Quem Tem Diabetes Pode Tomar Ivermectina

Homepage Pergunte Ao Especialista Quem Tem Diabete E Faz Uso E Mettformina Pode Usar Ivermectina?

2 respostas Quem tem diabete e faz uso e Mettformina pode usar ivermectina? Olá! Ter diabetes e usar metformina não contraindica o uso da Ivermectina. Lembrando que, como toda medicação, não deve ser utilizada sem prescrição médica. À disposição!
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Qual o remédio de verme diabético pode tomar?

Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? Quem Tem Diabetes Pode Tomar Ivermectina Não existe nenhuma contra-indicação dele tomar Annita pelo fato de sr diabético! Mais importante é manter as taxas controladas e seguir a dieta
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Quais os remédios que quem tem diabetes não pode tomar?

Corticóides injetáveis de ação prolongada podem causar aumento importante da glicemia, que se mantém por vários dias. Os anti-inflamatórios devem ser usados com cuidado e somente sob orientação médica, em pessoas com diabetes e insuficiência renal. Devem ser evitados, sempre que possível.
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Quem tem diabete pode tomar o comprimido?

O uso de medicamentos orais e/ou de insulina na diabetes tipo 2 é adotado apenas quando o tratamento usual não é suficiente para controlar os níveis de açúcar no sangue.
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Para que é que serve ivermectina?

A ivermectina é eficaz contra a COVID-19? Mensagens-chaves Não encontramos evidências para apoiar o uso de ivermectina no tratamento da COVID-19 ou na prevenção da infecção pelo SARS-CoV-2. A base de evidências melhorou ligeiramente nesta atualização, mas ainda é limitada. A avaliação da ivermectina continua em 31 ensaios em andamento e atualizaremos esta revisão novamente quando seus resultados estiverem disponíveis. O que é ivermectina? Ivermectina é um medicamento usado para tratar parasitas, como parasitas intestinais em animais, e sarna em humanos. É um medicamento barato e é amplamente utilizado em regiões do mundo onde as infestações parasitárias são comuns. A ivermectina tem poucos efeitos indesejados. As autoridades médicas não tem aprovado a ivermectina para a COVID-19. O que queríamos descobrir? Queríamos atualizar nosso conhecimento sobre se a ivermectina reduz a morte, doença e duração da infecção em pessoas com COVID-19, ou se é útil na prevenção da infecção. Incluímos ensaios comparando o medicamento com placebo (tratamento falso), cuidados habituais, ou tratamentos para COVID-19 que são conhecidos por funcionar até certo ponto, tais como a dexametasona. Excluímos os ensaios comparando a ivermectina com outros medicamentos que não funcionam, como a hidroxicloroquina, ou cuja eficácia contra a COVID-19 é incerta. Avaliamos os efeitos da ivermectina em pessoas infectadas quanto: – ao risco de morrer; – se a COVID-19 das pessoas melhorou ou piorou; – qualidade de vida; – efeitos indesejáveis graves e não graves; – a ficar livre do vírus; Para a prevenção, buscamos o efeito na prevenção da infecção pelo SARS-CoV-2 e da doença COVID-19. O que nós fizemos? Procuramos por ensaios controlados aleatórios que investigassem a ivermectina para prevenir ou tratar a COVID-19. As pessoas tratadas no hospital ou como pacientes externos tinham que ter a COVID-19 confirmada em laboratório. Nesta atualização, também investigamos a confiabilidade dos ensaios e só os incluímos se eles preenchessem critérios éticos e científicos claros. Comparamos e resumimos os resultados dos ensaios e classificamos nossa confiança nas evidências, com base em critérios comuns, tais como métodos e tamanhos dos ensaios. O que descobrimos? Excluímos sete dos 14 ensaios incluídos na revisão anterior, pois esses ensaios não cumpriam os critérios éticos e científicos esperados. Junto com quatro novos ensaios, incluímos 11 ensaios com 3409 participantes que investigaram a ivermectina combinada com qualquer cuidado usual em comparação com o mesmo cuidado usual ou placebo. Para o tratamento, houve cinco ensaios com pessoas hospitalizadas com COVID-19 moderada e seis ensaios com pacientes ambulatoriais com COVID-19 moderada. Os ensaios utilizaram diferentes doses de ivermectina e diferentes durações de tratamento. Nenhum ensaio investigou ivermectina para prevenir a infecção pelo SARS-CoV-2. Também encontramos 31 ensaios em andamento, e 28 ensaios adicionais que ainda requerem esclarecimento dos autores ou ainda não publicados. Principais resultados Tratamento de pessoas internadas com COVID-19 Não sabemos se a ivermectina em comparação com placebo ou cuidados usuais em 28 dias após o tratamento: – leva a mais ou menos mortes (3 ensaios, 230 pessoas); – piora ou melhora o estado dos pacientes, avaliado pela necessidade de ventilação ou morte (2 ensaios, 118 pessoas); – aumenta ou reduz os eventos indesejáveis graves (2 ensaios, 197 pessoas). A ivermectina em comparação com placebo ou cuidados usuais em 28 dias após o tratamento, pode fazer pouca ou nenhuma diferença para: – melhoria da condição dos pacientes, avaliada por alta hospitalar (1 ensaio, 73 pessoas); – eventos não sérios indesejáveis (3 ensaios, 228 participantes). Sete dias após o tratamento, a ivermectina pode fazer pouca ou nenhuma diferença na redução de testes COVID-19 negativos (3 ensaios, 231 participantes) em comparação com placebo ou cuidados usuais. Tratamento de pacientes ambulatoriais com COVID-19: A ivermectina em comparação com placebo ou cuidados usuais em 28 dias após o tratamento, provavelmente faz pouca ou nenhuma diferença nas pessoas que morrem (6 ensaios, 2860 pessoas). A ivermectina em comparação com placebo ou cuidados usuais em 28 dias após o tratamento, faz pouca ou nenhuma diferença na qualidade de vida (1 ensaio, 1358 pessoas). A ivermectina em comparação com placebo ou cuidados usuais em 28 dias após o tratamento, pode fazer pouca ou nenhuma diferença para: – agravamento do estado dos pacientes, avaliado por admissão no hospital ou morte (2 ensaios, 590 pessoas); – eventos indesejáveis graves (5 ensaios, 1502 pessoas); – eventos não sérios indesejáveis (5 ensaios, 1502 participantes); – melhorando os sintomas COVID-19 das pessoas em 14 dias após o tratamento (2 ensaios, 478 pessoas); – número de pessoas com testes COVID-19 negativos 7 dias após o tratamento (2 ensaios, 331 pessoas). Quais são as limitações das evidências? Nossa confiança nas evidências, especialmente para pacientes ambulatoriais, melhorou desde a última versão da revisão, porque pudemos olhar para mais participantes incluídos em ensaios de alta qualidade. Embora estejamos suficientemente confiantes quanto aos nossos resultados sobre o risco de morte e qualidade de vida das pessoas, a confiança nas evidências ainda é baixa para muitos outros desfechos ambulatoriais e hospitalares porque apenas alguns episódios foram medidos. Os métodos diferiram entre os ensaios e não forneceram informações que nos interessavam, como desfechos relevantes. Até que ponto esta revisão está atualizada? A pesquisa sistemática de literatura está atualizada até 16 de dezembro de 2021. Além disso, incluímos ensaios com > 1000 participantes até abril de 2022. Conclusão dos autores: Para pacientes ambulatoriais, há atualmente evidências de baixa a alta certeza de que o ivermectina não tem efeito benéfico para as pessoas com COVID-19. Com base na evidência de muito baixa certeza para pacientes internados, ainda não sabemos se a ivermectina impede a morte ou o agravamento clínico ou aumenta os eventos adversos graves, enquanto há evidência de baixa certeza de que ela não tem nenhum efeito benéfico em relação à melhoria clínica, à depuração viral e aos eventos adversos. Não há evidências disponíveis sobre a ivermectina para prevenir a infecção pelo SARS-CoV-2. Nesta atualização, a certeza da evidência aumentou através dos ensaios de maior qualidade que incluíram mais participantes. De acordo com o foco contínuo desta revisão, atualizaremos continuamente nossa busca. Leia o resumo na íntegra. Introdução: A ivermectina, um agente antiparasitário, inibe a replicação dos vírus in vitro. A hipótese molecular do mecanismo de ação antiviral da ivermectina sugere um efeito inibitório na replicação do coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SRA-CoV-2) nos estágios iniciais de infecção. Atualmente, as evidências sobre a ivermectina para a prevenção da infecção pelo SARS-CoV-2 e o tratamento COVID-19 são conflitantes. Objetivos: Para avaliar a eficácia e segurança da ivermectina mais o padrão de cuidados em comparação com o padrão de cuidados mais/menos placebo, ou qualquer outra intervenção comprovada para pessoas com COVID-19 recebendo tratamento como pacientes internados ou ambulatoriais, e para prevenção de uma infecção com SARS-CoV-2 (profilaxia pós-exposição). Métodos de busca: Pesquisamos semanalmente o Registro de Estudos Cochrane COVID-19, Web of Science (Índice de Citação Emergente e Índice de Citação Científica), a base de dados COVID-19 da OMS: literatura global sobre a doença por coronavírus e na base de dados da HTA para identificar ensaios completos e em andamento sem restrição de idioma até 16 de Dezembro de 2021. Além disso, incluímos ensaios com > 1000 participantes até abril de 2022. Critério de seleção: Incluímos ensaios randomizados controlados (ECRs) comparando ivermectina com padrão de tratamento, placebo ou outra intervenção comprovada para tratamento de pessoas com diagnóstico confirmado de COVID-19, independentemente da gravidade da doença ou do ambiente de tratamento, e para prevenção da infecção pelo SARS-CoV-2. As co-intervenções tinham que ser as mesmas nos dois braços dos ensaios. Para esta revisão atualizada, reavaliamos os ensaios elegíveis para a integridade da pesquisa: apenas os ECRs registrados prospectivamente em um registro de ensaios de acordo com as diretrizes da OMS para registro de ensaios clínicos eram elegíveis para inclusão. Coleta dos dados e análises: Avaliamos os ECRs quanto ao viés, utilizando a ferramenta Cochrane RoB 2. Utilizamos o GRADE para avaliar a certeza das evidências para os resultados nos seguintes cenários e populações: 1) tratar pacientes internados com COVID-19 moderada a severa, 2) tratar pacientes ambulatoriais com COVID-19 leve (desfechos: mortalidade, piora ou melhora clínica, eventos adversos (graves), qualidade de vida e depuração viral) e 3) prevenir a infecção pelo SARS-CoV-2 (desfechos: infecção por SARS-CoV-2, desenvolvimento de sintomas de COVID-19, admissão ao hospital, mortalidade, eventos adversos e qualidade de vida). Principais resultados: Excluímos sete dos 14 ensaios incluídos na versão anterior; seis não foram registrados prospectivamente e um não era randomizado. Esta revisão atualizada inclui 11 ensaios com 3409 participantes investigando ivermectina mais padrão de cuidado em comparação com o padrão de cuidado mais/menos placebo. Nenhum ensaio investigou a ivermectina para prevenção de infecção ou comparou a ivermectina a uma intervenção com eficácia comprovada. Cinco ensaios trataram participantes com COVID-19 moderada (internação); seis com COVID-19 moderada (ambulatório). Oito ensaios foram duplamente cegos e controlados por placebo e três ensaios foram abertos. Cerca de 50% dos resultados dos ensaios foram considerados de baixo risco de viés. Identificamos 31 ensaios em andamento. Além disso, existem 28 ensaios potencialmente elegíveis sem publicação dos resultados, ou com disparidades nos relatórios dos métodos e resultados, mantidos em “espera de classificação” até que os autores do ensaio esclareçam as questões mediante solicitação. Ivermectina para o tratamento da COVID-19 em regime de internação com doença moderada a severa Temos dúvidas se a ivermectina mais padrão de cuidado comparado ao padrão de cuidado mais/menos placebo reduz ou aumenta a mortalidade por todas as causas em 28 dias (risco relativo (RR) 0,60, intervalo de confiança de 95% (IC) 0,14 a 2,51; 3 ensaios, 230 participantes; muito baixa certeza da evidência); ou agravamento clínico, avaliado pelos participantes com nova necessidade de ventilação mecânica invasiva ou morte em 28 dias (RR 0.82, 95% IC 0,33 a 2,04; 2 ensaios, 118 participantes;muito baixa certeza da evidência); ou eventos adversos graves durante o período do ensaio (RR 1,55, 95% IC 0,07 a 35,89; 2 ensaios, 197 participantes; muito baixa certeza da evidência). A ivermectina mais padrão de cuidado comparado ao padrão de cuidado mais placebo, pode ter pouco ou nenhum efeito na melhora clínica, conforme avaliado pelo número de participantes que receberam alta vivos em 28 dias (RR 1,03, 95% IC 0,78 a 1.35; 1 ensaio, 73 participantes; baixa certeza da evidência); sobre quaisquer eventos adversos durante o período do ensaio (RR 1,04, 95% IC 0,61 a 1,79; 3 ensaio, 228 participantes; baixa certeza da evidência); e sobre a depuração viral aos 7 dias (RR 1,12, 95% CI 0,80 a 1,58; 3 ensaios, 231 participantes; baixa certeza da evidência). Nenhum ensaio investigou a qualidade de vida em qualquer momento. Ivermectina para o tratamento da COVID-19 em pacientes ambulatoriais com doença assintomática ou leve A ivermectina mais padrão de cuidado comparado ao padrão de cuidado mais/menos placebo provavelmente tem pouco ou nenhum efeito sobre a mortalidade por todas as causas em 28 dias (RR 0,77, 95% IC 0,47 a 1.25; 6 ensaios, 2860 participantes; moderada certeza da evidência) e pouco ou nenhum efeito sobre a qualidade de vida, medido pela escala PROMIS Global-10 (diferença média do componente físico (DM) 0,00, 95% IC -0,98 a 0,98; e o componente mental DM 0,00, 95% IC -1,08 a 1,08; 1358 participantes; alta certeza da evidência). A ivermectina pode ter pouco ou nenhum efeito sobre o agravamento clínico, avaliado pela admissão no hospital ou morte em 28 dias (RR 1,09, 95% IC 0,20 a 6,02; 2 ensaios, 590 participantes; baixa certeza da evidência); sobre a melhora clínica, avaliado pelo número de participantes com todos os sintomas iniciais resolvidos em até 14 dias (RR 0,90, 95% IC 0,60 a 1.36; 2 ensaios, 478 participantes; baixa certeza da evidência); sobre eventos adversos graves (RR 2,27, 95% IC 0,62 a 8,31; 5 ensaios, 1502 participantes; baixa certeza da evidência); sobre quaisquer eventos adversos durante o período do ensaio (RR 1.24, 95% IC 0,87 a 1,76; 5 ensaios, 1502 participantes; baixa certeza da evidência) e sobre a depuração viral em 7 dias comparado ao placebo (RR 1,01, 95% IC 0,69 a 1,48; 2 ensaios, 331 participantes; baixa certeza da evidência). Nenhum dos ensaios que relataram a duração dos sintomas foi elegível para meta-análise. Notas de tradução: Tradução do Cochrane Brazil (Aline Rocha). Contato: [email protected]
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Qual é o tipo de verme que causa quem tem diabetes?

A infecção pelo S. stercoralis acontece pela penetração, através da pele íntegra ou das mucosas (quando são deglutidas), de larvas filarióides (L3) presentes no solo ou alimentos contaminados.
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Qual o verme que ataca o pâncreas?

“Cuidado com os alimentos, como cozimento adequado e a lavagem de saladas e verduras cruas são fundamentais. O uso do cloro na água do cozimento pode ajudar, assim como a higiene adequada das mãos antes do preparo e consumo de alimentos” – “As verminoses da pele provocam coceira, enquanto no aparelho digestivo podem provocar diarreias persistentes e intensas, fadiga, perda de peso e inchaço na barriga.

Casos mais graves podem provocar desnutrição, infecção generalizada e até a morte. Mas, felizmente, isso é bem raro”, comenta. Apesar de grande parte das verminoses apresentar os mesmos sintomas, algumas possuem características específicas que ajudam no diagnóstico. A infectologista pediatria do Hospital Sírio-Libanês desdobra alguns dos vermes e suas doenças: • Áscaris: na fase inicial, é possível ocorrer uma forma de pneumonia pela passagem do verme pelos pulmões.

Na fase tardia, quando há grande quantidade de vermes adultos no intestino, pode acontecer uma obstrução intestinal ou a migração do verme com problemas na vesícula biliar, fígado e pâncreas. • Tênias do peixe (Difilotrías): podem causar anemia por deficiência de vitamina B12.

  • Ancilóstomos, Necatores: pela penetração da larva na pele, pode cursar com lesões pruriginosas no local.
  • Na fase inicial, podem acometer pulmões, causando sintomas leves de tosse.
  • Tardiamente pode cursar com anemia por perda de sangue pelo intestino,
  • Estrongiloides: parecido com os Ancilóstomos, também podem penetrar pela pele.

Inicialmente, vão para os pulmões, podendo causar sintomas leves, como tosse e desconforto no peito. Em pacientes com imunodeficiência, podem causar quadro grave com disseminação do verme pelo corpo. • Esquistossomose: quando não tratada e após muitos anos, pode causar lesões no fígado e baço, levando ao quadro conhecido como “barriga d’água”.

  1. Neurocisticercose: se adquire pela ingestão dos ovos da Tênia do porco.
  2. Pode causar dor de cabeça, náusea, vômitos, confusão mental e até convulsões.
  3. A prevenção das verminoses é bastante simples.
  4. Mantendo as medidas de higiene, principalmente lavando as mãos constantemente (principalmente após ir ao banheiro e antes de comer) e fazer a higiene dos alimentos são dois pontos importantes.

Antes de comer alimentos crus, lavar bem e deixar de molho e comer comidas somente de fontes conhecidas”, cita a infectologista do Hospital Samaritano de São Paulo, Dra. Bianca Grassi. O Dr. Graz complementa realçando que o desprezo adequado do esgoto e o tratamento da água de consumo são algumas das melhores maneiras de evitar verminoses.
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Quais os medicamentos que aumentam a diabetes?

Seis vilões do índice glicêmico O açúcar no sangue aumenta à medida que seu corpo trabalha para combater uma doença. Alguns medicamentos, como antibióticos, descongestionantes que contêm pseudoefedrina ou fenilefrina, corticosteróides (como a prednisona), diuréticos e antidrepessivos também podem elevar a taxa de glicose do sangue.
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O que é bom para curar a diabetes?

Insulina humana e metformina estão entre os tipos de remédio para diabetes mais comuns.
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Qual é o remédio mais eficaz para diabetes tipo 2?

Quem Tem Diabetes Pode Tomar Ivermectina O Brasil é o quinto país em incidência de diabetes no mundo e contabiliza 16,8 milhões de pacientes de 20 a 79 anos iStock/Getty Images Publicidade Em um grande ensaio clínico que comparou quatro medicamentos usados ​​para tratar diabetes tipo 2, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Minnesota descobriram que a insulina glargina e a liraglutida são as melhores escolhas.

Os resultados foram publicados em um par de artigos no periódico The New England Journal of Medicine, O Brasil é o quinto país em incidência de diabetes no mundo e contabiliza 16,8 milhões de pacientes na faixa etária de 20 a 79 anos, perdendo apenas para China, Índia, Estados Unidos e Paquistão. A estimativa da incidência da doença em 2030 chega a 21,5 milhões, de acordo com o Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês),

“É o primeiro estudo a comparar a eficácia de quatro medicamentos comumente usados ​​para tratar diabetes tipo 2”, disse Elizabeth Seaquist, endocrinologista e chefe do Departamento de Medicina da faculdade. “Este estudo fornece evidências que os médicos podem usar no desenvolvimento de planos de tratamento com seus pacientes”.

  1. Os participantes que tomaram metformina combinada com liraglutida ou insulina glargina alcançaram e mantiveram seus níveis sanguíneos dentro dos níveis adequados por mais tempo em comparação com os medicamentos sitagliptina ou glimepirida.
  2. Isso se traduziu em aproximadamente seis meses a mais com os níveis de glicose no sangue na faixa-alvo em comparação com a sitagliptina, que foi a menos eficaz na manutenção dos níveis-alvo.

Os efeitos do tratamento não diferiram com base na idade, sexo, raça ou etnia. No entanto, nenhuma das combinações superou esmagadoramente as outras. Embora haja um consenso geral entre os profissionais de saúde de que a metformina combinada com dieta e exercícios é a melhor abordagem precoce no tratamento do diabetes, não há consenso sobre o que fazer a seguir para manter a glicose alta no sangue sob controle.

Diabetes estudo Medicamentos Pesquisa Remédios

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Qual o nome do remédio para diabetes que emagrece?

OZEMPIC: INJEÇÃO PARA EMAGRECER esgota em farmácias após viralizar no TikTok

  • O Ozempic, medicamento criado para tratar diabetes tipo 2, passou a ser utilizado como remédio para emagrecer após seu efeito colateral de perda de peso ser identificado.
  • Diante disso, o Ozempic viralizou nas redes sociais, especialmente na plataforma do Tiktok, como uma injeção para emagrecer, o que aumentou a quantidade de compra do remédio em vários países.
  • Como consequência da grande procura, o medicamento esgotou em diversas farmácias, prejudicando o tratamento de inúmeros pacientes diabéticos que não conseguiram obter o Ozempic.

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Qual é o melhor horário para tomar a ivermectina?

Qual o modo de usar a Ivermectina? – Para evitar reações como náuseas, vômitos e diarréias, o indicado é fazer uso da Ivermectina de estômago vazio, cerca de 2 horas após uma refeição. Não existe horário ideal para ingerir o medicamento, mas como o tratamento normalmente é feito por meio de dose única, é importante que a recomendação médica seja respeitada e que não sejam ingeridas outras doses.

Se no seu caso, especificamente, for necessário mais de uma dose e você se esquecer de tomar, tome assim que se lembrar e reinicie o tratamento. Nunca faça uso de dose dobrada para tentar compensar a dose esquecida. Alguns remédios podem interferir no efeito da Ivermectina e até mesmo causar reações adversas.

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Por isso, caso esteja fazendo uso de algum medicamento controlado, inclusive fitoterápicos, avise seu médico antes de iniciar o tratamento. Fique atento para o uso dos seguintes medicamentos: paracetamol, aspirina, anticonvulsivante, vermífugo, anti-histamínico, multivitamínicos, laxantes, corticoide, antibióticos, outros antiparasitários e medicamentos para pacientes cardíacos.
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Pode tomar 3 comprimidos de ivermectina de uma vez só?

Verificação O que diz a bula da ivermectina – Disponível no bulário eletrônico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a bula da ivermectina recomenda a ingestão de uma dose única do medicamento para tratar doenças causadas por vermes ou parasitas. Quem Tem Diabetes Pode Tomar Ivermectina No caso do tratamento para oncocercose, a dose oral única deve ser de 150 mcg/kg de peso corporal. Uma pessoa que pesa entre 65 kg e 84 kg deve tomar dois comprimidos. Quem Tem Diabetes Pode Tomar Ivermectina A bula esclarece que a dose não deve ser repetida, a menos que haja recomendação médica e após a realização de exames laboratoriais. Também informa que, “em caso de intoxicação acidental ou na exposição significativa a quantidades desconhecidas de formulações veterinárias de ivermectina em humanos, seja por ingestão, inalação, injeção ou exposição de áreas do corpo”, o paciente deve procurar assistência médica imediatamente levando, se possível, a bula ou a embalagem do medicamento.
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Qual o prazo para tomar ivermectina?

A dosagem é indicada conforme o peso da pessoa e deve ser tomada em três etapas, uma a cada 15 dias, para manter o nível plasmático do medicamento no organismo durante os próximos meses da pandemia.
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O que diabetes tipo 2 causa no corpo?

Quais os sintomas do diabetes? – Sintomas do diabetes tipo 1:

Fome frequente; Sede constante; Vontade de urinar diversas vezes ao dia; Perda de peso; Fraqueza; Fadiga; Mudanças de humor; Náusea e vômito.

Sintomas do diabetes tipo 2:

Fome frequente; Sede constante; Formigamento nos pés e mãos; Vontade de urinar diversas vezes; Infecções frequentes na bexiga, rins, pele e infecções de pele; Feridas que demoram para cicatrizar; Visão embaçada.

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O que é bom para limpar o pâncreas?

Conheça os principais cuidados com o pâncreas – Gastroclínica Florianópolis Quem Tem Diabetes Pode Tomar Ivermectina O pâncreas é uma glândula imprescindível e que é encarregada de secretar alguns sucos produzidos pelo organismo, permitindo a digestão correta dos alimentos. Assim, é importante saber como cuidar do órgão e manter seu funcionamento em dia. Confira dicas para cuidar e proteger seu pâncreas.

Alimentos vegetais O consumo de vegetais como brócolis, couve-flor e repolho é benéfico para o pâncreas, protegendo o órgão de tumores. O ideal é preparar os vegetais no vapor e consumi-los duas vezes por semana. Fumo Entre os inúmeros malefícios do cigarro, os danos ao pâncreas podem ser muito elevados.

O fumo pode ser responsável por tumores e pelo desenvolvimento de câncer no órgão, além de ser extremamente prejudicial à saúde como um todo. Alimentação balanceada Para proteger o pâncreas é necessário evitar alimentos processados, frituras, farinhas refinadas, açúcares e refrigerantes.

Estes alimentos contam com altas doses de gordura saturada, que é prejudicial ao órgão. Desintoxicação O pâncreas está encarregado de sintetizar uma série de enzimas essenciais que ajudam no processo de digestão dos alimentos. Por isso, quando não funciona bem, todo sistema digestivo é prejudicado, assim como pode gerar desequilíbrio hormonal, ocasionando, por exemplo, diabetes.

Para evitar sobrecarga no órgão, o ideal é desintoxicar. O processo consiste em consumir muita água e manter uma dieta rica em antioxidantes, ou seja, abundante em frutas como laranja, kiwi, manga, morango. Além disso, sucos que incluem verduras como a couve podem ajudar nessa desintoxicação.
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Como é as fezes de quem tem problema no pâncreas?

Homepage Doenças Pancreatite Crônica Qual A Característica Das Fezes De Um Paciente Com Pancreatite?

1 respostas qual a característica das fezes de um paciente com pancreatite? As alterações das fezes de pacientes com pancreatite crônica acontece apenas nas fases mais avançadas da doença. No início, as fezes podem ser normais. Com a evolução da pancreatite crônica, as fezes podem se tornar mais claras (às vezes acinzentadas), pegajosas e menos densas pela presença de maior quantidade de gordura, passando a boiar na água do vaso sanitário.
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Quem tem diabete pode tomar remédio de verme Annita?

Bula do Annita para o Paciente BULA COMPLETA DO ANNITA PARA O PACIENTE

  • Annita (com rev)_AR040714_Bula Paciente
  • ANNITA®
  • Farmoquímica S/A
  • Comprimido Revestido
  • 500 mg
  • BULA PACIENTE
  • nitazoxanida
  • APRESENTAÇÃO:
  • Comprimido revestido – nitazoxanida 500 mg – embalagem contendo blíster com 6 comprimidos.
  • VIA ORAL
  • USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS
  • COMPOSIÇÃO:
  • Cada comprimido revestido contém:

nitazoxanida,500 mg

  1. Excipientes: amido, hipromelose, sacarose, amidoglicolato de sódio, água, talco, estearato de magnésio,
  2. álcool isopropílico, macrogol, óxido de ferro amarelo, dióxido de titânio, Eudragit L100, acetona e citrato
  3. de trietila.
  4. INFORMAÇÕES AO PACIENTE:

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

  • Annita® é indicado no tratamento das seguintes infecções:
  • gastroenterites virais provocadas por rotavírus e norovírus;
  • helmintíases provocadas por nematódeos, cestódeos e trematódeos, como: Enterobius vermicularis,
  • Ascaris lumbricoides, Strongyloides stercolaris, Ancylostoma duodenale, Necator americanus,
  • Trichuris trichiura, Taenia sp e Hymenolepis nana;
  • amebíase, para tratamento da diarreia por amebíase intestinal aguda ou disenteria amebiana causada
  • pelo complexo Entamoeba histolytica/díspar;
  • giardíase, para tratamento da diarreia causada por Giardia lamblia ou Giardia intestinalis;
  • criptosporidíase, para tratamento da diarreia causada por Cryptosporidium parvum;
  • blastocistose, balantidíase e isosporíase, causadas, respectivamente, por Blastocistis hominis,
  • Balantidium coli e Isospora belli.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

  1. Annita (po susp)_AR040714_Bula Paciente
  2. Annita® age contra protozoários por meio da inibição de uma enzima indispensável à vida do parasita.
  3. O mesmo parece ocorrer em relação aos vermes, embora outros mecanismos, ainda não totalmente
  4. esclarecidos, possam estar envolvidos.
  5. A ação sobre vírus se dá através da inibição da síntese da estrutura viral, bloqueando a habilidade
  6. do vírus em se multiplicar.
  7. O tempo médio de ação do medicamento está estimado entre duas a quatro horas após a sua administração.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

  • Você não deve utilizar Annita® na presença das seguintes condições:
  • diabetes, doenças hepáticas (no fígado) ou doença renal;
  • hipersensibilidade (alergia) a qualquer um dos componentes da fórmula.
  • Este medicamento é contraindicado para menores de 1 ano.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

  1. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
  2. As seguintes medidas higiênicas são recomendadas para combater as parasitoses:
  3. lavar bem as frutas e verduras;
  4. lavar bem os utensílios domésticos;
  5. manter os alimentos e depósitos de água cobertos;
  6. manter as mãos sempre limpas e as unhas cortadas, evitar levá-las a boca e lavá-las antes das refeições
  7. e após ir ao banheiro;
  8. utilizar água tratada, filtrada ou fervida e não beber água em recipientes impróprios;
  9. manter local adequado para depósito de fezes humanas ou de animais (fossas e latrinas), evacuar
  10. em local apropriado (vaso sanitário) e manter as instalações sanitárias limpas;
  11. não utilizar fezes humanas como adubo;
  12. não comer carne suína e/ou bovina crua ou mal cozida;
  13. não adquirir carne de procedência duvidosa;
  14. não andar descalço em locais possivelmente infectados.
  15. Lactação (amamentação)
  16. Annita® somente deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando se o médico avaliar que os
  17. benefícios justificam o risco potencial para o lactente (criança que está sendo amamentada).
  18. Gravidez
  19. Annita (po susp)_AR040714_Bula Paciente
  20. Annita® somente deve ser utilizado durante a gravidez se o médico avaliar que os benefícios justificam o
  21. risco potencial para o feto.
  22. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
  23. cirurgião-dentista.
  24. Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de
  25. Diabetes.
  26. INTERAÇÕESMEDICAMENTOSAS
  27. Interação medicamento-medicamento
  28. A nitazoxanida não tem efeitos significativos na inibição do citocromo P450 e, portanto, não são
  29. esperadas interações medicamentosas. No entanto, a nitazoxanida possui alta taxa de ligação às
  30. proteínas plasmáticas e, por isso, seu médico deve ter cautela no caso de coadministração com outros
  31. fármacos com elevada taxa de ligação proteica, como os anticoagulantes cumarínicos (porex., varfarina) e o
  32. anticonvulsivante fenitoína.
  33. Interação medicamento-alimento
  34. A ingestão da nitazoxanida com alimento aumenta a absorção do medicamento.
  35. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

  • Cuidados de conservação
  • Annita®
  • deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) e lugar seco, em sua
  • embalagem original.
  • Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

  1. Após preparo, manter a suspensão oral guardada na embalagem original firmemente fechada por
  2. até sete dias.
  3. Características físicas e organolépticas
  4. Pó homogêneo ligeiramente amarelo a rosado. Após reconstituição, a suspensão oral é homogênea e de

cor rosa. Livre de partículas estranhas. Odor ligeiramente ácido.

  • Annita (po susp)_AR040714_Bula Paciente
  • Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
  • observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
  • Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

  1. Modo de usar
  2. Annita® deve ser administrado com alimentos, o que garante uma elevada absorção do medicamento.
  3. Prepare a suspensão imediatamente antes de usá-la pela primeira vez, conforme instrução abaixo:

1. Agite vigorosamente o frasco ainda fechado, para soltar o pó do fundo.2. Adicione água fervida ou filtrada, até a marcação indicada no rótulo.3. Coloque o adaptador para seringa no frasco. Annita (po susp)_AR040714_Bula Paciente 4. Tampe o frasco e agite vigorosamente para obtenção de uma suspensão homogênea.

  • do frasco, vire-o de cabeça para baixo e puxe o êmbolo até o volume prescrito por seu médico.
  • 6. A suspensão pode ser administrada diretamente da seringa à boca ou, se desejado, pode ser transferida
  • para a colher antes da administração.
  • Após o uso, lave a seringa em água corrente e guarde-a para a próxima dosagem.
  • Qualquer quantidade não utilizada da suspensão oral, após o período máximo de armazenamento de
  • sete dias, deve ser descartada.
  • Antes de cada administração, a suspensão deve ser bem agitada.
  • Posologia
  • Indicação Dosagem Duração
  • Gastroenterites virais causadas por
  • rotavírus e norovírus
  • 0,375 mL (7,5 mg) por kg, duas vezes
  • por dia (a cada 12 horas)
  • 3 dias consecutivos
  • Helmintíases, amebíase, giardíase,
  • isosporíase, balantidíase,
  • blastocistose
  • por dia (a cada 12 horas) 3 dias consecutivos
  • Criptosporidíase em pacientes sem
  • imunodepressão
  • Criptosporidíase em pacientes
  • imunodeprimidos, se a contagem de
  • CD4 for superior a 50 células/mm3
  • por dia (a cada 12 horas) 14 dias consecutivos
  • CD4 for inferior a 50 células/mm3
  • Deve-se manter a
  • medicação por, no mínimo,
  • oito semanas ou até a
  • resolução dos sintomas e
  • negativação dos oocistos
  • Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
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tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

  1. Em caso de esquecimento, tomar a dose esquecida imediatamente e continuar o tratamento
  2. regularmente. Caso já esteja perto do horário da próxima dose, desconsiderar a dose esquecida e
  3. continuar o tratamento tomando a próxima dose no horário habitual. Não duplique as doses para
  4. compensar eventuais esquecimentos.
  5. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

  • Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10 % dos pacientes que utilizam este medicamento): dor
  • abdominal do tipo cólica, diarreia, náusea (enjoo), vômito e dor de cabeça.
  • Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação
  • alérgica, aumento dos níveis sanguíneos de transaminase glutâmica pirúvica (uma enzima do fígado),
  • anemia, aumento do apetite, aumento da creatinina no sangue, hiperidrose (transpiração excessiva),
  • tontura, coloração amarelo claro no olho, febre, flatulência (gases), hipertensão (aumento da pressão
  • arterial), prurido (coceira), rinite, aumento das glândulas salivares, taquicardia (aceleração dos
  • batimentos cardíacos), coloração amarelada ou amarelo-esverdeada da urina ou esperma.
  • Annita (po susp)_AR040714_Bula Paciente
  • Annita® pode produzir alteração da cor dos fluidos fisiológicos (por ex., urina e esperma) para amarelo
  • esverdeado, sem qualquer significado clínico. Isto se deve à coloração de alguns dos componentes da

fórmula. Se a cor alterada persistir após o término do uso do medicamento, procure o médico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. : Bula do Annita para o Paciente
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Quem é diabético pode tomar Mebendazol?

Quais cuidados devo ter ao usar o Mebendazol Laboratório Cristália? – Ocorreram relatos raros de distúrbios reversíveis da função hepática, hepatite e neutropenia, descritos em pacientes que foram tratados com Mebendazol empregando as doses usualmente recomendadas para determinadas condições.

  • Esses eventos, e ainda glomerulonefrites, também foram relatados com doses substancialmente superiores ás recomendadas e com o tratamento por períodos prolongados.
  • Resultados obtidos em um estudo de caso controle, investigando uma ocorrência de Síndrome de Stevens-Johson / necrólise epidérmica tóxica, sugerem uma possível relação entre síndrome de Stevens Johnson / necrólise e pidérmica tóxica e o uso concomitante de Mebendazol e metronidazol,

Dados adicionais sugerindo tal interação medicamentosa não estão disponíveis. Portanto, o uso concomitante de Mebendazol e metronidazol deve ser evitado. Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes,
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Porque quem tem diabetes não pode tomar Annita?

Homepage Pergunte Ao Especialista Por Que Diabéticos Não Podem Tomar Anita?

1 respostas Por que diabéticos não podem tomar Anita? É recomendado que não se tome a medicação em pacientes diabéticos, pois é encontrado na sua composição a sacarose, um açúcar que pode interferir nos controles glicêmicos do paciente. Porém, cada caso deve ser estudado e avaliado, se o paciente apresentar o diabetes controlado e sem complicações, o médico pode lançar mão de prescrever a medicação por um curto tempo de uso. Grande abraço.
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Quem é diabético pode tomar Secnidazol?

Bula do Secnidazol EMS Giardíase; Amebíase intestinal sob todas as formas; Amebíase hepática; Tricomoníase. Contraindicação do Secnidazol – EMS Hipersensibilidade aos derivados imidazólicos.

  • Giardíase;
  • Amebíase intestinal sob todas as formas;
  • Amebíase hepática;
  • Tricomoníase.
  • Contraindicação do Secnidazol – EMS

    • Hipersensibilidade aos derivados imidazólicos ou a qualquer componente do produto;
    • Suspeita de gravidez e nos três primeiros meses desta;
    • Aleitamento.

    Como usar o Secnidazol – EMS Preparação da suspensão

    1. Remover a tampa;
    2. Adicionar água até a marca indicada no frasco;
    3. Colocar a tampa e agitar vigorosamente durante 1 minuto;
    4. Administrar em seguida, utilizando o copo medida.

    Observação: a suspensão deve ser preparada antes de usar. Somente administrar o medicamento com o copo-medida que acompanha o produto. Após administração, deverá ser desprezada uma eventual sobra de secnidazol suspensão.

    • Posologia do Secnidazol – EMS
    • Amebíase intestinal e giardíase
    • Dose única de 30 mg/kg/dia (máximo: 2 g), ou seja, 1 ml/kg de peso em tomada única.
    • Amebíase hepática
    • 30 mg/kg/dia (máximo: 2 g), e durante 5 a 7 dias, ou seja, 1 ml/kg de peso durante 5 a 7 dias.
    • Observação:
    • o medicamento deve ser administrado em uma das refeições, preferencialmente à noite.
    • Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    • Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    • Precauções do Secnidazol – EMS
    • As parasitoses intestinais são amplamente difundidas em crianças e adultos de todas as classes sociais.
    • Para evitá-las deve-se
    • Lavar as mãos antes de comer e após defecar;
    • Comer de preferência alimentos cozidos;
    • Beber água filtrada ou esfriada após fervura;
    • Manter as unhas cortadas;
    • Conservar os alimentos longe de insetos;
    • Comer de preferência verduras frescas e lavadas em água corrente;
    • Evitar andar descalço e não pisar nem andar em água paradas.
    1. Observando estas recomendações, pode-se evitar que as parasitoses intestinais atinjam a família.
    2. Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
    3. Atenção fenilcetonúricos: contém fenilalanina.
    4. Atenção diabéticos: contém açúcar.

    Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    • Advertências do Secnidazol – EMS
    • Como acontece com outros imidazólicos, deve-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com secnidazol e até 4 dias após o seu término.
    • Recomenda-se também evitar a administração de secnidazol aos pacientes com antecedentes de discrasia sanguínea e distúrbios neurológicos.
    • Reações Adversas do Secnidazol – EMS
    • Secnidazol geralmente é bem tolerado, podendo ocorrer raramente reações desagradáveis como:
    • Distúrbios digestivos
    • Náuseas, gastralgia, alteração do paladar (gosto metálico), glossites e estomatites;
    • Erupções urticariformes;
    • Leucopenia moderada, reversível com a suspensão do tratamento;

    Mais raramente

    • Vertigens;
    • Fenômenos de incoordenação e ataxia;
    • Parestesias;
    • Polineurites sensitivo-motoras.
    1. População Especial do Secnidazol – EMS
    2. Gravidez e lactação
    3. Secnidazol não deve ser utilizado durante a gravidez e amamentação.
    4. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.
    5. Pacientes Idosos
    6. Secnidazol pode ser usado por pacientes idosos, observando-se as contraindicações, precauções, interações medicamentosas, reações adversas e conduta na superdose.
    7. Composição do Secnidazol – EMS
    8. Cada ml da suspensão oral (após reconstituição) contém
    Secnidazol 30 mg
    Veículo* 1 ml

    ul>

  • *Povidona, aspartamo, vanilina, sacarose, água filtrada.
  • Apresentação do Secnidazol – EMS
  • Pó para Suspensão Oral.
  • Frasco dosado a 450 mg de secnidazol (30 mg/ml), para diluição a 15 ml acompanhado de copo medida.
  • Frasco dosado a 900 mg de secnidazol (30 mg/ml), para diluição a 30 ml acompanhado de copo medida.
  • Uso oral.
  • Uso prediátrico.
  • Superdosagem do Secnidazol – EMS
  • No caso de superdose, realizar lavagem gástrica o mais precocemente possível e instituir tratamento sintomático de acordo com o necessário.
  • Interação Medicamentosa do Secnidazol – EMS
  • Associações desaconselháveis
  • Dissulfiram
  • Risco de surto delirante, estado confusional;
  • Álcool
  • Efeito antabuse (calor, vermelhidão, vômito, taquicardia).
  • Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas e de medicamentos contendo álcool durante o tratamento com secnidazol.
  • Associações que necessitam precaução de uso
  • Anticoagulantes orais (descrito com a varfarina)
  • Aumento do efeito anticoagulante e do risco hemorrágico por diminuição do metabolismo hepático.
  • Recomendam-se controles frequentes da taxa de protrombina e adaptação posológica dos anticoagulantes orais durante o tratamento com secnidazol e até 8 dias após o seu término.
  • Alteração de exames laboratoriais
  • Não há dados na literatura a respeito de alteração de exames laboratoriais.
  • Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
  • Ação da Substância Secnidazol – EMS
  • Resultados de Eficácia
  • A eficácia de Secnidazol (substância ativa) pode ser confirmada na revisão bibliográfica que Gillis e Wiseman publicaram, mostrando que os índices de cura clínica e laboratorial de pacientes com amebíase e giardíase, com dose única de Secnidazol (substância ativa), se apresentou entre 80% e 100%.

    • Os pacientes portadores de amebíase hepática responderam muito bem ao tratamento com Secnidazol (substância ativa) por 5 a 7 dias.
    • Pacientes com Trichomoníase urogenital, após tratamento com dose única de Secnidazol (substância ativa), erradicaram-na.
    • Di Prisco et al,
    • Em seu estudo com 70 crianças entre 2 e 11 anos de idade, portadoras de giardíase, mostrou que a cura clínica com dose única de Secnidazol (substância ativa) foi de 95% com uma importante diminuição de sintomas gastrintestinais e a cura laboratorial foi de 98%, com as observações de que uma única dose de Secnidazol (substância ativa) se mostrou segura, eficaz e bem tolerada.

    Simoes M. et al. comprovou a eficácia de Secnidazol (substância ativa) em 53 crianças com quadro assintomático de giardíase e/ou amebíase. A eficácia de Secnidazol (substância ativa) contra a giardíase foi de 100% e 95,45% contra amebíase. Outro artigo que comprova a eficácia é o de Navarro P.

    1. Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Secnidal.
    2. Características Farmacológicas
    3. Propriedades farmacodinâmicas
    4. O Secnidazol (substância ativa), princípio ativo, é um derivado sintético da série dos nitro-imidazóis, dotado de atividade parasiticida.
    5. Propriedades farmacocinéticas

    As concentrações plasmáticas máximas são alcançadas na 3ª hora após a administração em dose única de 2 g de Secnidazol (substância ativa), na forma de 4 comprimidos de 500 mg, ou de 2 comprimidos de 1000 mg. A meia vida plasmática é em torno de 25 horas.

    A eliminação, essencialmente urinária, é lenta (cerca de 50% da dose administrada é excretada em 120 horas). O Secnidazol (substância ativa) atravessa a barreira placentária e é excretado no leite materno. Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Secnidal. Cuidados de Armazenamento do Secnidazol – EMS Secnidazol deve ser guardado dentro da embalagem original.

    Manter à temperatura ambiente (15˚C a 30˚C). Proteger da luz e manter em lugar seco.

    • O número do lote e as datas de fabricação e validade deste medicamento estão carimbados na embalagem do produto.
    • Secnidazol deve ser guardado dentro da embalagem original.
    • Características Físicas
    • Secnidazol apresenta-se na forma de pó para suspensão oral uniforme, levemente amarelado, com odor e sabor de vanilina.

    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças. Dizeres Legais do Secnidazol – EMS Reg. MS: nº 1.0235.0670 Farm.Resp.: Dr. Ronoel Caza de DioCRF-SP nº 19.710 EMS S/A. Rod. Jornalista F.A. Proença, km 08Bairro Chácara Assay Hortolândia/SP – CEP 13186-901CNPJ: 57.507.378/0003-65

    1. Indústria Brasileira
    2. Lote, fabricação e validade: vide cartucho.
    3. Venda sob prescrição médica.

    : Bula do Secnidazol EMS
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