Quem Tem Diabetes Pode Tomar Betatrinta? - Hospital da Mulher e Maternidade Santa Fé

Quem Tem Diabetes Pode Tomar Betatrinta
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Quem é Diabetico pode tomar BetaTrinta?

Homepage Pergunte Ao Especialista Quero Tomar Beta 30 Mas Sou Diabético Tem Alguma Rejeição

1 respostas Quero tomar beta 30 mas sou diabético tem alguma rejeição Boa tarde. O uso de beta 30 em pacientes diabéticos tem que ser muito bem indicado, porque é um corticoide que pode piorar o controle da glicemia.
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Quem não pode tomar beta trinta?

Quais as contraindicações do BetaTrinta? – Este medicamento é contraindicado para pacientes que já tiveram qualquer alergia ou alguma reação incomum como hipersensibilidade ao dipropionato de betametasona, fosfato dissódico de betametasona, a outros corticoides ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

Também é contraindicado em pacientes com infecções sistêmicas por fungos. BetaTrinta ® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) não deverá ser administrado por via intramuscular em pacientes com púrpura trombocitopênica idiopática. Este medicamento é contraindicado para menores de 15 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
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Quem tem diabetes pode tomar injeção de corticoide?

Corticóides injetáveis de ação prolongada podem causar aumento importante da glicemia, que se mantém por vários dias. Os anti-inflamatórios devem ser usados com cuidado e somente sob orientação médica, em pessoas com diabetes e insuficiência renal. Devem ser evitados, sempre que possível.
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Qual corticoide diabético pode tomar?

Homepage Doenças Diabetes Tenho Diabetes, Posso Tomar Prednisona? O Médico Passou Pois Estou Com Um Pigarro Na Garganta,

2 respostas Tenho diabetes, posso tomar prednisona? O médico passou pois estou com um pigarro na garganta, Olá! Os corticoides (como a prednisona), podem aumentar as glicemias. Pacientes com diabetes podem usar, se for a melhor opção de tratamento (como por exemplo numa crise de asma grave), mas nesse caso devem ficar de olho nas glicemias.
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Qual é a contra indicação do BetaTrinta?

Bula do BetaTrinta | Blog dr.consulta A terapia hormonal com corticosteroide é coadjuvante e não substitui a terapêutica convencional. BetaTrinta é indicado para os seguintes.

  • A terapia hormonal com corticosteroide é coadjuvante e não substitui a terapêutica convencional.
  • BetaTrinta é indicado para os seguintes quadros clínicos:
  • Alterações osteomusculares e de tecidos moles
  • Artrite reumatoide, osteoartrite, bursite, espondilite anquilosante, espondilite radiculite, dor no cóccix, ciática, dor nas costas, torcicolo, exostose, inflamação na planta dos pés (fascite).
  1. Condições alérgicas
  2. Asma, rinite alérgica devida a pólen, edema angioneurótico (inchaço que pode afetar várias partes do organismo), bronquite alérgica, rinite alérgica persistente, hipersensibilidade à drogas, doença do soro, picadas de insetos.
  3. Condições dermatológicas
  4. Dermatite atópica (doença alérgica da pele), líquen simples crônico, dermatite de contato, dermatite solar grave, urticária, líquen plano hipertrófico, necrobiose lipoídica associada com diabetes mellitus (espécie de úlcera que afeta diabéticos), alopecia areata (queda de cabelo), lúpus eritematoso discoide, psoríase, queloides, pênfigo, dermatite herpetiforme.
  5. Doenças do colágeno
  6. Lúpus eritematoso sistêmico, esclerodermia, dermatomiosite, poliarterite nodosa (tipos de doenças auto-imunes).
  7. Tumores Malignos
  8. Para o tratamento paliativo de leucemias e linfomas em adultos, leucemia aguda da infância.
  9. Outras condições
  10. Síndrome adrenogenital (alteração hormonal que pode masculinizar as mulheres), colite ulcerativa, ileíte regional, doença celíaca, afecções dos pés (bursite, hallux rigidus, 5o dedo varo), afecções necessitando de injeções subconjuntivais, transtornos hematológicos que respondem aos corticosteroides, síndrome nefrítica e síndrome nefrótica.
  11. A insuficiência adrenocortical primária ou secundária poderá ser tratada com BetaTrinta, mas deverá haver suplementação com mineralocorticoides.
  12. BetaTrinta é recomendado para:
  • Injeções intramusculares para doenças que respondem aos corticoides sistêmicos;
  • Injeções diretamente nos tecidos moles afetados, quando indicado;
  • Injeções intra-articulares e periarticulares em artrites;
  • Injeção intralesional para várias condições dermatológicas;
  • Injeção local para certos transtornos inflamatórios e císticos dos pés.

Como o BetaTrinta funciona? BetaTrinta é uma associação de ésteres de betametasona que produzem efeito anti-inflamatório, antialérgico a antirreumático. A ação imediata é fornecida pelo fosfato dissódico de betametasona, que é rapidamente absorvido após a administração.

  • BetaTrinta é uma suspensão aquosa injetável estéril de dipropionato de betametasona e fosfato dissódico de betametasona.
  • Cada mL de BetaTrinta contém 5mg de betametasona como dipropionato e 2mg de betametasona como fosfato dissódico, em veículo estéril tamponado e conservado.
  • Os glicocorticoides, como a betametasona, causam profundos e variados efeitos metabólicos e modificam a resposta imunológica do organismo a diversos estímulos.
  • Contraindicação do BetaTrinta
  • Este medicamento é contraindicado para pacientes que já tiveram qualquer alergia ou alguma reação incomum como hipersensibilidade ao dipropionato de betametasona, fosfato dissódico de betametasona, a outros corticoides ou a qualquer um dos componentes da fórmula.
  • Também é contraindicado em pacientes com infecções sistêmicas por fungos.
  • BetaTrinta não deverá ser administrado por via intramuscular em pacientes com púrpura trombocitopência idiopática.
  • Este medicamento é contraindicado para menores de 15 anos.
  • Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
  • Como usar o BetaTrinta

Se a agulha já estiver previamente conectada, puxe para trás o dispositivo de segurança azul.

  1. Caso a agulha não esteja conectada, conecte-a à seringa com firmeza.
  2. Se precisar girar o dispositivo de segurança para orientar o bisel ou ler a escala, segure o dispositivo azul de segurança no ponto em que ele se conecta com a seringa com uma das mãos e gire a seringa com a outra mão.
  3. Remova o protetor da agulha e realize o procedimento de aspiração da suspensão de BetaTrinta da ampola normalmente.

Não use as duas mãos para fechar o dispositivo azul de segurança após aplicação.

Após aplicação, empurre o dispositivo azul com o dedo.

Continue a apertar até que a agulha esteja totalmente coberta pelo dispositivo e o dispositivo esteja travado. Você ouvirá um clique quando o dispositivo de segurança azul estiver travado. Confirme visualmente se a agulha está coberta.

  1. Aperte o êmbolo para quebrá-lo, impedindo assim a sua reutilização.
  2. Após o único uso, descarte o conjunto agulha + seringa imediatamente num recipiente aprovado para objetos cortantes, conforme normas de segurança.

A quebra do dispositivo pode causar respingos. Assegure-se de que a seringa esteja vazia antes de quebrar o êmbolo. Para maior segurança, ao quebrar o êmbolo, segure a seringa voltada para baixo, longe se si próprio e dos outros. Caso o êmbolo quebre prematuramente durante a injeção, continue a apertá-lo até que a dose seja completamente administrada.

  1. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como alterações osteomusculares, gastrintestinais, dermatológicas, neurológicas, psiquiátricas, hiper ou hipopigmentação, atrofia cutânea e subcutânea, abscessos estéreis, rubor local pós-injeção (em seguida ao uso intra-articular).
  2. Posologia do BetaTrinta
  3. Para administração intramuscular, intra-articular, periarticular, intrabúrsica, intradérmica, intralesional e em tecidos moles.
  4. Não está indicado para uso intravenoso ou subcutâneo.
  5. Este produto só poderá ser injetado por via intramuscular profunda na região glútea usando exclusivamente agulha calibre 30/7.

Por se tratar de uma suspensão injetável o BetaTrinta deve ser aplicado por um profissional de saúde. Agite antes de usar. Técnica estritamente asséptica é mandatória para o uso do produto. As necessidades posológicas são variáveis e deverão ser individualizadas com base na doença específica, na gravidade do quadro e na resposta do paciente ao tratamento.

  1. A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que uma resposta satisfatória seja obtida.
  2. Se uma resposta clínica satisfatória não ocorrer após um período de tempo razoável, o tratamento com BetaTrinta deverá ser descontinuado e deverá ser iniciada outra terapia apropriada.
  3. Administração sistêmica Para o tratamento sistêmico, BetaTrinta deverá ser iniciado com 1 a 2mL na maioria das condições, repetindo-se a terapia, quando necessário.

A administração é através de injeção intramuscular (IM) profunda na região glútea. A dosagem e a frequência das administrações irão depender da gravidade da condição do paciente e da resposta terapêutica. Em doenças graves, como lúpus eritematoso sistêmico ou estado de mal asmático já controlados por medidas de emergência, 2mL poderão ser necessários inicialmente.

  • Grande variedade de condições dermatológicas respondem à administração IM de corticoides.
  • Uma injeção de 1mL, repetida de acordo com a resposta terapêutica, foi considerada como eficaz.
  • Em doenças do trato respiratório, o início da melhora dos sintomas ocorreu dentro de poucas horas após a injeção intramuscular de BetaTrinta.

O controle efetivo dos sintomas com 1 a 2mL é obtido na asma brônquica, febre do feno, bronquite alérgica e rinite alérgica. No tratamento da bursite aguda ou crônica, resultados excelentes foram obtidos com 1 a 2mL de BetaTrinta administrados por via intramuscular, repetidos se necessário.

Administração local O uso de anestésicos locais raramente é necessário. Se isto for desejável, BetaTrinta poderá ser misturado (na seringa e não no frasco) com lidocaína ou procaína 1% a 2% ou anestésicos locais similares. Devem ser evitadas formulações que contenham metilparabeno, propilparabeno e fenol.

A dose necessária de BetaTrinta é transferida para a seringa e, em seguida, o anestésico. A mistura na seringa deve ser agitada levemente. Em bursites agudas subdeltoides, subcromiais, olecraniais e pré-patelares, uma injeção intrabúrsica de 1 a 2mL de BetaTrinta poderá aliviar a dor e restaurar a completa movimentação dentro de poucas horas.

A bursite crônica poderá ser tratada com doses reduzidas, assim que os sintomas agudos estejam controlados. Em tenossinovite aguda, tendinite e peritendinite, uma injeção de BetaTrinta poderá trazer alívio. Em formas crônicas destas doenças, poderão ser necessárias injeções repetidas, de acordo com as necessidades do paciente.

Após administração intra-articular de 0,5mL a 2mL de BetaTrinta, ocorre alívio da dor, da sensibilidade e rigidez associadas à osteoartrite e à artrite reumatoide dentro de 2 a 4 horas. A duração do alívio, que varia amplamente nas duas condições, é de 4 semanas ou mais, na maioria dos casos.

  • Uma injeção intra-articular de BetaTrinta é bem tolerada pela articulação e pelos tecidos periarticulares. As doses recomendadas para injeção intra-articular são:
  • Grandes articulações (joelho, bacia, ombro)
  • 1 – 2mL.
  • Médias articulações (cotovelo, punho, tornozelo)
  • 0,5 – 1mL.
  • Pequenas articulações (pé, mão, tórax)
  • 0,25 – 0,5mL.

Afecções dermatológicas poderão responder à administração intralesional de BetaTrinta. A resposta de algumas lesões não tratadas diretamente poderá ser devida a um leve efeito sistêmico do fármaco. No tratamento intralesional, é recomendada uma dose intradérmica de 0,2mL/cm de BetaTrinta distribuída igualmente com uma seringa do tipo tuberculina e agulha de calibre 26.

  1. A quantidade total de BetaTrinta aplicada em todas as áreas não deverá exceder 1mL por semana.
  2. BetaTrinta poderá ser usado eficazmente em afecções do pé que sejam suscetíveis aos corticoides.
  3. Bursite sob heloma (espessamento de uma das camadas da pele) duro ou mole poderá ser controlada com duas injeções sucessivas de 0,25mL cada.

Em algumas condições, como hallux rigidus, 5 º dedo varo e artrite gotosa aguda, a melhora dos sintomas poderá ser rápida. Uma seringa do tipo tuberculina e uma agulha de calibre 25 são adequadas para a maioria das injeções. As doses recomendadas, em intervalos de aproximadamente uma semana, são:

  • Bursite sob heloma duro ou mole, 0,25mL – 0,5mL;
  • Bursite sob esporão de calcâneo, 0,5mL;
  • Bursite sobre hallux rigidus, 0,5mL;
  • Bursite sobre o 5 o dedo varo, 0,5mL;
  • Cisto sinovial, 0,25mL – 0,5mL;
  • Neuralgia de Morton (metatarsalgia), 0,25mL – 0,5mL;
  • Tenossinovite, 0,5mL;
  • Periostite do cuboide, 0,5mL;
  • Artrite gotosa aguda, 0,5mL – 1mL.

Depois de obtida uma resposta favorável, a dosagem de manutenção deverá ser determinada através da diminuição da dose inicial em decréscimos graduais, a intervalos apropriados, até que seja encontrada a dose mínima capaz de manter uma resposta clínica adequada.

  1. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
  2. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
  3. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o BetaTrinta?
  4. Por se tratar de um corticosteroide de administração parenteral, que deve ser administrado por um profissional habilitado de saúde, a possibilidade de esquecimento de dose é remota.
  5. Em caso de esquecimento, programe-se para administrar o medicamento assim que possível.
  6. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
  7. Precauções do BetaTrinta

BetaTrinta não deverá ser usado por via intravenosa ou subcutânea. Técnica estritamente asséptica é mandatória com uso de BetaTrinta. Agite antes de usar. Por se tratar de uma suspensão injetável, o BetaTrinta deve ser aplicado por um profissional de saúde.

  • BetaTrinta contém dois ésteres de betametasona, um dos quais, o fosfato dissódico de betametasona, desaparece rapidamente do local da injeção.
  • O potencial para efeitos sistêmicos produzidos por esta porção solúvel de BetaTrinta deverá ser considerada pelo médico ao usar este preparado.
  • Após a administração intra-articular deverão ser tomadas precauções pelo paciente para evitar o uso excessivo da articulação na qual foi obtido benefício sintomático.
  • A administração intramuscular de corticoides deverá ser feita profundamente em grandes massas musculares para evitar atrofia tissular local.
  • As injeções em tecidos moles, intralesionais e intra-articulares podem produzir efeitos sistêmicos locais.

É necessário o exame do líquido sinovial para excluir um processo infeccioso. Deve-se evitar a injeção local em uma articulação previamente infectada. O aumento da dor e do edema local, restrição maior dos movimentos articulares, febre e mal-estar são sugestivos da artrite séptica.

Se a infecção for confirmada, deverá ser instituída terapia antimicrobiana apropriada. Corticosteroides não deverão ser injetados em articulações não estáveis, áreas infectadas ou espaços intervertebrais. Injeções repetidas em articulações com osteoartrite podem aumentar a destruição articular. Evitar injetar corticosteroides diretamente nos tendões devido a relatos de ruptura tardia do tendão.

Devido à ocorrência de raros casos de reações anafiláticas com o uso parenteral de corticoides, deverão ser tomadas medidas apropriadas de precaução antes da administração, especialmente se o paciente apresentar histórico de alergia medicamentosa. Com o tratamento prolongado, deverá ser considerada a transferência da administração parenteral para a oral, depois da avaliação dos potenciais benefícios e riscos.

  1. Reajustes posológicos poderão ser necessários para remissões ou exacerbações do processo posológico, conforme a resposta individual de cada paciente sob tratamento e quando ocorrer exposição do paciente a situações de estresse, isto é, infecção grave, cirurgia ou traumatismo.
  2. Após o término de um tratamento prolongado com corticoides em altas doses, poderá ser necessária monitorização por até um ano.

Os corticoides podem mascarar sinais de infecção, e novas infecções podem surgir durante o seu uso. Quando os corticoides são usados, pode ocorrer diminuição da resistência e dificuldade de localizar o sítio de uma nova infecção. O uso prolongado de corticoides pode produzir catarata subcapsular posterior, especialmente em crianças, glaucoma com possível dano ao nervo óptico, podendo ocorrer aumento da incidência de infecções oculares secundárias devidas a fungos ou vírus.

  • Altas doses de corticoides podem causar elevação da pressão arterial e retenção hidrossalina, assim como aumento da excreção de potássio.
  • Esses efeitos ocorrem com menos frequência com os derivados sintéticos, exceto quando usados em altas doses.
  • Deve ser considerada uma dieta com restrição a sal e suplementação de potássio.

Todos os corticoides aumentam a excreção de cálcio. Enquanto em tratamento com corticosteroide, os pacientes não deverão ser vacinados contra varíola. Alguns procedimentos de imunização não deverão ser realizados em pacientes recebendo corticosteroides, principalmente em altas doses, devido ao provável risco de complicações neurológicas e falta de resposta por anticorpos.

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Quando o corticosteroide estiver sendo utilizado como terapia de reposição (por exemplo, Doença de Addison), os procedimentos de imunização poderão ser realizados normalmente. Pacientes em uso de doses imunossupressoras de corticosteroides deverão ser alertados a evitar a exposição a pessoas portadoras de varicela ou sarampo, e, se forem expostas, deverão procurar orientação médica, principalmente no caso de crianças.

O tratamento com corticosteroides em pacientes com tuberculose ativa deverá ser restrito aos casos de tuberculose fulminante ou disseminada, nos quais o corticosteroide é usado em associação com um esquema antituberculoso apropriado. Se os corticoides forem indicados em pacientes com tuberculose latente ou com reatividade tuberculina, será necessária uma observação cuidadosa, uma vez que poderá ocorrer reativação da doença.

Durante tratamento prolongado, estes pacientes deverão receber quimioprofilaxia. O uso da rifampicina no programa de quimioprofilaxia, devido o seu efeito de estimulação da depuração dos glicocorticoides, poderá impor um reajuste na dose empregada. A menor dose possível de corticoide deverá ser usada para controlar a condição sob tratamento.

Quando a redução da dose for possível, deverá ser gradual. Insuficiência adrenocortical secundária, induzida pelo medicamento, poderá resultar da retirada muito rápida do corticoide, podendo ser minimizada pela redução gradual da dose. Essa insuficiência poderá persistir por meses após a descontinuação do tratamento, portanto, se ocorrer estresse durante este período, a corticoterapia deverá ser reinstituída.

  1. Uma vez que a secreção mineralocorticoide pode estar prejudicada, devem ser administrados sal e/ou mineralocorticosteroides concomitantemente.
  2. Os efeitos dos corticoides são aumentados em pacientes com hipotireoidismo e em pacientes com cirrose hepática.
  3. Aconselha-se cautela ao se usar corticoides em pacientes com herpes simples ocular devido à possibilidade de perfuração da córnea.

Podem ocorrer transtornos psíquicos com a terapia corticosteroide. Os corticoides podem agravar instabilidade emocional ou tendências psicóticas preexistentes. Corticoides deverão ser usados com cautela em colite ulcerativa não especificada, quando houver probabilidade de perfuração iminente, abcesso ou outra infecção piogênica, em diverticulite, anastomose intestinal recente, úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal, hipertensão arterial, osteoporose e miastenia gravis,

  • Como as complicações do tratamento com corticosteroides são dependentes da dose e duração do tratamento, uma decisão baseada na relação risco/benefício deverá ser tomada para cada caso individual.
  • O crescimento e desenvolvimento de crianças e lactentes fazendo uso prolongado de corticoides deverão ser acompanhados cuidadosamente, pois pode haver distúrbio no crescimento e inibição da produção endógena de cortisol.

O tratamento com corticosteroides pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides.

  • A administração intra-articular e/ou intralesional pode produzir efeitos sistêmicos e locais, o que deverá ser levado em consideração em pacientes tratados concomitantemente com corticosteroides oral e/ou parenteral.
  • Este medicamento pode causar doping,
  • Reações Adversas do BetaTrinta

Reações adversas a BetaTrinta, como aos demais corticosteroides, estão relacionadas com a posologia e a duração do tratamento. Geralmente estas reações podem reverter-se ao mínimo com a redução da posologia, o que é geralmente preferível à suspensão do tratamento farmacológico.

  1. Embora a incidência de reações adversas a BetaTrinta seja baixa, a possível ocorrência de efeitos colaterais conhecidos dos corticoides deverá ser considerada.
  2. As reações adversas relacionadas ao uso de BetaTrinta, de acordo com a frequência de ocorrência e o sistema acometido são:
  3. Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
  4. Sistema nervoso central:
  5. Insônia.
  6. Sistema gastrintestinal:
  7. Dispepsia, aumento de apetite.
  8. Organismo como um todo:
  9. Aumento da incidência de infecções.
  10. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
  11. Pele:
  12. Dificuldade de cicatrização, pequenos vasos superficiais visíveis, infecções subcutâneas, pele fina e frágil, inflamação do folículo piloso, coceira.
  13. Sistema endócrino:
  14. Diabetes mellitus, síndrome de Cushing (estado decorrente do excesso de corticoide).
  15. Sistema musculoesquelético:
  16. Osteoporose.
  17. Sistema gastrintestinal:
  18. Sangramento digestivo.
  19. Sistema geniturinário:
  20. Redução de potássio no sangue, retenção de sódio e água, irregularidade menstrual.
  21. Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):
  22. Pele:
  23. Estrias, hematomas, reação de hipersensibilidade, espinhas, urticária, sudorese excessiva, rash cutâneo, vermelhidão da face e pescoço após aplicação, sintomas e sinais no local de aplicação, aumento de pelos, diminuição da pigmentação cutânea.
  24. Sistema nervoso central:
  25. Depressão, convulsões, tontura, cefaleia, confusão mental, euforia, distúrbio de personalidade, alteração de humor.
  26. Sistema gastrintestinal:
  27. Úlcera péptica com possível perfuração e hemorragia, aumento do tamanho do fígado, distensão abdominal, alteração em exames do fígado.
  28. Sistema geniturinário:
  29. Diminuição da contagem de espermatozóides.
  30. Sistema musculoesquelético:
  31. Lesão muscular induzida por corticoide, fraqueza muscular; dor muscular.
  32. Olhos:
  33. Aumento de pressão intraocular, catarata.
  34. Sistema cardiovascular:
  35. Pressão alta, arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca congestiva, edema agudo do pulmão, trombose venosa profunda, vasculite.
  36. Organismo como um todo:
  37. Ganho de peso, infecção por fungos.
  38. Reações cuja incidência não está determinada:
  39. Soluços, alcalose hipocalêmica (aumento do pH do sangue por falta de potássio), perda de massa muscular, fraturas, necrose asséptica da cabeça do fêmur e do úmero, fratura patológica dos ossos longos, ruptura de tendão, instabilidade articular decorrente de repetidas injeções intra-articulares, pancreatite, esofagite ulcerativa, adelgaçamento cutâneo, petéquias e equimose, eritema (vermelhidão) facial, diminuição ou supressão da reação aos testes cutâneos, edema angioneurótico, aumento da pressão intracraniana com edema de papila (pseudotumor cerebral), diminuição do crescimento na infância e no período intrauterino, falta de resposta adrenocortical e pituitária, diminuição da tolerância aos carboidratos, manifestações clínicas de diabetes mellitus latente, aumento das necessidades diárias de insulina ou agentes hipoglicemiantes orais em diabéticos, glaucoma, balanço nitrogenado negativo devido ao catabolismo proteico, manifestações psicóticas, reações anafiláticas, hipotensão, choque, dermatite alérgica, exoftalmia, agravamento dos sintomas na miastenia gravis,
  40. Reações adversas relacionadas ao tratamento corticoide parenteral incluem:
  41. Casos raros de cegueira associados ao tratamento intralesional da face e da cabeça; hiper ou hipopigmentação, atrofia cutânea e subcutânea; abscessos estéreis; área de rubor pós-injeção (em seguida ao uso intra-articular); artropatia do tipo Charcot.
  42. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.
  43. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
  44. População Especial do BetaTrinta
  45. Uso durante a gravidez e lactação
  46. Como não foram feitos estudos controlados de reprodução humana com corticosteroides, o uso de BetaTrinta (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) durante a gravidez ou em mulheres em idade fértil exige que os possíveis benefícios do fármaco sejam pesados contra os potenciais riscos para a mãe, o feto e o lactente.
  47. Crianças nascidas de mães que receberam doses substanciais de corticoides durante a gestação deverão ser observadas cuidadosamente para a detecção de sinais de hipoadrenalismo.
  48. Devido à possibilidade de surgirem efeitos adversos indesejáveis com o uso de BetaTrinta (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) em lactentes, deverá ser tomada a decisão de descontinuar a amamentação ou o tratamento, levando-se em consideração a importância do medicamento para a mãe.
  49. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.
  50. Informe ao médico se você estiver amamentando.
  51. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
  52. Composição do BetaTrinta
  53. Apresentação
  54. Suspensão injetável, 5 mg/mL + 2 mg/mL:
  55. Embalagem contendo 1 ampola com 1 mL + 1 seringa esterilizada com sistema de segurança.
  56. Uso adulto e pediátrico acima de 15 anos.
  57. Uso intramuscular, intra-articular, periarticular, intrabúrsico, intradérmico, intralesional e em tecidos moles.
  58. Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.
  59. Composição
  60. Cada 1mL da suspensão injetável contém:
Dipropionato de betametasona* 6,43mg
Fosfato dissódico de betametasona** 2,63mg
Excipientes 1mL

Cada 6,43mg de dipropionato de betametasona equivalem a 5,0mg de betametasona base.**Cada 2,63mg de fosfato dissódico de betametasona equivalem a 2,0mg de betametasona base.

  • Excipientes:
  • edetato dissódico, carmelose sódica, macrogol, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de dissódico dibásico, polissorbato 80, cloreto de benzalcônio e água para injetáveis.
  • Superdosagem do BetaTrinta
  • Sintomas
  • A superdose aguda de corticosteroides não leva a situações de risco de vida.
  • Exceto nos casos de doses muito elevadas, alguns dias de dosagem excessiva não parecem produzir resultados prejudiciais na ausência de contraindicações específicas, como em pacientes com diabetes mellitus, glaucoma, úlcera péptica ativa ou em pacientes que estejam fazendo uso de medicamentos como digitálicos, anticoagulantes cumarínicos ou diuréticos depletores de potássio.
  • Tratamento
  • Complicações resultantes dos efeitos metabólicos dos corticosteroides ou dos efeitos deletérios da doença de base, ou concomitante, ou resultante de interações medicamentosas deverão ser tratadas apropriadamente.

Manter ingestão de líquidos adequada e monitorizar os eletrólitos séricos e urinários, com especial atenção ao balanço de sódio e potássio. Tratar o desequilíbrio eletrolítico, se necessário. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

  1. Interação Medicamentosa do BetaTrinta
  2. Interações medicamento – medicamento
  3. O uso concomitante de fenobarbital, rifampicina, fenitoína ou efedrina pode aumentar o metabolismo do corticosteroide, reduzindo, assim, seus efeitos terapêuticos.
  4. Pacientes que estejam recebendo corticosteroides e estrogênios concomitantemente deverão ser observados devido a possível ocorrência de exacerbação dos efeitos dos corticosteroides.
  5. O uso concomitante de corticosteroides com diuréticos depletores de potássio pode aumentar a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue).
  6. O uso concomitante de corticoides com glicosídeos cardíacos pode aumentar a possibilidade de arritmias ou intoxicação digitálica associada à hipocalemia.

Os corticoides podem aumentar a depleção de potássio causada pela anfotericina B. Em todos os pacientes em uso de digitálicos, diuréticos depletores de potássio e anfotericina B, as concentrações dos eletrólitos séricos, principalmente os níveis de potássio, deverão ser monitorizadas cuidadosamente.

O uso concomitante de corticosteroides com anticoagulantes cumarínicos pode aumentar ou diminuir os efeitos anticoagulantes, havendo necessidade de ajustes posológicos. Os corticosteroides podem diminuir as concentrações sanguíneas dos salicilatos. O ácido acetilsalicílico deve ser utilizado com cuidado em associação aos corticosteroides em pacientes com hipoprotrombinemia (alteração sanguínea que altera a coagulação do sangue).

Quando os corticosteroides forem administrados a diabéticos, poderão ser necessários reajustes posológicos dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

  • Terapia concomitante com glicocorticoides pode inibir a resposta à somatotropina.
  • Interações medicamento-álcool
  • Os efeitos combinados de anti-inflamatórios não esteroides ou álcool com corticoides podem resultar em aumento da ocorrência ou da gravidade de ulcerações gastrintestinais.
  • Interações medicamento-exames laboratoriais
  • Os corticoides podem afetar o teste de nitroblue tetrazolium para infecção bacteriana e produzir resultados falso-negativos.
  • Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

  1. Interação Alimentícia do BetaTrinta
  2. Os efeitos combinados de anti-inflamatórios não esteroides ou álcool com corticoides podem resultar em aumento da ocorrência ou da gravidade de ulcerações gastrintestinais.
  3. Ação da Substância BetaTrinta
  4. Resultados de eficácia
  5. Asma

Jacyna e colaboradores realizaram um estudo aberto envolvendo 30 pacientes com asma brônquica. Os pacientes receberam doses intramusculares de 1 a 2mL de (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona po rmL) e foram avaliados semanalmente durante 6 semanas.

Observou-se alívio dos sintomas de asma já no primeiro ao segundo dia da aplicação em 73% dos pacientes. Além disso, 40% dos pacientes ficaram livres de recidivas durante as seis semanas de acompanhamento. Não foram relatados eventos adversos neste estudo de curta duração. Ljaljevic e colaboradores compararam os efeitos de uma dose única de 1mL de (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) com uma dose de 1mL de acetato de metilprednisolona (40mg), ambas por via intramuscular, em pacientes com asma crônica.

O tempo para início do alívio dos sintomas foi igual nos dois grupos (2,4 dias). Contudo, os pacientes alocados para o tratamento com (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) tiveram maior duração de alívio dos sintomas (27 dias versus 8,5 dias para o grupo acetato de metilprednisolona, P lt; 0,002).

Consequentemente, aquele grupo necessitou de número maior de injeções para o controle dos sintomas durante o período do estudo de seis semanas (1,1 versus 2,4 injeções, P lt; 0,002). O percentual de pacientes que respondeu positivamente foi superior no grupo (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) (100% versus 77,8%, P = 0,046) e a taxa de eventos adversos (cefaleia, sonolência e mal-estar) foi igual nos dois grupos.

Mazzei e colaboradores realizaram um estudo aberto envolvendo 51 pacientes com asma brônquica com idade entre 15 e 71 anos. Cada paciente recebeu uma dose de 1mL de (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) por via intramuscular, após a primeira avaliação.

Foram então acompanhados com visitas semanais durante 6 semanas. Resposta clínica considerada boa ou excelente foi obtida em 96% dos pacientes, sendo que 43% e 88% dos indivíduos apresentaram remissão completa dos sintomas na primeira e na segunda semana após a dose, respectivamente. A duração do efeito variou de 14 a 46 dias, com uma média de 42 dias.

As reações adversas ao tratamento foram leves e passageiras (aumento de apetite e astenia). Doenças reumatológicas Foi realizado um estudo duplo-cego controlado que comparou a eficácia e a segurança de injeções intra-articulares de (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona por mL) com acetato de metilprednisolona (40mg por mL).

  • Quarenta e nove pacientes com artrite reumatoide (idades de 27 a 73 anos) foram distribuídos aleatoriamente para tratamento com (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) ou acetato de metilprednisolona por injeção intra-articular.
  • As articulações tratadas foram joelho (n=40), cotovelo (n=3), tornozelo (n=4) e ombro (n=2).

Apenas 4/26 pacientes do grupo (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) necessitaram uma segunda aplicação após 2-3 semanas da primeira, enquanto 12/23 pacientes do grupo acetato de metilprednisolona necessitaram uma segunda dose de corticoide.

  • Os sintomas de dor, inchaço, disfunção e limitação motora melhoraram com ambos os tratamentos, porém de forma mais pronunciada após o uso de (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona).
  • Os eventos adversos relatados foram dois casos de ruborização após aplicação de (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona), que desapareceram após 6 horas.

Rosenthal e colaboradores avaliaram, em estudo aberto, os efeitos da aplicação intra-articular de (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) para pacientes com afecções inflamatórias dos joelhos. Quarenta e um pacientes com artrite aguda no joelho foram submetidos a aplicação intra-articular de (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) sem anestésico local.

Melhora considerável e moderada ocorreram em 46,3% e 21,9% dos pacientes, respectivamente. Melhora leve ocorreu em 29,3% e ausência de efeito em apenas 1 paciente (2,4%). Foi observado alívio da dor e dos sintomas em menos de 24 horas em 75% dos pacientes, que persistiu por um tempo médio de 4,34 semanas.

Não foram observados eventos adversos locais em nenhum paciente. Aumento do apetite, poliúria, sintomas gástricos moderados e eritema facial foram efeitos adversos sistêmicos observados após a administração intra-articular de (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona).

  • Todos os eventos adversos desapareceram espontaneamente e não necessitaram tratamento específico.
  • Doenças alérgicas A febre do feno (rinite alérgica sazonal devida a pólen) é uma afecção alérgica comum que responde ao tratamento com corticosteroides.
  • Laursen e colaboradores compararam (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) intramuscular com beclometasona spray nasal e placebo num estudo duplo-cego e duplo-dummy.

Trinta adultos com rinoconjuntivite sazonal foram distribuídos aleatoriamente para aplicação diária de 100 μg de beclometasona spray em cada narina ou a uma aplicação intramuscular de 2mL de (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona por mL) imediatamente antes da estação de pólen do vidoeiro.

Os pacientes do grupo placebo e aqueles tratados com beclometasona spray apresentaram aumento dos sintomas de obstrução nasal, rinorreia, espirros e congestão ocular. Em contrapartida, aqueles tratados com (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) apresentaram redução da intensidade de todos os sintomas durante as seis semanas de acompanhamento.

Em conclusão, uma única injeção de (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) imediatamente antes da estação de pólen foi superior ao tratamento com corticosteroides tópicos no alívio de sintomas de rinoconjuntivite sazonal.

Kronholm realizou um estudo em pacientes com rinoconjuntivite alérgica sazonal, que foram distribuídos aleatoriamente para tratamento com (10mg de dipropionato de betametasona + 4mg de fosfato de betametasona por via intramuscular) ou acetato de metilprednisolona (80mg por via intramuscular). Ambos os tratamentos reduziram significativamente os sintomas oculares e nasais dos pacientes.

Contudo, os escores de sintomas foram significativamente menores naqueles pacientes tratados com (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) Nenhum paciente apresentou eventos adversos no período de observação. Em conclusão, (5mg de dipropionato de betametasona + 2mg de fosfato de betametasona) foi superior ao acetato de metilprednisolona no controle de sintomas de rinoconjuntivite alérgica sazonal.

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Características farmacológicas Este medicamento é uma associação de ésteres de betametasona que produzem efeito anti-inflamatório, antialérgico a antirreumático. A ação imediata é fornecida pelo fosfato dissódico de betametasona, que é rapidamente absorvido após a injeção. A ação prolongada é promovida pelo dipropionato de betametasona que, por ser de absorção lenta, controla os sintomas durante longo período de tempo.

O tamanho reduzido do cristal de dipropionato de betametasona permite o uso de agulha de fino calibre (até calibre 25) para administração intradérmica e intralesional. O Dipropionato de Betametasona + Fosfato Dissódico de Betametasona (substância ativa) é uma suspensão injetável de dipropionato de betametasona e fosfato dissódico de betametasona.

  • CadamL de Dipropionato de Betametasona + Fosfato Dissódico de Betametasona (substância ativa) contém 5mg de betametasona como dipropionato e 2mg de betametasona como fosfato dissódico, em veículo estéril tamponado e conservado.
  • Os glicocorticoides, como a betametasona, causam profundos e variados efeitos metabólicos e modificam a resposta imunológica do organismo a diversos estímulos.

A betametasona possui grande atividade glicocorticoide e pequena atividade mineralocorticoide. Cuidados de Armazenamento do BetaTrinta Conservar em temperatura ambiente (entre 15 o C e 30 º C). Proteger da luz. Manter a ampola no interior da caixa até o momento do uso.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características do produto Suspensão homogênea branca contida em ampola de vidro, isenta de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Dizeres Legais do BetaTrinta M.S.: 1.0043.0917 Farm.

  • Indústria Brasileira
  • Fabricado por:

Eurofarma Laboratórios S.A.Rod. Pres. Castello Branco, Km 35,6

  1. Itapevi – SP
  2. Central de Atendimento Eurofarma:
  3. 0800 704 3876
  4. Venda sob prescrição médica.

: Bula do BetaTrinta | Blog dr.consulta
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Quais são os benefícios da injeção Beta 30?

Indicação – BetaTrinta® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) está indicado para o tratamento de doenças agudas e crônicas que respondem aos corticoides. A terapia hormonal com corticosteroide é coadjuvante e não substitui a terapêutica convencional.

BetaTrinta® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) é indicado para os seguintes quadros clínicos: Alterações osteomusculares e de tecidos moles – Artrite reumatoide, osteoartrite, bursite, espondilite anquilosante, espondilite radiculite, dor no cóccix, ciática, lumbalgo, torcicolo, exostose, fascite.

Condições alérgicas – Asma brônquica crônica (inclusive terapia adjuvante para o estado de mal asmático), rinite alérgica devida a pólen, edema angioneurótico, bronquite alérgica, rinite alérgica sazonal ou perene, hipersensibilidade à droga, doença do soro, picadas de insetos.

Condições dermatológicas – Dermatite atópica, neurodermatite circunscrita (líquen simples crônico), dermatite de contato, dermatite solar grave, urticária, líquen plano hipertrófico, necrobiose lipoídica associada com diabetes mellitus, alopecia areata, lúpus eritematoso discoide, psoríase, queloides, pênfigo, dermatite herpetiforme, acne cística.

Doenças do colágeno – Lúpus eritematoso sistêmico, esclerodermia, dermatomiosite, poliarterite nodosa. Tumores Malignos – Para o tratamento paliativo de leucemias e linfomas em adultos, leucemia aguda da infância. Outras condições – Síndrome adrenogenital, colite ulcerativa, ileíte regional, doença celíaca, afecções dos pés (bursite, hallux rigidus, 5º dedo varo), afecções necessitando de injeções subconjuntivais, transtornos hematológicos que respondem aos corticosteroides, síndrome nefrítica e síndrome nefrótica.
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Quem tem problema de pressão alta pode tomar BetaTrinta?

Homepage Pergunte Ao Especialista Boa Tarde?Tenho Pressão Alta Severa, Posso Tomar Beta Trinta Injetável? Posso Tomar Tramal?

1 respostas Boa tarde?tenho pressão alta severa, posso tomar beta trinta injetável? Posso tomar Tramal? Sim, pode tomar tramal. Pode tomar betatrinta também que é um corticóide potente e imagino que você esteja usando essas medicações porque está com muita dor o que também ajuda a aumentar a pressão.
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Quem tem diabetes pode usar dexametasona?

» Dexametasona e diabetes: os riscos do uso inapropriado de corticoesteroides Há algumas semanas foi divulgado um estudo realizado pela Universidade de Oxford evidenciando os possíveis benefícios do uso de dexametasona em pacientes com infecção de COVID-19.

Os resultados preliminares deste estudo, que ficou conhecido como RECOVERY (Randomised Evaluation of COVID-19 Therapy), mostraram que a administração desse medicamento poderia reduzir a mortalidade em até um terço em pacientes com infecção grave que necessitavam de ajuda de aparelhos para respirar. Para os pacientes com necessidade de oxigênio, a mortalidade poderia ser reduzida a um quinto.

No entanto, para os pacientes com formas leves da doença, o uso da dexametasona não trouxe nenhum benefício. A grande preocupação relacionada à divulgação desses resultados diz respeito à difusão em massa pelas mídias e redes sociais. O medo e a incerteza que a atual pandemia de COVID-19 despertam podem levar a decisões desesperadas na procura por um tratamento, estimulando a auto-medicação e a utilização inadequada dessa medicação.

O problema é que o uso de dexametasona pode ser particularmente perigoso e nós vamos lhe explicar o por quê. A dexametasona é um medicamento do grupo dos corticoesteroides, uma classe que contempla diferentes fármacos com potentes funções anti-inflamatórias. Outros fármacos desse grupo que são bastante conhecidos incluem a prednisona, a prednisolona, a hidrocortisona e os corticoides inalatórios, como a beclometasona, a fluticasona e a budesonida.

O nosso corpo produz um glicocorticoide endógeno chamado de cortisol, que é derivado do metabolismo do colesterol e que é fundamental para a manutenção de diversas funções vitais. Os farmacos dessa classe de medicamentos mimetizam as ações desse nosso hormônio.

Mudanças em determinadas moléculas dessas substâncias permitiram que algumas delas obtivessem maior atividade “mineralocorticoide”, que significa regular a retenção de água e sais importantes para o nosso corpo, enquanto outras obtivessem maior atividade “glicocorticoide”, que significa interferir no metabolismo da glicose.

A função anti-inflamatória, que é a mais desejada nesses medicamentos, está ligada à função glicocorticoide, por isso quanto mais potente for o efeito anti-inflamatório, maiores serão os efeitos indesejados nas reações que envolvem o açúcar do sangue.

O uso de corticoesteroides – como a dexametasona – pode, por si só, levar ao surgimento de diabetes se utilizado por um longo período de tempo. Para aqueles que já tem diabetes, o uso dessas medicações pode procovar uma descompensação da doença, visto que interferem no metabolismo do açúcar, levando à hiperglicemia.

Os corticoesteroides aumentam a produção e o armazenamento de açúcar no sangue pelo fígado. Além disso, eles provocam um aumento na degradação de proteínas, fazendo com que os produtos dessa degradação sejam convertidos em mais glicose para o corpo. Como resposta a essa hiperglicemia, ocorre um aumento na liberação de insulina pelo pâncreas, que é um dos hormônios responsáveis pelo controle do açúcar no sangue.

Quando a insulina está aumentada, algumas células e músculos do nosso corpo passam a criar resistência à sua ação. No diabetes tipo 2, por exemplo, a resistência periférica à ação da insulina e o aumento nos níveis de açúcar do sangue são os principais fatores relacionados ao surgimento do diabetes e ao desenvolvimento de complicações.

Como tudo isso se encontra agravado no paciente em uso de corticoesteroides, entende-se que essas medicações podem descompensar um diabetes que vinha bem controlado. Além dos efeitos no açúcar do sangue, os glicocorticoides também alteram a produção de gordura no corpo, aumentando a formação de gordura abdominal e reduzindo a gordura periférica.

Além disso, essas medicações agem diretamente no fígado, aumentando a produção de triglicerídios, moléculas de colesterol e levando à deposição de gordura no fígado, condição chamada de esteatose. Não é incomum o paciente com diabetes apresentar sobrepeso, obesidade e problemas de colesterol ou triglicerídeos alterados.

Portanto, todas essas condições também poderão ser agravadas durante o uso de corticoesteroides. Além disso, esses medicamentos também aumentam a retenção de sal de água e interferem na resistência dos vasos sanguíneos, provocando aumento da pressão arterial.

  • Todas essas alterações poderão aumentar o risco de doenças cardiovasculares em pacientes com diabetes.
  • Os corticoesteroides também apresentam um efeito importante nos músculos e nos ossos.
  • Além de estimular a quebra das proteínas e enfraquecer os músculos, os corticoesteroides estimulam células que promovem à reabsorção do osso.

Isso significa que esses medicamentos fazem o osso enfraquecer com o tempo. O enfraquecimento dos ossos e dos músculos pode aumentar o risco de queda e de fratura nesses pacientes. O surgimento de catarata, que também está associado ao uso desses medicamentos, também pode contribuir para o risco de queda nesses pacientes.

  1. Por fim, a última (e talvez a mais importante) preocupação diz respeito à suspensão do medicamento.
  2. Lembra que expliquei no início do texto que nosso corpo produz um glicocorticoide endógeno chamado de cortisol? Quando utilizamos corticoesteroides, ocorrem reações no nosso corpo que levam à desregulação da produção desse hormônio.

É como se nosso corpo entendesse que, por estar recebendo glicocorticoides “de fora”, não precisa continuar produzindo por si próprio. Se a medicação for suspensa abruptamente, especialmente após o uso prolongado, pode ocorrer o que se chama de “insuficiência adrenal”, que é quando o corpo não recebe e nem produz mais esse hormônio vital.

  • Os sintomas dessa síndrome podem iniciar com dor abdominal, pressão baixa, náusea, vômitos, falta de apetite, sonolência e perda de peso.
  • Entretanto, é possível inclusive evoluir com quadros mais graves, como choque circulatório e coma.
  • Tudo isso para explicar para vocês a importância de JAMAIS iniciar uma medicação como um glicocorticoide sem a orientação médica adequada! Os resultados finais do estudo que avaliou os benefícios da dexametasona em pacientes com infecção de COVID-19 ainda não foram publicados na íntegra e, se eles serão importantes ou não, só saberemos com o tempo.

Enquanto isso, vamos proteger a nós mesmo e àqueles que amamos lembrando diariamente que nessa batalha contra o coronavírus (ainda) não existe “pílula mágica”. O uso de medicamentos de forma indevida e o desconhecimento dos riscos relacionados podem ser tão graves quanto a infecção contra a qual lutamos diariamente.

Janine AlessiGiovana Berger de OliveiraDébora Wilke FrancoBeatriz D. SchaanGabriela H. TeloREFERÊNCIAS:

Oxford University News Release. Low-cost dexamethasone reduces death by up to one third in hospitalised patients with severe respiratory complications of COVID-19., Oxford United Kingdon, 16 Jun 2020. Available in, Acessed 27 Jun 2020. Axelrod L. Glucocorticoid Therapy. Medicine (Baltimore) 1976;55(1):39-65 : » Dexametasona e diabetes: os riscos do uso inapropriado de corticoesteroides
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Quem tem problema de pressão alta pode tomar beta 30?

Quando não devo usar? – BetaTrinta está contraindicado para pacientes com infecções sistêmicas por fungos, colite ulcerativa não específica, abscesso ou infecções com pus, pacientes com diverticulite, anastomose intestinal recente, úlcera péptica ativa ou latente, pacientes com doenças ou problemas nos rins, pressão alta, osteoporose ou Miastenia gravis e para pacientes com alergia ao dipropionato de betametasona, ao fosfato dissódico de betametasona ou ou a algum dos componentes da fórmula.
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Quanto tempo a Beta 30 fica no organismo?

Homepage Pergunte Ao Especialista Boa Noite Tomei Beta 30, 1 Por Semana + 2 Ampola No Pronto Atendimento Quanto Tempo Leva Pra Sair Do

1 respostas Boa noite tomei beta 30, 1 por semana + 2 ampola no pronto atendimento quanto tempo leva pra sair do organismo? O tempo de meia vida dessa classe de corticoide de depósito é de cerca de 30 dias. Mas o efeito tanto esperado do medicamento quanto os possíveis efeitos colaterais podem variar muito de paciente para pacientes.
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Porque corticoide da diabetes?

Uso prolongado de corticoide contra a Covid-19 pode desencadear diabetes Quem Tem Diabetes Pode Tomar Betatrinta “Para o tratamento da infecção por Covid-19, remédios como a prednisolona e dexametasona têm sido receitados por médicos no momento da consulta. Entretanto, o abuso desses medicamentos pode prejudicar a produção natural do hormônio cortisol. Após este período de pandemia, muitas pessoas deverão procurar o endocrinologista para avaliar a produção deste hormônio, o desmame da medicação e suas reações adversas sobre diversas doenças”, explica a endocrinologista do Hospital Brasília Jamilly Drago.

  1. De acordo com a médica, o corticoide é utilizado especialmente em doenças respiratórias e tópicas, como asma e alergias, tanto virais quanto de pele.
  2. É produzido em laboratório e tem como base os hormônios produzidos pelas glândulas adrenais.
  3. O uso dos corticoides se dá pela sua ação anti-inflamatória potente nas doses utilizadas, permitindo que na segunda fase da Covid-19 – a partir da segunda semana dos sintomas – a lesão nos pulmões seja controlada”, conta a médica endocrinologista do Núcleo de Assessoria Médica da Dasa/Exame Imagem e Laboratório Andrea Fragoso Perozo.

“É importante entender que somente nos casos graves, com necessidade de oxigênio, e em pacientes intubados que encontramos benefício no uso desses medicamentos, levando a uma redução de 20% a 30% nas mortes, como mostrou o estudo RECOVERY da Universidade de Oxford no ano passado”, continua.

  1. No corpo, os efeitos colaterais a longo prazo vão desde aumento do apetite a perda do sono, aumento da pressão arterial e principalmente aumento de açúcar no sangue.
  2. O corticoide é um dos principais medicamentos que levam ao diabetes tipo 2, pois afetam indiretamente o pâncreas, órgão responsável pela produção e distribuição da insulina no sangue.

Assim, o paciente tem um aumento na glicemia e pode não voltar ao normal. O endocrinologista é responsável por orientar sobre a prevenção e tratamento do diabetes e avaliar o uso e a retirada dos corticoides”, explica Jamilly Drago. Jamilly ainda recomenda que, após a contaminação por Covid-19 e o uso de medicamentos como corticoide, são indicados exames para avaliar a dependência do cortisol no sangue e assim proceder o desmame da medicação de forma adequada.

  1. Além desses efeitos, no longo prazo o uso de corticoides também ocasiona efeitos como a osteoporose, glaucoma, aumento no risco de infecções, entre outros.
  2. Seu uso também não pode ser parado abruptamente por pacientes que usaram altas doses do medicamento e/ou por longos períodos, e a redução deve ser gradual e acompanhada por um médico para evitar um quadro de insuficiência adrenal”, conta a endocrinologista Andrea Fragoso Perozo.

“Por isso os pacientes nunca devem usar corticoides por conta própria e devem estar cientes dos efeitos colaterais no curto e longo prazo. No ambiente hospitalar, onde se encontram os quadros da Covid-19 que podem ser tratados com esses medicamentos, é uma boa prática a monitorização da glicemia capilar e da pressão arterial de forma frequente, requisitando o suporte de um médico especialista sempre que necessário para tratar possíveis complicações”, finaliza.
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Quem tem diabetes tipo 2 pode tomar Diprospan?

Homepage Pergunte Ao Especialista Quem Tem Diabetes Pode Tomar Diprospan?

1 respostas Quem tem diabetes pode tomar diprospan? Pacientes diabéticos podem usar diprospan, porém o uso deve ser criterioso. O diprospan é um corticoide que pode aumentar os níveis de glicose no sangue e descompensar o diabetes mellitus. Cada caso deve ser individualizado para se avaliar os benefícios/ riscos do tratamento.
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Qual o mal que a Beta 30 pode causar?

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento) –

Pele: estrias ; hematomas; reação de hipersensibilidade; espinhas; urticária; sudorese excessiva; rash cutâneo; vermelhidão da face e pescoço após aplicação; sintomas e sinais no local de aplicação; aumento de pelos; diminuição da pigmentação cutânea. Sistema nervoso central: depressão ; convulsões; tontura ; cefaleia ; confusão mental; euforia; distúrbio de personalidade; alteração de humor. Sistema gastrintestinal: úlcera péptica com possível perfuração e hemorragia; aumento do tamanho do fígado ; distensão abdominal; alteração em exames do fígado. Sistema geniturinário: diminuição da contagem de espermatozoides. Sistema musculoesquelético: lesão muscular induzida por corticoide; fraqueza muscular; dor muscular. Olhos: aumento de pressão intraocular; catarata. Sistema cardiovascular : pressão alta ; arritmias cardíacas; insuficiência cardíaca congestiva; edema agudo do pulmão; trombose venosa profunda; vasculite. Organismo como um todo: ganho de peso; infecção por fungos.

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Quando devo tomar beta 30?

Homepage Pergunte Ao Especialista Qual O Intervalo Da Dose Da Beta 30, Apliquei Uma Dose Hoje. Quanto Tempo Depois Posso Repetir A Pró

1 respostas Qual o intervalo da dose da beta 30, apliquei uma dose hoje. Quanto tempo depois posso repetir a próxima aplicação. Olá, não existe um tempo fixo para intervalo entre uma dose e outro, essa posologia deve ser estipulada pelo seu médico, que levará em consideração vários fatores, como: seu diagnóstico, outras doenças que você possua, medicamentos que faz uso, efeitos colaterais.
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Onde aplicar a injeção Beta 30?

Instruções de uso do conjunto seringa e agulha com sistema de segurança –

  1. Se a agulha já estiver previamente conectada, puxe para trás o dispositivo de segurança azul.
  2. Caso a agulha não esteja conectada, conecte-a à seringa com firmeza.
  3. Se precisar girar o dispositivo de segurança para orientar o bisel ou ler a escala, segure o dispositivo azul de segurança no ponto em que ele se conecta com a seringa com uma das mãos e gire a seringa com a outra mão.
  4. Remova o protetor da agulha e realize o procedimento de aspiração da suspensão de BetaTrinta ® da ampola normalmente.
  5. Atenção: Não use as duas mãos para fechar o dispositivo azul de segurança após aplicação.
  6. Após aplicação, empurre o dispositivo azul com o dedo.
  7. Continue a apertar até que a agulha esteja totalmente coberta pelo dispositivo e o dispositivo esteja travado. Você ouvirá um clique quando o dispositivo de segurança azul estiver travado. Confirme visualmente se a agulha está coberta.
  8. Aperte o êmbolo para quebrá-lo, impedindo assim a sua reutilização.
  9. Após o único uso, descarte o conjunto agulha + seringa imediatamente num recipiente aprovado para objetos cortantes, conforme normas de segurança.

Advertências: A quebra do dispositivo pode causar respingos. Assegure-se de que a seringa esteja vazia antes de quebrar o êmbolo. Para maior segurança, ao quebrar o êmbolo, segure a seringa voltada para baixo, longe de si próprio e dos outros. Caso o êmbolo quebre prematuramente durante a injeção, continue a apertá-lo até que a dose seja completamente administrada.

  • Para administração intramuscular, intra-articular, periarticular, intrabúrsica, intradérmica, intralesional e em tecidos moles.
  • ​​​​​​Não está indicado para uso intravenoso ou subcutâneo.
  • Este produto só poderá ser injetado por via intramuscular profunda na região glútea usando exclusivamente agulha calibre 30/7.

Por se tratar de uma suspensão injetável BetaTrinta ® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) deve ser aplicado por um profissional de saúde. Agite antes de usar. Técnica estritamente asséptica é mandatória para o uso do produto.
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Qual é a melhor injeção para dor na coluna?

Injeção para dor na coluna – Nos casos em que as dores na coluna atingem níveis extremos e a medicação, fisioterapia e exercícios não ofereceram alívio, medidas mais extremas como as injeções para alívio e bloqueio da dor devem ser tomadas sempre seguindo a recomendação médica.

Injeção Epidural: de efeito rápido, essa infiltração adormece as raízes de alguns nervos específicos da coluna vertebral. A infiltração epidural de corticóides é usada para muitos tipos de dor lombar e dor na perna causadas pela inflamação do nervo ciático ou hérnia de disco. O objetivo da injeção epidural é aliviar a dor e, ás vezes, algumas infiltrações são suficientes. Injeção de Faceta: este procedimento consiste em puncionar a articulação facetaria (ou pontos muito próximos da articulação) com uma agulha e aplicar medicações anestésicas e anti-inflamatórias no local. Se a dor cessar, o problema é realmente na faceta, mas se persistir, é o problema é no disco vertebral. O objetivo da infiltração facetaria é aliviar temporariamente os sintomas, mas em alguns casos, o alívio pode ser bastante duradouro. Rizotomia facetária: indicada para as dores lombares e cervicais, esse procedimento minimamente invasivo é realizado sob anestesia local com uma cânula que atinge cuidadosamente os pontos responsáveis pela dor. Em seguida, é realizado uma lesão por radiofrequência desses ramos para que sua comunicação com o cérebro seja interrompida, evitando os sinais das dores e os estímulos dolorosos. Bloqueio da raiz nervosa escolhida, da articulação facetária ou da articulação sacroilíaca: trata-se de um tipo especial de infiltração na coluna realizado pelo médico especialista em coluna para amenizar a dor neuropática causada por uma inflamação ou compressão nos nervos da coluna. O bloqueio do nervo é realizado mediante uma internação de um dia e dura apenas 20 minutos. Entre seus resultados, está a melhora completa da dor ou a melhora contínua (aos poucos). Em caso de ressurgimento da inflamação após poucos dias, a solução pode ser cirurgia na coluna,

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Quem toma beta 30 pode tomar cerveja?

Homepage Pergunte Ao Especialista Depois De Quantos Dias Posso Ingerir Álcool, Após Tomar Beta 30?

1 respostas Depois de quantos dias posso ingerir álcool, após tomar beta 30? O álcool em si não interfere com a beta 30, então você pode toma-lo no mesmo dia. A questão aqui é: por que você está tomando beta 30? Dependendo da doença o álcool pode ser contraindicado.
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Para que serve o medicamento corticoide?

Os corticoides são substâncias utilizadas para reduzir inflamações ou atividade do sistema imunológico do corpo. Dessa forma, os efeitos do corticoide alteram a ação do hormônio cortisol, influenciando no funcionamento de células da pele, tecido gorduroso ou ossos.

O uso do corticoide está relacionado a problemas de saúde como artrite reumatoide, asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, síndrome do intestino irritável, e mesmo no tratamento de reações alérgicas graves ou anafiláticas. Os efeitos do corticoide podem ser leves, reversíveis e irreversíveis. Por esse motivo, é muito importante entender que o medicamento deve ser utilizado somente com prescrição médica, seguindo a orientação de um profissional.

A seguir, conheça mais sobre essa substância, sua indicação, riscos e efeitos do corticoide!
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Quem é hipertenso pode tomar injeção BetaTrinta?

Quando não devo usar? – BetaTrinta está contraindicado para pacientes com infecções sistêmicas por fungos, colite ulcerativa não específica, abscesso ou infecções com pus, pacientes com diverticulite, anastomose intestinal recente, úlcera péptica ativa ou latente, pacientes com doenças ou problemas nos rins, pressão alta, osteoporose ou Miastenia gravis e para pacientes com alergia ao dipropionato de betametasona, ao fosfato dissódico de betametasona ou ou a algum dos componentes da fórmula.
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Quem tem diabete pode tomar injeção dexametasona?

» Dexametasona e diabetes: os riscos do uso inapropriado de corticoesteroides Há algumas semanas foi divulgado um estudo realizado pela Universidade de Oxford evidenciando os possíveis benefícios do uso de dexametasona em pacientes com infecção de COVID-19.

  • Os resultados preliminares deste estudo, que ficou conhecido como RECOVERY (Randomised Evaluation of COVID-19 Therapy), mostraram que a administração desse medicamento poderia reduzir a mortalidade em até um terço em pacientes com infecção grave que necessitavam de ajuda de aparelhos para respirar.
  • Para os pacientes com necessidade de oxigênio, a mortalidade poderia ser reduzida a um quinto.

No entanto, para os pacientes com formas leves da doença, o uso da dexametasona não trouxe nenhum benefício. A grande preocupação relacionada à divulgação desses resultados diz respeito à difusão em massa pelas mídias e redes sociais. O medo e a incerteza que a atual pandemia de COVID-19 despertam podem levar a decisões desesperadas na procura por um tratamento, estimulando a auto-medicação e a utilização inadequada dessa medicação.

O problema é que o uso de dexametasona pode ser particularmente perigoso e nós vamos lhe explicar o por quê. A dexametasona é um medicamento do grupo dos corticoesteroides, uma classe que contempla diferentes fármacos com potentes funções anti-inflamatórias. Outros fármacos desse grupo que são bastante conhecidos incluem a prednisona, a prednisolona, a hidrocortisona e os corticoides inalatórios, como a beclometasona, a fluticasona e a budesonida.

O nosso corpo produz um glicocorticoide endógeno chamado de cortisol, que é derivado do metabolismo do colesterol e que é fundamental para a manutenção de diversas funções vitais. Os farmacos dessa classe de medicamentos mimetizam as ações desse nosso hormônio.

Mudanças em determinadas moléculas dessas substâncias permitiram que algumas delas obtivessem maior atividade “mineralocorticoide”, que significa regular a retenção de água e sais importantes para o nosso corpo, enquanto outras obtivessem maior atividade “glicocorticoide”, que significa interferir no metabolismo da glicose.

A função anti-inflamatória, que é a mais desejada nesses medicamentos, está ligada à função glicocorticoide, por isso quanto mais potente for o efeito anti-inflamatório, maiores serão os efeitos indesejados nas reações que envolvem o açúcar do sangue.

  • O uso de corticoesteroides – como a dexametasona – pode, por si só, levar ao surgimento de diabetes se utilizado por um longo período de tempo.
  • Para aqueles que já tem diabetes, o uso dessas medicações pode procovar uma descompensação da doença, visto que interferem no metabolismo do açúcar, levando à hiperglicemia.

Os corticoesteroides aumentam a produção e o armazenamento de açúcar no sangue pelo fígado. Além disso, eles provocam um aumento na degradação de proteínas, fazendo com que os produtos dessa degradação sejam convertidos em mais glicose para o corpo. Como resposta a essa hiperglicemia, ocorre um aumento na liberação de insulina pelo pâncreas, que é um dos hormônios responsáveis pelo controle do açúcar no sangue.

Quando a insulina está aumentada, algumas células e músculos do nosso corpo passam a criar resistência à sua ação. No diabetes tipo 2, por exemplo, a resistência periférica à ação da insulina e o aumento nos níveis de açúcar do sangue são os principais fatores relacionados ao surgimento do diabetes e ao desenvolvimento de complicações.

Como tudo isso se encontra agravado no paciente em uso de corticoesteroides, entende-se que essas medicações podem descompensar um diabetes que vinha bem controlado. Além dos efeitos no açúcar do sangue, os glicocorticoides também alteram a produção de gordura no corpo, aumentando a formação de gordura abdominal e reduzindo a gordura periférica.

  • Além disso, essas medicações agem diretamente no fígado, aumentando a produção de triglicerídios, moléculas de colesterol e levando à deposição de gordura no fígado, condição chamada de esteatose.
  • Não é incomum o paciente com diabetes apresentar sobrepeso, obesidade e problemas de colesterol ou triglicerídeos alterados.

Portanto, todas essas condições também poderão ser agravadas durante o uso de corticoesteroides. Além disso, esses medicamentos também aumentam a retenção de sal de água e interferem na resistência dos vasos sanguíneos, provocando aumento da pressão arterial.

  • Todas essas alterações poderão aumentar o risco de doenças cardiovasculares em pacientes com diabetes.
  • Os corticoesteroides também apresentam um efeito importante nos músculos e nos ossos.
  • Além de estimular a quebra das proteínas e enfraquecer os músculos, os corticoesteroides estimulam células que promovem à reabsorção do osso.

Isso significa que esses medicamentos fazem o osso enfraquecer com o tempo. O enfraquecimento dos ossos e dos músculos pode aumentar o risco de queda e de fratura nesses pacientes. O surgimento de catarata, que também está associado ao uso desses medicamentos, também pode contribuir para o risco de queda nesses pacientes.

Por fim, a última (e talvez a mais importante) preocupação diz respeito à suspensão do medicamento. Lembra que expliquei no início do texto que nosso corpo produz um glicocorticoide endógeno chamado de cortisol? Quando utilizamos corticoesteroides, ocorrem reações no nosso corpo que levam à desregulação da produção desse hormônio.

É como se nosso corpo entendesse que, por estar recebendo glicocorticoides “de fora”, não precisa continuar produzindo por si próprio. Se a medicação for suspensa abruptamente, especialmente após o uso prolongado, pode ocorrer o que se chama de “insuficiência adrenal”, que é quando o corpo não recebe e nem produz mais esse hormônio vital.

  1. Os sintomas dessa síndrome podem iniciar com dor abdominal, pressão baixa, náusea, vômitos, falta de apetite, sonolência e perda de peso.
  2. Entretanto, é possível inclusive evoluir com quadros mais graves, como choque circulatório e coma.
  3. Tudo isso para explicar para vocês a importância de JAMAIS iniciar uma medicação como um glicocorticoide sem a orientação médica adequada! Os resultados finais do estudo que avaliou os benefícios da dexametasona em pacientes com infecção de COVID-19 ainda não foram publicados na íntegra e, se eles serão importantes ou não, só saberemos com o tempo.

Enquanto isso, vamos proteger a nós mesmo e àqueles que amamos lembrando diariamente que nessa batalha contra o coronavírus (ainda) não existe “pílula mágica”. O uso de medicamentos de forma indevida e o desconhecimento dos riscos relacionados podem ser tão graves quanto a infecção contra a qual lutamos diariamente.

Janine AlessiGiovana Berger de OliveiraDébora Wilke FrancoBeatriz D. SchaanGabriela H. TeloREFERÊNCIAS:

Oxford University News Release. Low-cost dexamethasone reduces death by up to one third in hospitalised patients with severe respiratory complications of COVID-19., Oxford United Kingdon, 16 Jun 2020. Available in, Acessed 27 Jun 2020. Axelrod L. Glucocorticoid Therapy. Medicine (Baltimore) 1976;55(1):39-65 : » Dexametasona e diabetes: os riscos do uso inapropriado de corticoesteroides
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Quem tem problema de pressão pode tomar BetaTrinta?

Homepage Pergunte Ao Especialista Boa Tarde?Tenho Pressão Alta Severa, Posso Tomar Beta Trinta Injetável? Posso Tomar Tramal?

1 respostas Boa tarde?tenho pressão alta severa, posso tomar beta trinta injetável? Posso tomar Tramal? Sim, pode tomar tramal. Pode tomar betatrinta também que é um corticóide potente e imagino que você esteja usando essas medicações porque está com muita dor o que também ajuda a aumentar a pressão.
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Porque corticoide da diabetes?

Uso prolongado de corticoide contra a Covid-19 pode desencadear diabetes Quem Tem Diabetes Pode Tomar Betatrinta “Para o tratamento da infecção por Covid-19, remédios como a prednisolona e dexametasona têm sido receitados por médicos no momento da consulta. Entretanto, o abuso desses medicamentos pode prejudicar a produção natural do hormônio cortisol. Após este período de pandemia, muitas pessoas deverão procurar o endocrinologista para avaliar a produção deste hormônio, o desmame da medicação e suas reações adversas sobre diversas doenças”, explica a endocrinologista do Hospital Brasília Jamilly Drago.

  • De acordo com a médica, o corticoide é utilizado especialmente em doenças respiratórias e tópicas, como asma e alergias, tanto virais quanto de pele.
  • É produzido em laboratório e tem como base os hormônios produzidos pelas glândulas adrenais.
  • O uso dos corticoides se dá pela sua ação anti-inflamatória potente nas doses utilizadas, permitindo que na segunda fase da Covid-19 – a partir da segunda semana dos sintomas – a lesão nos pulmões seja controlada”, conta a médica endocrinologista do Núcleo de Assessoria Médica da Dasa/Exame Imagem e Laboratório Andrea Fragoso Perozo.

“É importante entender que somente nos casos graves, com necessidade de oxigênio, e em pacientes intubados que encontramos benefício no uso desses medicamentos, levando a uma redução de 20% a 30% nas mortes, como mostrou o estudo RECOVERY da Universidade de Oxford no ano passado”, continua.

  • No corpo, os efeitos colaterais a longo prazo vão desde aumento do apetite a perda do sono, aumento da pressão arterial e principalmente aumento de açúcar no sangue.
  • O corticoide é um dos principais medicamentos que levam ao diabetes tipo 2, pois afetam indiretamente o pâncreas, órgão responsável pela produção e distribuição da insulina no sangue.

Assim, o paciente tem um aumento na glicemia e pode não voltar ao normal. O endocrinologista é responsável por orientar sobre a prevenção e tratamento do diabetes e avaliar o uso e a retirada dos corticoides”, explica Jamilly Drago. Jamilly ainda recomenda que, após a contaminação por Covid-19 e o uso de medicamentos como corticoide, são indicados exames para avaliar a dependência do cortisol no sangue e assim proceder o desmame da medicação de forma adequada.

  • Além desses efeitos, no longo prazo o uso de corticoides também ocasiona efeitos como a osteoporose, glaucoma, aumento no risco de infecções, entre outros.
  • Seu uso também não pode ser parado abruptamente por pacientes que usaram altas doses do medicamento e/ou por longos períodos, e a redução deve ser gradual e acompanhada por um médico para evitar um quadro de insuficiência adrenal”, conta a endocrinologista Andrea Fragoso Perozo.

“Por isso os pacientes nunca devem usar corticoides por conta própria e devem estar cientes dos efeitos colaterais no curto e longo prazo. No ambiente hospitalar, onde se encontram os quadros da Covid-19 que podem ser tratados com esses medicamentos, é uma boa prática a monitorização da glicemia capilar e da pressão arterial de forma frequente, requisitando o suporte de um médico especialista sempre que necessário para tratar possíveis complicações”, finaliza.
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