolução fatal).
  21. – Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo
  22. Reações incomuns: aumento de um tipo de glóbulos brancos do sangue, os eosinófilos (eosinofilia).
  23. Reações raras: redução dos glóbulos brancos (leucopenia) ou apenas dos glóbulos brancos chamados
  24. neutrófilos (neutropenia), redução de glóbulos vermelhos (anemia) ou de plaquetas (trombocitopenia), aumento
  25. de glóbulos brancos do sangue (leucocitose) e aumento persistente das plaquetas no sangue (plaquetose).
  26. Reações muito raras: aumento da degradação dos glóbulos vermelhos (anemia hemolítica), redução de todas as
  27. células sanguíneas (pancitopenia com possível risco para a vida), ausência dos glóbulos brancos chamados
  28. neutrófilos, com possíveis sintomas de calafrios, febre (agranulocitose), função da medula óssea reduzida (com
  29. possível risco para a vida).
  30. – Distúrbios imunológicos
  31. Reações raras: reação alérgica e inchaço alérgico/angioedema.
  32. Reações muito raras: reação alérgica intensa e choque alérgico (por exemplo, inchaço do rosto, da laringe;
  33. dificuldade de respirar que pode levar a choque, queda brusca da pressão arterial, com risco para a vida), e
  34. reações similares àquelas associadas com doença do soro (por exemplo, febre, alergia, inchaço dos gânglios
  35. linfáticos, vermelhidão da pele e inchaço).
  36. – Distúrbios metabólicos e nutricionais
  37. Reações incomuns: diminuição do apetite e da indigestão de alimentos.
  38. Reações raras: aumento da concentração de açúcar no sangue (hiperglicemia), diminuição da concentração de
  39. açúcar no sangue (hipoglicemia).
  40. – Distúrbios psiquiátricos
  41. Reações incomuns: hiperatividade psicomotora/agitação.
  42. Reações raras: confusão mental, desorientação, ansiedade, sonhos anormais, depressão* e alucinações.
  43. Reações muito raras: reações psicóticas*.
  44. * potencialmente culminando em comportamentos autodestrutivos, como ideias/pensamentos suicídas e
  45. tentativa de suicídio ou suicídio.
  46. – Distúrbios do sistema nervoso
  47. Reações incomuns: dor de cabeça, tontura, distúrbios do sono, alteração do paladar.
  48. Reações raras: sensações anormais, como por exemplo, de formigamento, dormência (parestesia, disestesia),
  49. tremores, convulsões (incluindo estado epilético), diminuição da sensibilidade geral (hipoestesia), tonturas
  50. giratórias (vertigem).
  51. Reações muito raras: enxaqueca, distúrbios da coordenação, alteração do olfato, aumento da sensibilidade geral
  52. ou específica (hiperestesia), aumento da pressão intracraniana (pseudotumor cerebral).
  53. Reações de frequência desconhecida: neuropatia periférica e polineuropatia (doenças que afetam um ou vários
  54. nervos).
  55. – Distúrbios da visão
  56. Reações raras: alterações da visão.
  57. Reações muito raras: distorção visual das cores.
  58. – Distúrbios da audição e do labirinto
  59. Reações raras: zumbido e perda da audição.
  60. Reações muito raras: alterações da audição.
  61. – Distúrbios cardíacos
  62. Reações raras: taquicardia (aumento da frequência cardíaca).
  63. Reações de frequência desconhecida: alteração no eletrocardiograma chamada prolongamento do intervalo QT,
  64. alteração no ritmo do coração (arritmia ventricular), “torsade de pointes”*(uma alteração específica do
  65. eletrocardiograma).
  66. *Estas reações foram relatadas durante o período de observação pós-comercialização e foram observadas
  67. predominantemente entre pacientes com mais fatores de risco para prolongamento do intervalo QT (veja “O que

devo saber antes de usar este medicamento?”).

  • – Distúrbios vasculares
  • Reações raras: dilatação dos vasos sanguíneos, pressão arterial baixa e desmaio (síncope).
  • Reações muito raras: inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite.)
  • – Distúrbios respiratórios
  • Reações raras: falta de ar (dispneia), incluindo condição asmática.
  • – Distúrbios gastrintestinais
  • Reações comuns: enjôo e diarreia.
  • Reações incomuns: vômitos, dores gastrintestinais e abdominais, dispepsia (má digestão) e gases.
  • Reações muito raras: pancreatite (inflamação do pâncreas).
  • – Distúrbios hepatobiliares
  • Reações incomuns: aumento das transaminases (enzimas do fígado) e aumento da bilirrubina.
  • Reações raras: comprometimento do funcionamento do fígado, icterícia (coloração amarelada da pele) e hepatite
  • (inflamação do fígado) não infecciosa.
  • Reações muito raras: morte das células do fígado, que muito raramente evolui para insuficiência hepática com
  • risco para a vida.
  • – Lesões da pele e do tecido subcutâneo
  • Reações incomuns: vermelhidão da pele (rash cutâneo), coceira e urticária (reação alérgica de pele).
  • Reações raras: sensibilidade à luz e formação de bolhas.
  • Reações muito raras: hemorragias pontilhadas da pele (petéquias), eritema nodoso e eritema multiforme (lesões
  • de pele) síndrome de Stevens-Johnson (reação grave de pele caracterizada por bolhas), potencialmente fatal, e
  • necrólise epidérmica tóxica (reações graves de pele, com potencial risco para a vida).
  • Reações de frequência desconhecida: pustulose exantemática generalizada aguda (erupção cutânea pustular).
  • – Distúrbios ósseos, do tecido conjuntivo e musculoesqueléticos
  • Reações incomuns: dor nas articulações.
  • Reações raras: dor muscular, inflamação nas articulações (artrite), aumento do tônus muscular e cãibras.
  • Reações muito raras: fraqueza muscular, inflamação dos tendões (tendinite) e rupturas de tendões
  • (predominantemente do tendão de Aquiles), piora dos sintomas da miastenia grave (doença muscular grave).
  • – Distúrbios renais e urinários
  • Reações incomuns: alteração do funcionamento dos rins.
  • Reações raras: inflamação dos rins (nefrite túbulo-intersticial), insuficiência (alteração da função) renal,
  • presença de sangue e de cristais na urina.
  • – Distúrbios gerais
  • Reações incomuns: dor inespecífica, mal-estar geral, febre.
  • Reações raras: inchaço, transpiração excessiva.
  • Reações muito raras: alterações do modo de andar.
  • – Investigações
  • Reações incomuns: aumento da enzima hepática fosfatase alcalina no sangue.
  • Reações raras: alteração no exame de coagulação (nível anormal de protrombina) e aumento da amilase (enzima
  • que avalia a função do pâncreas).
  • Reações de frequência desconhecida: aumento da razão normalizada internacional (RNI) que avalia a
  • coagulação sanguínea (em pacientes tratados com antagonistas de vitamina K).
  • As seguintes reações adversas tiveram categoria de frequência mais elevada nos subgrupos de pacientes
  • recebendo tratamento intravenoso ou sequencial (intravenoso para oral):
  • Comum: Vômito, aumento transitório das transaminases,
  • rash cutâneo
  • Incomum: Trombocitopenia, plaquetose, confusão e
  • desorientação, alucinações, parestesia, disestesia,
  • convulsão, vertigem, distúrbios visuais, perda de
  • audição, taquicardia, vasodilatação, hipotensão,
  • alteração hepática transitória, icterícia,
  • insuficiência renal, edema
  • Raras: Pancitopenia, depressão da medula óssea,
  • choque anafilático, reações psicóticas,
  • enxaqueca, distúrbios do olfato, alteração da
  • audição, vasculite, pancreatite, necrose hepática,
  • petéquias, ruptura de tendão.
  • Crianças
  • A incidência de artropatia (inflamação das articulações), mencionada acima, refere-se a dados coletados em
  • estudos com adultos. Em crianças, artropatia é relatada frequentemente (veja “O que eu devo saber antes de usar

este medicamento?”). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

  1. MEDICAMENTO?
  2. Há relatos de alguns casos de toxicidade renal reversível após superdose aguda. Nesses casos, a função renal
  3. deve ser monitorada pelo médico. Portanto, além das medidas habituais de emergência, recomenda-se monitorar

a função renal. Os pacientes devem ser mantidos bem hidratados. Apenas uma pequena quantidade do

  • ciprofloxacino (menos de 10%) é eliminada mediante hemodiálise ou diálise peritoneal.
  • Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
  • embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
  • orientações.

: Bula do Ciprofloxacino para o Paciente
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