Quem Tem Diabetes Pode Tomar Benzetacil
Benzentacil causa algum efeito colateral em diabéticos?

  • Benzetacil pode causar efeitos colaterais em qualquer pessoa, mas nada ligado especificamente com o diabetes.
  • Benzetacil é o nome comercial da injeção de penicilina benzatina, um antibiótico utilizado no tratamento de algumas infecções como sífilis e faringite estreptocóccica, pode ser usada por diabético, não há nenhum efeito colateral diferente na pessoa com diabetes, do que aqueles que ocorrem nas demais pessoas.
  • Há um efeito colateral do uso da benzetacil, a candidíase, que já ocorre frequentemente em pessoas que apresentam diabetes descompensado, portanto, é importante estar atento a essa doença.

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Quem é diabete pode tomar Benzetacil?

Benzentacil causa algum efeito colateral em diabéticos?

  • Benzetacil pode causar efeitos colaterais em qualquer pessoa, mas nada ligado especificamente com o diabetes.
  • Benzetacil é o nome comercial da injeção de penicilina benzatina, um antibiótico utilizado no tratamento de algumas infecções como sífilis e faringite estreptocóccica, pode ser usada por diabético, não há nenhum efeito colateral diferente na pessoa com diabetes, do que aqueles que ocorrem nas demais pessoas.
  • Há um efeito colateral do uso da benzetacil, a candidíase, que já ocorre frequentemente em pessoas que apresentam diabetes descompensado, portanto, é importante estar atento a essa doença.

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Qual melhor antibiótico para diabéticos?

Entre as opções terapêuticas, pode-se utilizar ampicilina/sulbactam, cefalosporinas de terceira geração, ciprofloxacino ou levofloxacino, ertapenem, piperacilina/tazobactam associados a clindamicina.
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Quem não pode tomar injeção Benzetacil?

Contra-indicação – Benzetacil® (benzilpenicilina benzatina) está contraindicado para pacientes com alergia às penicilinas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas, sem orientação médica, ou do cirurgião-dentista.
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Qual a injeção para diabético?

O medicamento Ozempic, laboratório Novo Nordisk, é indicado para tratamento da diabetes tipo 2 em pessoas com níveis de açúcar muito elevados. Desde então, a caneta com uma agulha na ponta para uma fácil aplicação tem sido uma alternativa importante para os diabéticos.
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Qual o nome da injeção que o diabético toma?

Entenda como injeção para diabetes é usada no tratamento da obesidade Quem Tem Diabetes Pode Tomar Benzetacil Injeção fabricada para tratamento de diabetes funciona também para diminuir o apetite e prolongar a sensação de saciedade (Foto: Unsplash) A semaglutida, que é conhecida, principalmente, com o nome comercial Ozempic, da Novo Nordisk, é um medicamento disponível na indústria farmacêutica desde 2017 para o, usado para o tratamento do tipo 2.

Recentemente, um estudo comprovou que além de antidiabético, o remédio provoca resultados positivos e efetivos no tratamento da obesidade. saiba mais Armadilhas das dietas de verão: os riscos da perda de peso emergencial Entenda a proibição de propaganda de produtos com gestrinona, o ‘chip da beleza’ Alerta do corpo: sinais de que você está passando muito tempo sentado A pesquisa, publicada no jornal científico The New England Journal of Medicine, reuniu 1961 adultos com índice de massa corporal (IMC) superior a 30 — o que configura — e dividiu os voluntários em dois grupos: um tomou uma injeção semanal de 2,4 miligramas (mg) de semaglutida durante 68 semanas e o outro recebeu uma substância placebo durante o mesmo período.

Todos eles também iniciaram a prática de exercícios físicos e passaram a consumir, Ao fim dos testes, foi constatado que quem recebeu a semaglutida perdeu, em média, 14,9% do peso inicial, enquanto o grupo do placebo perdeu apenas 2,4% do peso anterior.

  • Inicialmente, a intenção era de que a medicação servisse como um análogo do GLP-1, uma substância produzida pelo organismo que estimula a insulina, por isso a intenção era o tratamento de diabetes”, explica a nutróloga Patricia Cavalcante.
  • Com os estudos, foi descoberto que o GLP-1 além de ter ação nas células pancreáticas, também atua na diminuição do apetite e diminui a velocidade de digestão, o que auxilia no tratamento da obesidade.” O grande destaque da injeção nesses casos é que ela atua no trato gastrointestinal, fazendo que o,

“Quem faz uso da medicação diz que quando exagera um pouco na refeição, fica com a sensação que está saciado por horas, justamente por conta dessa diminuição da velocidade na digestão”, relata Patricia. A principal vantagem de usar a semaglutida, segundo a médica, é a perda de peso de forma rápida, superior a outros remédios receitados para a mesma finalidade.

Cerca de 1/3 dos pacientes que usam o Ozempic chegam a perder até 30% do peso corporal, que é uma resposta semelhante a alguns tipos de cirurgia bariátrica, como a gastrectomia vertical, por exemplo”, cita ela. Além disso, os medicamentos análogos ao GLP-1 não têm influência sobre neurotransmissores clássicos, como a serotonina e a dopamina.

“Por isso, como outros medicamentos para tratamento de obesidade. Sendo assim, não há risco de, tal qual as medicações mais antigas”, informa Patricia. Porém, é preciso ficar atento a alguns efeitos colaterais, como dores de cabeça, náuseas, vômitos, diarreia e constipação.

  1. No geral, não são agressivos e é possível controlá-los a partir de mudanças no estilo de vida, alimentação e dose da medicação”, diz a médica.
  2. Em 2021, a semaglutida foi aprovada pelo Food and Drug Administration (FDA), órgão de vigilância sanitária dos Estados Unidos, para o tratamento da obesidade, desde que o paciente estivesse em algumas condições, como quadro de pressão alta, diabetes do tipo 2 e colesterol alto —mas sempre em conjunto com a redução do consumo de calorias e a,

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda não liberou o medicamento para a mesma finalidade, mas sua aprovação está em discussão. Mesmo assim, alguns médicos já estão prescrevendo a semaglutida no regime off-label, já que não consta na bula.

“É importante lembrar que o uso off label pode ser feito pelo médico, desde que o paciente esteja ciente que seu uso ainda não está recomendado na bula, mas que há segurança e há efetividade no tratamento quando há acompanhamento médico”, explica Patricia. Ela lembra ainda que o uso do medicamento deve ser acompanhado por um médico para evitar problemas e agravamento dos efeitos adversos.

“A automedicação pode desencadear efeitos colaterais muito mais intensos que acabam prejudicando a rotina da pessoa, seja por usar a medicação menos adequada ou a dose errada”, finaliza. : Entenda como injeção para diabetes é usada no tratamento da obesidade
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Quais os perigos de tomar Benzetacil?

Quais são os possíveis efeitos colaterais? – Alergias na pele, como erupção cutânea, urticária, coceira e inchaço, estão entre as possíveis reações. Febre, falta de ar, dor de cabeça, diarreia, náusea, vômitos e candidíase oral e genital também podem ocorrer. + LEIA TAMBÉM: Prednisona: o que é, para que serve e como funciona esse corticoide
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O que a Benzetacil faz no corpo?

Benzetacil: para que serve, como tomar e efeitos colaterais Benzetacil é um antibiótico que contém penicilina G benzatina na sua composição que age eliminando bactérias que causam infecções da garganta ou sexualmente transmissíveis como a sífilis, por exemplo, mas que também pode ser usada no tratamento profilático da febre reumática ou glomerulonefrite, por exemplo. Quem Tem Diabetes Pode Tomar Benzetacil
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Quanto tempo leva para uma injeção de Benzetacil fazer efeito?

Homepage Pergunte Ao Especialista Estou C A Garganta Inflamada Fui Ao Médico E Ele Passou Benzetacil. Tomei Ela Por Volta Das 2 Da Manhã.

1 respostas Estou c a garganta inflamada fui ao médico e ele passou benzetacil. Tomei ela por volta das 2 da manhã. Mas até agora não senti efeito. Não estou conseguindo nem engolir a saliva. É normal a benzetacil demorar a fazer eleito? Pq já se passaram 8 horas.

  1. Olá, A penicilina benzatina (Benzetacil) como qualquer antibiótico, demora de 24-48h para fazer seu efeito máximo.
  2. Em geral os sintomas devem ser tratados neste período com outras medicações como analgésicos ou antiinflamatórios.
  3. Caso não tenha recebido esta prescrição, sugiro que retorne no médico para que este recomende o tratamento sintomático.

Grande abraço.
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Qual o mais novo remédio para diabetes tipo 2?

Um novo medicamento pode revolucionar o tratamento do diabetes tipo 2, a forma mais comum da doença. Dados de uma série de estudos fase 3 apresentados recentemente no Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia (CBEM), maior e mais importante evento científico de Endocrinologia e Metabologia de toda América Latina, mostram que a tirzepatida normalizou os níveis de açúcar no sangue em 51% dos pacientes.

  • Para efeito de comparação, a taxa foi de 20% nos pacientes que tomaram a semaglutida, considerado o principal tratamento para a doença atualmente.
  • Além disso, os pacientes que utilizaram tirzepatida perderam, em média, 12,4 quilos, o dobro de redução em comparação à semaglutida.
  • A tirzepatida se mostrou um medicamento superior aos que existem no mercado tanto na melhora do controle glicêmico quanto na redução de peso.

Realmente é um marco na história da diabetes — diz o endocrinologista Alexander Benchimol, pesquisador do Departamento de Endocrinologia da Escola Médica de Pós-Graduação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC – Rio) e do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia (IEDE/RJ).

  • A redução de peso possibilitada pelo novo medicamento também foi saudado como um divisor de águas, mas na luta contra a obesidade.
  • Um dos estudos, o SURPASS-2, comparou a eficácia e a segurança da tirzepatida com a semaglutida em adultos com diabetes tipo 2.
  • No total, 1.879 pessoas participaram da pesquisa, que teve duração de 40 semanas.

Os resultados mostraram que 51% dos pacientes que tomaram tirzepatida 15 mg alcançaram níveis de hemoglobina glicada inferior a 5,7%, contra apenas 20% daqueles que tomaram semaglutida. Esse exame é usado como medida para diagnóstico de pré-diabetes e controle do diabetes pois traça uma espécie de histórico do nível de açúcar no organismo dos últimos meses.

Para pessoas com a doença, a meta de controle é ter a hemoglobina glicada inferior a 7%, valor foi alcançado por 92% dos voluntários que usaram tirzepatida. Para fator de comparação, o valor de 5,7% é encontrado em pessoas sem diabetes. — Esse dado é uma mudança de paradigma e vai fazer com que a gente tenha que rediscutir o controle do diabetes porque é um nível de controle que não estávamos habituados — avalia Benchimol.

Outro ponto considerado importante pelos especialistas é que esse benefício foi obtido sem o risco de hipoglicemia. — Um dos efeitos colaterais de alguns medicamentos para o diabetes é a hipoglicemia. Já esse medicamento é de alta potência na redução da glicose e mesmo assim não causa hipoglicemia — diz o endocrinologista Rodrigo Moreira, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolgia (SBEM).

  • Novos resultados do mesmo estudo e de sua continuação, o SURPASS-3, foram apresentados na reunião anual da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes, realizado este mês, na Suécia.
  • Eles revelam que adultos tratados com tirzepatida atingiram mais rapidamente as metas de glicose no sangue e perda de peso.

Os ensaios SURPASS-2 e SURPASS-3 compararam diferentes doses de tirzepatida (5, 10 e 15 mg) com a semaglutida ou uma insulina de ação prolongada. Em média, os participantes tratados com todas as doses de tirzepatida reduziram sua hemoglobina glicada a um nível inferior a 7% em cerca de 8 semanas, em comparação com 12 semanas para aqueles que tomaram semaglutida e insulina.

Para atingir uma hemoglobina glicada de 6,5% ou menos, o tempo necessário foi de 12 semanas para a tirzepatida versus cerca de 16 semanas para a semaglutida e 24 semanas para a insulina. Análises adicionais do SURPASS-2 descobriram que o tempo médio para atingir 5% ou mais de perda de peso foi de cerca de 12 semanas com as duas doses mais altas de tirzepatida (10 e 15 mg), em comparação com 24 semanas para semaglutida.

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Pode parecer pouco, mas uma perda de peso modesta de 5% está associada a melhorias clinicamente significativas nos problemas de saúde, em especial para pacientes com diabetes tipo 2. “A velocidade que estamos vendo na redução da glicose e na perda de peso está além de qualquer outra coisa que temos disponível no momento e pode colocar os adultos com diabetes tipo 2 em uma posição melhor para prevenir complicações a longo prazo.

Mas é importante lembrar que esses medicamentos devem ser usados ​​além da dieta e do exercício”, disse o líder do estudo Adie Viljoen, consultor médico metabólico e patologista químico do East and North Hertfordshire NHS Trust, no Reino Unido. Os principais eventos adversos relatados foram de intensidade leve a moderada e incluíram náusea, vômito e diarreia.

Todos esses sintomas diminuíram ao longo do tempo. — A tirzepatida é um medicamento muito bem tolerado, com uma baixíssima incidência de efeitos colaterais. O principal é o enjoo nas primeiras semanas de uso — diz o ex-presidente da SBEM. Moreira explica que a tirzepatida é o primeiro produto de uma nova classe de medicamentos.

  1. Ela atua no organismo imitando a ação de hormônios – GLP-1 e GIP – que estimulam a produção de insulina e promovem a sensação de saciedade.
  2. A semaglutida, por exemplo, imita apenas a ação do GLP-1.
  3. Toda vez que a gente come, em especial carboidrato, nosso intestino produz duas substâncias: GLP-1 e GIP.

Essas substâncias têm um efeito no pâncreas, melhorando a supressão de insulina, e no cérebro, diminuindo a fome e aumentando a saciedade. O medicamento tua como se fosse essas duas substâncias juntas — explica Moreira. Neste ano, a tirzepatida foi aprovada pela FDA, agência que regula medicamentos nos Estados Unidos, para o tratamento de diabetes tipo 2, sob o nome comercial Mounjaro.

  1. Ela é aplicada por meio de uma injeção subcutânea semanal, em seis opções de dose (2,5 mg, 5 mg, 7,5 mg, 10 mg, 12,5 mg e 15 mg).
  2. Segundo a farmacêutica Eli Lilly, que desenvolveu a tirzepatida, o aval para uso da droga já foi solicitado à Anvisa e, se aprovado, pode estar disponível “em meados de 2023”.

A agência confirmou que a substância está sob análise “dentro do prazo legal”. O diabetes é uma doença causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio que promove o aproveitamento da glicose. A longo prazo, o aumento de açúcar no sangue pode causar sérios danos ao organismo.

O tipo 2 da doença representa 90% dos casos de diabetes no Brasil e é mais frequente em adultos, mas também está aumentando entre crianças e adolescentes. Seu desenvolvimento está atrelado ao sobrepeso, além de hábitos de vida pouco saudáveis relacionados à má alimentação. O número de pessoas com diabetes não para de crescer.

Segundo dados do Atlas do Diabetes, nos últimos dez anos houve um aumento de 26,61% no número de pacientes com a doença no Brasil. Atualmente, o país ocupa a sexta posição mundial e a primeiro na América Latina, com 15,7 milhões de pessoas adultas com esta condição.
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Quem é diabético pode tomar injeção de dexametasona?

» Dexametasona e diabetes: os riscos do uso inapropriado de corticoesteroides Há algumas semanas foi divulgado um estudo realizado pela Universidade de Oxford evidenciando os possíveis benefícios do uso de dexametasona em pacientes com infecção de COVID-19.

  1. Os resultados preliminares deste estudo, que ficou conhecido como RECOVERY (Randomised Evaluation of COVID-19 Therapy), mostraram que a administração desse medicamento poderia reduzir a mortalidade em até um terço em pacientes com infecção grave que necessitavam de ajuda de aparelhos para respirar.
  2. Para os pacientes com necessidade de oxigênio, a mortalidade poderia ser reduzida a um quinto.

No entanto, para os pacientes com formas leves da doença, o uso da dexametasona não trouxe nenhum benefício. A grande preocupação relacionada à divulgação desses resultados diz respeito à difusão em massa pelas mídias e redes sociais. O medo e a incerteza que a atual pandemia de COVID-19 despertam podem levar a decisões desesperadas na procura por um tratamento, estimulando a auto-medicação e a utilização inadequada dessa medicação.

  1. O problema é que o uso de dexametasona pode ser particularmente perigoso e nós vamos lhe explicar o por quê.
  2. A dexametasona é um medicamento do grupo dos corticoesteroides, uma classe que contempla diferentes fármacos com potentes funções anti-inflamatórias.
  3. Outros fármacos desse grupo que são bastante conhecidos incluem a prednisona, a prednisolona, a hidrocortisona e os corticoides inalatórios, como a beclometasona, a fluticasona e a budesonida.

O nosso corpo produz um glicocorticoide endógeno chamado de cortisol, que é derivado do metabolismo do colesterol e que é fundamental para a manutenção de diversas funções vitais. Os farmacos dessa classe de medicamentos mimetizam as ações desse nosso hormônio.

Mudanças em determinadas moléculas dessas substâncias permitiram que algumas delas obtivessem maior atividade “mineralocorticoide”, que significa regular a retenção de água e sais importantes para o nosso corpo, enquanto outras obtivessem maior atividade “glicocorticoide”, que significa interferir no metabolismo da glicose.

A função anti-inflamatória, que é a mais desejada nesses medicamentos, está ligada à função glicocorticoide, por isso quanto mais potente for o efeito anti-inflamatório, maiores serão os efeitos indesejados nas reações que envolvem o açúcar do sangue.

  1. O uso de corticoesteroides – como a dexametasona – pode, por si só, levar ao surgimento de diabetes se utilizado por um longo período de tempo.
  2. Para aqueles que já tem diabetes, o uso dessas medicações pode procovar uma descompensação da doença, visto que interferem no metabolismo do açúcar, levando à hiperglicemia.

Os corticoesteroides aumentam a produção e o armazenamento de açúcar no sangue pelo fígado. Além disso, eles provocam um aumento na degradação de proteínas, fazendo com que os produtos dessa degradação sejam convertidos em mais glicose para o corpo. Como resposta a essa hiperglicemia, ocorre um aumento na liberação de insulina pelo pâncreas, que é um dos hormônios responsáveis pelo controle do açúcar no sangue.

  • Quando a insulina está aumentada, algumas células e músculos do nosso corpo passam a criar resistência à sua ação.
  • No diabetes tipo 2, por exemplo, a resistência periférica à ação da insulina e o aumento nos níveis de açúcar do sangue são os principais fatores relacionados ao surgimento do diabetes e ao desenvolvimento de complicações.
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Como tudo isso se encontra agravado no paciente em uso de corticoesteroides, entende-se que essas medicações podem descompensar um diabetes que vinha bem controlado. Além dos efeitos no açúcar do sangue, os glicocorticoides também alteram a produção de gordura no corpo, aumentando a formação de gordura abdominal e reduzindo a gordura periférica.

  1. Além disso, essas medicações agem diretamente no fígado, aumentando a produção de triglicerídios, moléculas de colesterol e levando à deposição de gordura no fígado, condição chamada de esteatose.
  2. Não é incomum o paciente com diabetes apresentar sobrepeso, obesidade e problemas de colesterol ou triglicerídeos alterados.

Portanto, todas essas condições também poderão ser agravadas durante o uso de corticoesteroides. Além disso, esses medicamentos também aumentam a retenção de sal de água e interferem na resistência dos vasos sanguíneos, provocando aumento da pressão arterial.

  • Todas essas alterações poderão aumentar o risco de doenças cardiovasculares em pacientes com diabetes.
  • Os corticoesteroides também apresentam um efeito importante nos músculos e nos ossos.
  • Além de estimular a quebra das proteínas e enfraquecer os músculos, os corticoesteroides estimulam células que promovem à reabsorção do osso.

Isso significa que esses medicamentos fazem o osso enfraquecer com o tempo. O enfraquecimento dos ossos e dos músculos pode aumentar o risco de queda e de fratura nesses pacientes. O surgimento de catarata, que também está associado ao uso desses medicamentos, também pode contribuir para o risco de queda nesses pacientes.

Por fim, a última (e talvez a mais importante) preocupação diz respeito à suspensão do medicamento. Lembra que expliquei no início do texto que nosso corpo produz um glicocorticoide endógeno chamado de cortisol? Quando utilizamos corticoesteroides, ocorrem reações no nosso corpo que levam à desregulação da produção desse hormônio.

É como se nosso corpo entendesse que, por estar recebendo glicocorticoides “de fora”, não precisa continuar produzindo por si próprio. Se a medicação for suspensa abruptamente, especialmente após o uso prolongado, pode ocorrer o que se chama de “insuficiência adrenal”, que é quando o corpo não recebe e nem produz mais esse hormônio vital.

  • Os sintomas dessa síndrome podem iniciar com dor abdominal, pressão baixa, náusea, vômitos, falta de apetite, sonolência e perda de peso.
  • Entretanto, é possível inclusive evoluir com quadros mais graves, como choque circulatório e coma.
  • Tudo isso para explicar para vocês a importância de JAMAIS iniciar uma medicação como um glicocorticoide sem a orientação médica adequada! Os resultados finais do estudo que avaliou os benefícios da dexametasona em pacientes com infecção de COVID-19 ainda não foram publicados na íntegra e, se eles serão importantes ou não, só saberemos com o tempo.

Enquanto isso, vamos proteger a nós mesmo e àqueles que amamos lembrando diariamente que nessa batalha contra o coronavírus (ainda) não existe “pílula mágica”. O uso de medicamentos de forma indevida e o desconhecimento dos riscos relacionados podem ser tão graves quanto a infecção contra a qual lutamos diariamente.

Janine AlessiGiovana Berger de OliveiraDébora Wilke FrancoBeatriz D. SchaanGabriela H. TeloREFERÊNCIAS:

Oxford University News Release. Low-cost dexamethasone reduces death by up to one third in hospitalised patients with severe respiratory complications of COVID-19., Oxford United Kingdon, 16 Jun 2020. Available in, Acessed 27 Jun 2020. Axelrod L. Glucocorticoid Therapy. Medicine (Baltimore) 1976;55(1):39-65 : » Dexametasona e diabetes: os riscos do uso inapropriado de corticoesteroides
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Quem tem diabetes pode comer açúcar?

Em resumo, com uma alimentação equilibrada e a adoção de hábitos saudáveis, é possível, sim, incluir o açúcar na dieta do diabético sem maiores problemas. Mas, lembre-se de consumi-lo sempre de forma moderada, afinal, o verdadeiro vilão da diabetes é o excesso! Além disso, não deixe de conversar com o seu médico!
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Quais os riscos de tomar Benzetacil?

Quais são os possíveis efeitos colaterais? – Alergias na pele, como erupção cutânea, urticária, coceira e inchaço, estão entre as possíveis reações. Febre, falta de ar, dor de cabeça, diarreia, náusea, vômitos e candidíase oral e genital também podem ocorrer. + LEIA TAMBÉM: Prednisona: o que é, para que serve e como funciona esse corticoide
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Quanto tempo leva para uma injeção de Benzetacil fazer efeito?

Homepage Pergunte Ao Especialista Estou C A Garganta Inflamada Fui Ao Médico E Ele Passou Benzetacil. Tomei Ela Por Volta Das 2 Da Manhã.

1 respostas Estou c a garganta inflamada fui ao médico e ele passou benzetacil. Tomei ela por volta das 2 da manhã. Mas até agora não senti efeito. Não estou conseguindo nem engolir a saliva. É normal a benzetacil demorar a fazer eleito? Pq já se passaram 8 horas.

  1. Olá, A penicilina benzatina (Benzetacil) como qualquer antibiótico, demora de 24-48h para fazer seu efeito máximo.
  2. Em geral os sintomas devem ser tratados neste período com outras medicações como analgésicos ou antiinflamatórios.
  3. Caso não tenha recebido esta prescrição, sugiro que retorne no médico para que este recomende o tratamento sintomático.

Grande abraço.
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Quem sofre de pressão alta pode tomar Benzetacil?

Homepage Pergunte Ao Especialista Tenho Pressão Alta, Posso Tomar Esse Medicamento, Pois Tenho 5 Hérnia De Disco.

1 respostas Tenho Pressão Alta, posso tomar esse medicamento, pois tenho 5 hérnia de disco. Olá, Esse medicamento possui em sua fórmula dexametasona, que é classificada como corticoide. Os corticoides têm efeito anti inflamatório e com isso combate a dor.

Um efeito colateral importante é o aumento da pressão arterial que piora com o tempo do uso. Contra indicado não está mas você deve ter um acompanhamento muito próximo de seus médicos para um rígido controle da pressão arterial. Fica a lembrança que possui inúmeros outros efeitos colaterais. As dores de coluna crônicas possuem tratamento medicamentoso que ” bloqueiam” a sensação dolorosa; o estímulo e condução do nervo que inerva as estruturas da coluna vertebral.

Ex : pregabalina; duloxetina. Espero ter ajudado! Cuide-se bem!
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