Serralha É Bom Para Diabetes
1. Desintoxica o fígado e ajuda na digestão – O chá de serralha é usado para tratar problemas digestivos, já que possui uma ação estimulante em relação à digestão. A planta atua no aumento da produção da bile, que é responsável pela digestão de gorduras e absorção de nutrientes provenientes dos alimentos.
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Quem tem diabete pode comer serralha?

5. Carqueja – Serralha É Bom Para Diabetes A carqueja traz inúmeros benefícios para a saúde, dentre eles o combate aos sintomas da diabetes. Ela tem atuação hipoglicemiante, ou seja, regula as taxas de açúcar no sangue. Essa é uma espécie de grande ação protetora, que beneficia o funcionamento do organismo como um todo, e, por isso, é uma opção que pode ser adotada no dia a dia sem prejuízos.

  1. A ingestão da carqueja pode se dar por meio do tradicional chá ou do consumo de cápsulas – sendo a primeira alternativa a mais indicada, por lidar com a planta em forma mais fresca e com benefícios mais evidentes.
  2. Não é novidade que o poder das plantas medicinais é grande, mas a identificação dos benefícios para os diabéticos se mostra como um avanço promissor nos estudos de controle da doença.

Além de auxiliar no tratamento, elas são 100% naturais e saudáveis para o organismo. E então, gostou de nossas sugestões de plantas para diabetes? Você já conhecia as propriedades desses alimentos naturais? Deixe sua mensagem nos comentários e até a próxima! : Plantas para diabetes: quais são os benefícios?
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Quais são os benefícios da serralha?

Pesquisa busca provar a eficiência da serralha no tratamento de doenças de pele Conhecida na medicina popular, a planta pode ser o caminho para promover a repigmentação da pele em caso de vitiligo. Boa parte dos medicamentos foi descoberta inicialmente nos vegetais.

As chamadas plantas medicinais e seus usos ultrapassam gerações de conhecimento popular. Porém, nem sempre esses saberes são cientificamente comprovados para identificar, além de seus efeitos, os riscos de seu uso. Entre as pesquisas realizadas na coleção de Germoplasma de hortaliças não convencionais da UFLA, está a da doutora Krisnanda Kelly Castro Lima, do Programa de Pós-Graduação em Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares.

O estudo da serralha ( Sonchus oleraceus ), consumida como hortaliça e com fins medicinais diversos, teve como objetivo avaliar a toxicidade, o potencial antioxidante e o uso da planta para tratar doenças de pele como o vitiligo, doença não contagiosa conhecida por provocar manchas brancas na pele.

  • A professora da Escola de Ciências Agrárias de Lavras (Esal) Luciane Vilela Resende comenta que, tradicionalmente, a população já consome a serralha quando ainda está jovem.
  • Ela é considerada uma planta daninha, e que sempre serviu de alimento e também é indicada para vários problemas de saúde”.
  • Nativa da Europa, a serralha é uma hortaliça que possui ampla diversidade genética e distribuição geográfica por todo o mundo.

Além do consumo na culinária, essa planta tem sido utilizada medicinalmente no tratamento contra problemas hepáticos, diarreia, entre outros. “Eu encontrei vários estudos falando sobre esse possível efeito dela contra problemas hepáticos, além de possuir ação antioxidante e anti-inflamatória.

  1. Em alguns países, a serralha é usada até para o tratamento da Malária.
  2. Na UFLA, utilizamos essa hortaliça em testes in vitro para observar seu potencial antioxidante”, comenta Krisnanda.
  3. Para avaliar a toxicidade e atestar a segurança do uso de extratos de plantas medicinais pela população, a pesquisadora utilizou o zebrafish ( Danio rerio ), também conhecido como paulistinha ou peixe-zebra, um pequeno peixe de água doce, nativo da Ásia, que tem sido utilizado em ensaios biológicos de extratos vegetais.

Nas pesquisas para a produção de novos medicamentos, os ensaios pré-clínicos em animais são necessários e seguem a regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os resultados preliminares são importantes para que os pesquisadores conheçam sobre a atividade farmacológica e a segurança da nova molécula estudada.

  • Os testes com a serralha foram realizados em embriões do Zebrafish no biotério da UFLA, sob a orientação do professor Luís David Solis Murgas da Faculdade de Zootecnia e Medicina Veterinária (FZMV).
  • Esses estudos têm demonstrado os efeitos positivos das hortaliças não convencionais e nos dão maior segurança em relação à qual concentração dessa planta que pode ser utilizada pela população”, explica o professor.

No biotério, os extratos em diversas concentrações da serralha foram inoculados nos embriões e monitorados. Os resultados demonstraram que os extratos da serralha causaram toxicidade nos embriões de zebrafish, em uma determinada concentração específica, porém também estimularam a capacidade de pigmentação nas larvas desses mesmos animais.

O estudo de Krisnanda sobre a serralha como uso medicinal é um importante avanço para considerar a hortaliça como uma possível fonte de cura do vitiligo, porém o processo de formulação de novos fármacos pode levar anos de pesquisa, em diversas etapas, até chegar a testes em humanos, para posteriormente ser aprovado para uso pela Anvisa.

De acordo com a professora Luciane, novas pesquisas serão realizadas em virtude desse estudo com a serralha. : Pesquisa busca provar a eficiência da serralha no tratamento de doenças de pele
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Quem não pode comer serralha?

Alimento só é contraindicado para fenilcetonúricos e quem tem problemas no fígado Por muito tempo ela foi considerada como uma invasora, em especial nas lavouras e nas pastagens. Isso porque suas sementes são facilmente carregadas pelo vento e não precisam de quase nada para germinar.

  • Ainda bem que hoje já sabemos que ela é um alimento saudável e saboroso e por isso seu cultivo vem se expandindo em diversas regiões do país.
  • Estamos falando da Serralha, uma Planta Alimentícia Não Convencional (Panc) da família da popular alface, que tem tudo para conquistar um lugar cativo na mesa dos brasileiros.

Com gosto semelhante ao do espinafre, ela já é encontrada em feiras e em cestas de alimentos orgânicos, principalmente nas regiões Sul e Sudeste do país. :: Nunca ouviu falar em Panc? Então leia sobre elas aqui! :: Onde tem Serralha? Em geral, a serralha cresce de forma espontânea, em lugares úmidos, de clima ameno e com razoável incidência de luz.

É possível encontrar essa iguaria em terrenos baldios, calçadas ou quintais. Nas fases iniciais de crescimento, a serralha lembra o dente-de-leão, mas quando cresce ganha caules mais cumpridos, com folhas alongadas e bastante recortadas, além de flores amarelas. A serralha é uma planta muito nutritiva, rica em vários minerais importantes para a nossa saúde, como o magnésio, cálcio, potássio, fósforo, sódio, ferro, zinco e manganês.

Também é reca em vitaminas como a vitamina C, B2 e B6 e possuí ainda betacaroteno, luteína e mais proteína e fibras alimentares que o espinafre A explicação é da nutricionista Cristina Ramos Callegari, que trabalha na Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

Tudo se aproveita Quase todas as partes da serralha podem ser consumidas na alimentação, incluindo as flores e o talos. A dica para utilizar as folhas é dar preferência para as plantas mais jovens que ainda não floriram. :: Quer comer flor? Que tal, então, uma receita com a capuchinha? :: “As folhas da serralha podem ser consumidas cruas em saladas ou também refogadas na composição de sopas, cozidos, recheios para pães, tortas, refogada com polenta, cozida no arroz e ela tem um sabor levemente amargo, que lembra o espinafre.

Quem não gosta desse sabor amargo pode aferventar um pouco a folha ou deixar de molho em agua fria para retirar esse sabor amargo”, diz Cristina. “As folhes e botões podem ser preparadas à milanesa ou a dorê e os caules e talos podem ser feitos em conserva, tipo aspargos.” :: Conheça outra Panc, mega nutritiva e cheia de valor cultural: a vinagreira! :: Contém fenilalanina.

  • Mas é preciso ter atenção a um ponto importante: a serralha não é indicada para pessoas portadoras de fenilcetonúria uma doença rara, na qual o paciente nasce sem a capacidade de quebrar moléculas de um aminoácido chamado fenilalanina, bastante presente na serralha.
  • Também não é indicada para quem tem problemas no fígado, pois ela aumenta a produção de bile e pode causar icterícia”, aponta a nutricionista.

“É preciso também ter muito cuidado para consumir uma planta que não conhecemos, de reconhece-la e saber identificar se, no lugar onde é encontrada, não tem aplicação de veneno ou mesmo dejetos de animais.” De olho nesses cuidados, que tal experimentar uma receita de patê de serralha, ótima para acompanhar pães e torradas? Patê de Serralha Ingredientes: 2 potes de requeijão; 2 dentes de alho; ½ cebola picada; Sal à gosto; 4 colheres de azeite de oliva; Folhas de serralha Modo de preparo: Pique a cebola e alho e adicione junto aos outros ingredientes em um liquidificador.
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Para que serve o chá de folha de serralha?

Para que serve a serralha – A serralha serve para desintoxicar o fígado, estimular a digestão, aumentar a produção da bílis, aumentar o apetite, combater a dor de estômago e, em forma de cataplasma, atua nas dores reumáticas.
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Pode comer serralha todos os dias?

Pode fortalecer a imunidade – Por ser tão rica em diversas propriedades, inclusive muitas vitaminas e minerais, o consumo de serralha pode fortalecer a imunidade a longo prazo. Ainda, especialmente por conter vitaminas de ação anti-inflamatória, como vitamina C e A, a planta pode prevenir doenças originadas a partir de inflamações.
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Pode comer serralha crua?

A alimentação saudável tem se tornado um assunto cada vez mais em pauta. Desde a popularização dos orgânicos até a disseminação de dietas alternativas, é evidente que as pessoas estão cada vez mais interessadas em entender o que estão comendo e em buscar melhorar a sua qualidade de vida através de uma dieta melhor.

  • Nesse contexto surge um interesse cada vez maior nas PANCs, sigla que serve como abreviação do termo “Plantas Alimentícias Não-Convencionais”.
  • Como diz o nome, o termo é usado para designar plantas cujo uso como alimento não é amplamente disseminado.
  • Apesar disso, grande parte das PANCs é conhecida regionalmente em lugares onde o seu uso é disseminado.

Atualmente, conhecemos cerca de 20,000 espécies de plantas comestíveis. Apesar disso 90% da alimentação no mundo provém de menos de 20 plantas, o que indica um aproveitamento baixíssimo da variedade de plantas disponíveis. As PANCs nos fornecem uma oportunidade de diversificar a nossa dieta com plantas que além de nutritivas são muitas vezes deliciosas também.

Isso sem contar a satisfação de comer um alimento fresco que você mesmo colheu. Várias delas também tem propriedades medicinais valiosas, e podem ser muito úteis no tratamento de doenças e mal-estares comuns. Ainda por cima, praticamente todos os lugares estão cheios de PANCs que podem ser aproveitadas bastando que se saiba identifica-las.

Grande parte delas crescem espontaneamente e em grandes quantidades, e muitas são até consideradas como “pragas” por aqueles que não conhecem os seus usos. Você provavelmente passa por várias PANCs toda vez que faz uma caminhada, mesmo que esteja em uma cidade grande.

  • No começo, pode parecer desafiador aprender a identificar plantas, mas colher PANC’s é mais simples que parece.
  • Se você souber identificar duas ou três plantas que sejam comuns em sua região, já é possível encontra-las com facilidade.
  • A partir daí você pode expandir o seu conhecimento e se aprofundar nesse mundo maravilhoso.

Com esse objetivo, eu lhe apresento como ponto de partida 7 plantas comuns no Estado de São Paulo, que é a região com a qual tenho mais familiaridade. Se você é de outro estado, não deixe de ler, pois todas as plantas apresentadas aqui são facilmente encontradas pela maior parte do país. Amaranthus viridis, o caruru-comum O Caruru, também conhecido como Bredo, é uma planta incrível que pode ser encontrada por praticamente todo o estado, sendo considerada por muitos como uma planta invasora por crescer com facilidade e quantidade em diversas condições, bastando apenas que o local seja ensolarado.

Apesar disso, a planta tem preferência por solos com nitrogênio. O caruru é da família Amaranthaceae, sendo um parente do amaranto cultivado pelos Incas. Aqui no Brasil, as espécies mais comuns são o Amaranthus viridis L, o Amaranthus hybridus L (também conhecido como caruru-vermelho) e o Amaranthus spinosus L (conhecido também como caruru-espinhoso).

Além de ser a variedade mais comum pelo estado de São Paulo (e a única que já provei), o viridis é também a mais recomendada para o consumo humano. As outras variedades citadas podem danificar o rim se consumidas em excesso. Toda a planta é comestível, além de ser muito nutritiva,

  • Ela contém altos teores de vitamina A, B1, B2 e C além de cálcio, ferro e potássio.
  • As suas folhas podem ser consumidas de várias formas.
  • Só não se deve consumir folhas cruas de caruru, que possuem saponinas, nitrato e ácido oxálico.
  • Mas basta um cozimento para remover esses componentes.
  • A minha forma preferida de comer caruru é fazendo um refogado, que lembra muito o espinafre.

O caruru também é uma planta com usos medicinais, O seu alto teor de cálcio faz com que o seu consumo seja uma ótima forma de combater a osteoporose e outras doenças ósseas. O chá feito a partir das folhas também pode ser usado para tratar infecções e limpar o fígado.

  1. Mas antes de preparar o chá é recomendado que se faça o branqueamento das folhas para eliminar componentes indesejáveis.
  2. Além desses benefícios, é muito fácil plantar o caruru.
  3. Basta colocar algumas sementes em um vaso ou no solo, regar e esperar.
  4. Ele cresce com facilidade e não precisa de nenhum cuidado além de uma rega de vez em quando.

Inclusive, não se deve adubar o caruru, pois ele pode transformar o adubo em componentes tóxicos.2: Tanchagem Plantago lanceolata O nome tanchagem se refere a várias espécies do gênero plantago, todas elas comestíveis e medicinais. No Brasil o termo se refere a Plantago lanceolata e a Plantago major, que tem propriedades e usos muito parecidos. As duas são facilmente identificadas pelas folhas percorridas por nervuras e pela haste floral longa e ereta que se ergue a partir do meio da planta.

  • Além do mais, a tanchagem não tem caule, o que faz com que as folhas brotem diretamente do chão.
  • A forma mais fácil de diferenciar as duas é pelo formato da folha, que é mais larga e arredondada no caso da major, enquanto a lanceolata possui uma folha mais fina em formato de lança, como sugere o nome.

Resistentes, as duas variedades crescem em praticamente qualquer local, tendo preferência por solos húmidos com boa iluminação. A tanchagem também gosta de solos compactados, o que fez com que indígenas da América do Norte apelidassem a Plantago major de “pé do homem branco”, pois a planta frequentemente crescia em solos que foram compactados pela passagem de carroças dos europeus.

  1. No estado de São Paulo, a variedade mais comum é a lanceolata, que é também a variedade com a qual tenho mais familiaridade.
  2. Apesar de encontrá-la em diversos lugares, eu a vejo surgindo principalmente em áreas gramadas.
  3. As folhas da tanchagem podem ser comidas em qualquer estágio, mas à medida que elas vão envelhecendo elas vão se tornando cada vez mais fibrosas.

Há quem goste da sua textura quando elas estão levemente fibrosas, e me incluo entre essas pessoas. Mas a partir de um ponto a textura se torna desagradável. É possível escaldar as folhas e retirar as fibras da planta, mas é mais fácil colhê-la em um estágio em que ela esteja na textura ideal.

Além do mais, onde se encontra uma planta, geralmente se encontram várias outras por perto em diferentes estágios de crescimento, o que facilita essa seleção. A folha é extremamente nutritiva, sendo ricas em vitaminas E, A e K, além de cálcio e proteínas. Ela pode ser consumida crua ou preparada de várias formas, tendo um gosto suave e uma textura que depende do estágio em que a folha foi colhida.

Por si só, ela não é uma planta particularmente gostosa, mas ela pode incrementar várias receitas, seja adicionando folhas a uma salada ou a um refogado de couve. As flores da planta também são comestíveis, e dizem que têm gosto de cogumelo (ainda não tive o prazer de prová-las). Plantago major Além de ótimo alimento, a tanchagem é uma poderosa planta medicinal, podendo ser usada de várias formas. As suas sementes ajudam a regular o intestino, e extratos dela podem ser encontrados em algumas farmácias. A planta também tem propriedades anti-inflamatórias, antimicrobianas e analgésicas, podendo ser usada no tratamento de ferimentos, queimaduras e problemas de pele como a acne.

  • O chá feito a partir dela também é um poderoso expectorante e digestivo, auxiliando no trato de problemas respiratórios e de estômago.
  • Essa variedade de usos combinada com a facilidade de encontrar e identificar a tanchagem torna ela uma das PANC’s mais interessantes para quem está começando a entrar nesse mundo.

Ela ainda é fácil de plantar caso você queira ter algumas plantas frescas a sua disposição.3: Buva Conyza bonariensis A buva é umas das plantas mais resistentes encontradas no Brasil, sendo capaz de crescer em praticamente qualquer clima e solo desde que haja sol. Ela é, inclusive, uma das plantas mais temidas por produtores rurais devido a resistência que ela desenvolveu a herbicidas, podendo gerar perdas de até 48% em culturas de trigo, milho e soja.

  • Aqui no Brasil há duas espécies de mais conhecidas, a Conyza bonariensis e a Conyza canadensis, as duas com aparência e gosto semelhantes.
  • A buva é uma planta ereta que chega até um metro de comprimento, sendo facilmente reconhecida pelo formato de suas folhas.
  • Altamente competitiva, a buva pode ser encontrada em diversos tipos de ambientes por todo o estado, desde pastos e campos até beiras de estradas e fendas no concreto.

As suas características que mais chamam atenção são o seu cheiro e gosto, que são bem marcantes. Além disso, variam de acordo com o tipo de solo e o clima no qual a planta está crescendo, podendo lembrar frutas cítricas, cravo ou mesmo rúcula e agrião. Conyza canadensis Podendo ser consumida crua ou preparada de diversas maneiras, a buva se destaca como tempero devido ao seu gosto forte e único. Só não se recomenda que ela seja cozida ou refogada, pois ela tende a amargar. Também é recomendado que ela seja usada como complemento a outros alimentos, pois ela é forte demais para ser comida por si só. Sonchus oleraceus Planta nativa da Eurásia, a serralha conquistou o mundo, crescendo por grande parte do planeta. O nome “serralha” se refere a algumas espécies de plantas, sendo que a mais comum no estado de São Paulo é a Sochus oleraceus, Outra espécie relativamente fácil de encontrar é a Sochus asper, que também é comestível e que pode ser distinguida pelas folhas espinhosas. Sonchus asper Extremamente comum por todo o estado, ela pode ser encontrada crescendo em muros, frestas no concreto, e em hortas, sendo considerada por muitos como uma planta daninha apesar de seus diversos usos. Uma das características curiosas da serralha é que ela é uma das poucas plantas que é comestível apesar de soltar látex.

  • Além de comestível ela também é nutritiva, sendo rica em cálcio, ferro e vitaminas A,B e C.
  • Podendo ser comida crua ou cozida e com um gosto levemente amargo que lembra a rúcula, a serralha pode ser usada em uma variedade de pratos, desde saladas e molhos até refogados.
  • É recomendado que se coma as folhas mais jovens, pois além de menos amargas elas são mais macias.
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A serralha também possui várias propriedades medicinais, O chá feito com as suas folhas ajuda no processo digestivo se tomado antes das refeições, além de facilitar o sono por possuir propriedades sedativas. Ela também serve como anti-inflamatório, e pode ser aplicada em ferimentos na forma de cataplasma. Talinum paniculatum Planta pouco conhecida, mas fácil de encontrar, o beldroegão é uma das minhas folhas preferidas na salada. Seu nome científico é Talinum paniculatum, mas ela é conhecida por vários nomes populares como major gomes, caruru-manteiga e maria-gorda.

Ela é reconhecida pelas suas folhas verdes, arredondadas e sedosas, assim como pelos seus belos arranjos florais que possuem pequenas flores rosas e cápsulas coloridas (geralmente vermelhas ou amarelas) que contém pequenas sementes pretas em seu interior. Ela é ainda mais resistente do que a maior parte das plantas citadas aqui, podendo crescer em praticamente qualquer local.

Ela cresce bem mesmo na sombra, e mesmo quando é apenas um broto consegue tolerar a seca. Apesar disso, ela prefere ambientes úmidos. O diferencial da planta é a folha macia e suculenta. Ela pode ser consumida crua ou cozida, mas se destaca quando crua pelo seu sabor suave (que se perde em grande parte quando cozida) assim como pela sua textura.

Ela também é altamente nutritiva, sendo uma das plantas com maior teor de cálcio e proteína, além de rica em ferro, manganês, magnésio e potássio. A raiz da planta também é comestível ao ser cozida, apesar de não ser muito saborosa. Ela também tem diversos usos como planta medicinal, O cataplasma feito a partir de suas folhas pode ser usado para tratar infecções de pele, amolecer calo e cicatrizar feridas.

As sementes são emenagogas, e as raízes diuréticas, servindo também para tratar infecções intestinais. Para plantar o beldroegão, basta colher algumas cápsulas e espalhar as sementes em seu jardim ou em um vaso ou outro recipiente. Outra opção é multiplicar a planta por estacas, que pegam facilmente. Taraxacum officinale Poucos não conhecem o dente de leão. Quem nunca assoprou as suas sementes ao vento quando criança? Mas poucos sabem que o dente de leão é uma planta alimentícia que também possui poderosas propriedades medicinais. Conhecida cientificamente como Taraxacum officinale, a espécie mais comum é adaptada a climas temperados, sendo encontrada principalmente pela Europa e América do Norte.

Apesar disso, a planta se espalhou pelo mundo, crescendo em grande parte do Brasil, sendo muito comum no estado de São Paulo. Suas folhas tem um gosto mais amargo do que a rúcula, tornando-se mais amargas e menos macias à medida que a planta envelhece. Esse gosto é um sinal de que ela é uma rica em fitonutrientes, sendo muito mais nutritiva até mesmo do que plantas como a couve e o espinafre.

Entre os nutrientes que se encontram nas folhas estão as vitaminas B e C, betacarotenos, potássio, flavonoides, ácido oleico e ácido linoleico. Extremamente versáteis, as folhas podem ser consumidas cruas como salada ou usadas para preparar sucos verdes.

Elas também podem ser cozidas, refogadas e usada na composição de farofas entre outras coisas. As flores podem ser utilizadas cruas ou fritas, além de serem usadas para fazer vinho de dente de leão. As raízes também são comestíveis quando cozidas, podendo ser usadas das mesmas formas que cenouras cozidas.

O dente de leão também tem vários usos medicinais devido as suas propriedades anti-inflamatórias. O consumo da planta também ajuda a regular o nível de açúcar no sangue e o funcionamento do fígado. Há também indícios que ela pode reduzir o colesterol e a pressão sanguínea, além de fortalecer o sistema imunológico.7:Beldroega Portulacea oleracea A beldroega é uma das PANCs mais saborosas com a qual podemos nos deparar. De nome científico Portulaca oleracea, ela é conhecida pela América Latina como verdolaga. Apesar de ser, na minha experiência, um pouco mais difícil do que as outras plantas nessa lista de se encontrar, você pode achá-la em uma variedade de lugares inusitados, dando preferência a solos arenosos.

A única coisa que a beldroega não suporta é encharcamento. Reconhecida pelas suas folhas arredondadas e suculentas e pelo caule levemente avermelhado, a beldroega cresce rente ao chão se sozinha e para cima se ela está em meio a outras plantas. Ela também tem pequenas flores amareladas que se abrem apenas durante a manhã.

As suas folhas são deliciosas, além de terem uma textura diferenciada. Além disso, tanto o gosto e a textura variam ao longo do dia. As folhas amanhecem mais azedas e crocantes, se tornando mais macias e menos azedas ao longo do dia. Vale a pena prova-la em diferentes horários e descobrir qual é o “ponto” certo para você.

A folha pode ser comida crua ou cozida, podendo ser usada em uma variedade de pratos. Ela é ótima como salada, sendo também cada vez mais popular no preparo de sucos verdes. A beldroega também serve como vegetal e fica deliciosa em sopas. É possível também refoga-la, mas para isso é preciso colher uma quantidade grande de folhas, pois elas tendem a murchar e “desaparecer” durante o processo.

Além do mais, ela se destaca pelo seu valor nutricional, sendo uma ótima fonte de vitamina A, B e C, além de ferro, magnésio, cálcio e potássio. A beldroega também é rica em antioxidantes. Mas a característica nutricional mais diferenciada da planta é a presença de mais ômega-3 do que qualquer outra planta folhosa, o que a torna uma ótima opção para combater doenças cardíacas.
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Qual é a serralha verdadeira?

Tipos de serralha A principal diferença está na flor: enquanto a serralha verdadeira possui o dente de leão genuíno, a falsa possui os botões em forma de pincel. Esta planta daninha está presente em todo o território brasileiro e é muito semelhante à original. Também existe a serralha roxa.
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Qual é a falsa serralha?

Falsa-serralha (Pincel-de-estudante, Serralhinha) Emilia sonchifolia Espécie herbácea anual que se desenvolve nas Regiões Nordeste, Norte e Sudeste do Brasil, vegetando preferencialmente nas planícies do litoral, em áreas com lavouras anuais ou perenes, ou então ocupadas com fruticultura.

  1. Hospedeira do vírus Tomato spotted wilt virus – TSWV –, transmitido às outras culturas por meio dos tripes, inclusive para o abacaxi, causando a doença denominada de mancha-amarela.
  2. Aparece em outras obras com o nome de Emilia coccinea,Apresenta caule cilíndrico, ereto, tenro, carnoso e de coloração verde, com esparsos pelos.

Folhas simples e sésseis, as localizadas na base da planta formando uma roseta, e as do caule dispostas de forma alternada helicoidal. Limbo pubescente com formato variado, ovalado assimétrico com margens pouco ou muito recortadas na porção basal da planta, e sagitado amplexicaule com margens irregularmente recortadas ou denteadas na porção superior.

  1. Inflorescência terminal do tipo cacho de capítulos.
  2. Capítulos cilíndricos assentados sobre longo pedúnculo e margeados por numerosas brácteas verdes, que se mantêm unidas antes da maturação.
  3. Flores do capítulo tubulosas, hermafroditas e de coloração lilacina e que, após a fecundação e formação do fruto, forçam o rompimento das brácteas para disseminação das sementes.

Fruto do tipo aquênio coroado por um tufo de pelos brancos, mecanismo que facilita a dispersão por meio do vento. Diferencia-se de E. fosbergii pela coloração das flores do capítulo, que se apresentam avermelhadas, e também pelas folhas caulinares não amplexicaules.
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Como consumir a serralha?

1. Desintoxica o fígado e ajuda na digestão – O chá de serralha é usado para tratar problemas digestivos, já que possui uma ação estimulante em relação à digestão. A planta atua no aumento da produção da bile, que é responsável pela digestão de gorduras e absorção de nutrientes provenientes dos alimentos.
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Tem serralha venenosa?

Serralha, e a Serralha de Espinho. Verdura PANC.

A tão comum serralha.

Eu sou uma pessoa um tanto distraída. Um tanto não, bastante. A ponto de nunca ter percebido que ainda não escrevi sobre a serralha. Como assim? É uma das PANC mais conhecidas, e acho que de tanto falar dela, comer dela e encontrá-la nas ruas, me esqueci.

É um prazer poder falar dela aqui no blog. A vejo como uma velha amiga, uma velha conhecida, porque é uma das primeiras PANC que a gente toma conhecimento, e, aliás, a serralha é uma das mais comuns aqui em São Paulo. Planta alimentícia não convencional famosa, ainda que confundida aqui e ali com o dente de leão.

Na verdade, nem podemos falar a serralha, mas sim, as serralhas, porque temos pelo menos três tipos nascendo aqui na cidade. Parente do alface, do almeirão de da chicória, a serralha é uma daquelas plantas que fogem à regra de que toda planta venenosa solta látex.

Planta jovem de serralha. Sonchus oleraceus

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Encontre o pé de serralha nessa calçada.

As folhas tem formato de lança, serrilhada, semelhantes à da catalonha, e a do dente de leão. Quando em local muito ensolarado, tornam-se levemente avermelhadas, Aqui, entra uma distinção importante. A espécie Sonchus oleraceus, a serralha mais comum de ser encontrada, tem a folha ligeiramente recoberta de pequenos pelos e um tanto opaca.

Oleraceus vem do latim olus e quer dizer verdura, comestível. Ou seja, os botânicos que a nominaram não deixam dúvida de que a planta é comestível. A espécie Sonchus asper, serralha-brava ou serralha de espinho, tem as folhas recobertas por pequenos”espinhos” moles e a folha é brilhante, menos opaca. Aspe r quer dizer “com a superfície áspera”.

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Ambas tem as folhas, o porte e e a floração idênticas, exceto por esses detalhes. Há ainda outra planta que pode ser confundida, mas por sorte, é comestível, o almeirão-silvestre ou radite,

Folhas tenras de Sonchus asper. Ásperas. Serralha de espinho.

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Nota como a serralha-de-espinho tem, além dos espinhos, a folha bem lustrosa.

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Ela fica mais baixa e robusta que a serralha comum. Ambas comestíveis.

Pouca gente sabe que essa outra variedade de serralha, a de espinho, é comestível. Por isso eu sempre digo, usem os nossos guias nosso livro em português como referência, mas não se apague apenas ao que está escrito lá. Como sugestão de consumo, use sempre as folhas menores e mais tenras, onde os espinhos são moles e amaciam ainda mais no cozimento.

Serralha de espinho, nascendo no Ibirapuera, SP.

Dica de cultivo: plante-a em local que não pegue sol intenso e em solo fértil. As folhas ficarão maiores e bem pouco amargas. Não fale totalmente sombreado, mas que não receba 12h de sol pleno por dia. As sementes da serralha voam, assim como as do dente de leão, mas podem ser recolhidas e semeadas em casa sem problemas.

  • É uma planta de crescimento fácil, tolera muito bem solos pobres e seca e cresce para cima, ideal para hortas urbanas.
  • Das flores pode ser feito chá, ele fica com sabor muito suave, ligeiramente amargo e coloração amarelada, lembrando o chá-verde.
  • São vegetais que, apesar do sabor ligeiramente amargo, são ricos em vitamina C, carotenóides, fibras e até em ômega-3, e um amplo espectro de minerais.

Há estudos que mostram que a serralha absorve muitos minerais, até mesmo o chumbo do solo. Por isso, fique atento ao local de onde você tem colhido suas serralhas, certo? Elas podem estar com as folhas contaminadas de poluentes absorvidos pelas folhas e pelas raízes.

  • Os outros compostos da serralha tem diversas funções medicinais, como a mistura de glicosídeos, compostos fenólicos e flavonoides que ela contém.
  • Na medicina popular tem usos como estimulante, digestiva, externamente como bactericida e anti-inflamatória.
  • Como diferenciar do dente de leão? A serralha possui duas fases.

Quando é jovem, as folhas ficam em roseta, e nesse momento é muito parecida com o dente de leão. Quando madura, fica alta, possui galhos e as flores, embora parecidas, são menores e nascem mais de uma por rama, ficando bem diferente.

Folhas da serralha, ainda jovem.

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Folhas do dente de leão, ainda jovem.

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Flor da serralha, na ponta do ramo.

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Flor do dente de leão, a aste floral parte da base.

Ambas são comestíveis, mas caso você esteja realmente disposto a ser preciso na identificação, estão aí as diferenças: o dente de leão não tem caule e dá apenas uma flor por aste. Serralha ou dente de leão, o preparo é o mesmo, podendo ir pra salada ou refogado igual escarola, virando recheio de pães, pastéis, tortas, acompanhando macarrão.

  • O cozimento em geral reduz o amargor, assim como um tempero mais ácido ou adocicado, como Do terceiro tipo de serralha, o de flores vermelhas ou roxas, falaremos mais pra frente.
  • Existem algumas considerações sobre o uso dela que vão ficar para uma outra postagem.
  • Ah, sim, essa espécie é chamada de serralhinha.

GUIA DE IDENTIFICAÇÃO Sonchus oleraceus. Planta herbácea, ereta, pouco ramificada, de ciclo curto. Apresenta caule oco, chegando a até 1m de altura quando madura e em época de floração. Folhas com lóbulos dentados, serrilhadas, pecíolo semi-amplexicaule, folhas de até 20cm de comprimento.

Para Sonchus asper, folhas lustrosas, recobertas de espinhos. Folhas jovens, superiores, finas, recortadas fortemente. Flor do tipo capítulo disposto na ponta das ramas, amarela, sementes escuras com papus branco. LOCAL DE OCORRÊNCIA Em especial, gramados e hortas, além de terrenos baldios. Não se desenvolve se coberta de muita vegetação.

Fica maior e mais viçosa em solos úmidos a meia sombra. Altamente invasiva. CONSUMO E PREPARO Crua ou cozida, à semelhança do almeirão e da catalonha. Sabor ligeiramente amargo, variando de planta pra planta. : Serralha, e a Serralha de Espinho. Verdura PANC.
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Qual a diferença entre a serralha e o dente-de-leão?

Como diferenciar serralha e dente-de-leão

Todas comestíveis. Sabe identificar? Emília, radite, radite, lingua de vaca, dente de leão, alface do mato, crepe do japão e serralha.

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Dente de leão, radite, erva de touro (não comestivel), serralha, serralhinha e picão. (foto de André Benedito)

Na verdade, esse título ficaria um pouco longo: como identificar plantas da família das asteraceaes, cujas flores são parentes da margarida e da alface, em geral amarelas ou brancas, e nascem em forma de roseta? Traduzindo: quais os matos comestíveis parentes da alface que são bons de comer? Para nossa sorte, quase todas as plantas que são parecidas nessa família são comestíveis, ufa! A dificuldade é na descrição: todas, em algum momento de suas vidas, possuem folhas compridas, recortadas, que partem todas de uma mesma base, rente ao chão; flores amarelas, sementes voadoras, sabor amarguinho e presença de látex.

Vale ressaltar que, assim como as borboletas, em diferentes fases das vida sua forma pode variar. Muitas, quando jovens, ficam em forma de roseta, rentes ao chão. Porém quando chega a época de florescer, algumas espicham e se mostram, ficando mais fácil de reconhecer. Dessa forma, um dente de leão sem flor e uma serralha sem flor são quase idênticos.

Para consumir, todas podem ser comidas cozidas. O sabor amargo de algumas pode ser melhorado de três maneiras: fervendo; picando e deixando de molho em água fria, ou temperando com molhos à base de fruta, mel ou geléia. Vamos a cada uma delas? Dente de Leão ( Taraxacum officinale ) Essa é a planta com o clássico pompom que virou moda até em tatuagens.

As flores amarelas são vistosas, as folhas são serreadas, com o caule avermelhado na base. Essa planta da apenas uma flor por haste e não possui caule. Por seu sabor amarguinho, é usada de forma similar à catalonha e escarola. Muito nutritiva, até sua raiz pode ser usada, quando assada, como substituto do café, além de ser um excelente digestivo.

Serralha ( Sonchus oleraceus )

Folhas verdes ou arroxeadas, se pegar muito sol.

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Forma característica quando adulta.

Quando jovem é idêntica ao dente de leão, mas quando cresce fica com caule longo, oco, e produz cacho de flores amarelas nas pontas. O dente de leão não tem caule e pruduz apenas uma flor, muito maior, essa é a diferença. Um clássico da cozinha caipira, vai bem em saladas, refogada e cozida com carne de ave. Almeirão do mato, radite ( Hypochaeris radicata, Hypochaeris chillensis)

A folha pode ser lisa

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Ou muito recortada.

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Muitas flores em uma mesma haste.

Muito parecido com o dente de leão, mas tem três características marcantes. A primeira, a lamina foliar parte desde a base da folha, é “gordinha” do começo ao fim. Pode ser mais ou menos serrilhada. É em geral mais peluda que o dente de leão. E por fim, produz muitas flores em uma mesma haste, enquanto o dente de leão produz uma só. Alface do mato ( Lactuca serriola )

Note as folhas serreadas.

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Ela pode chegar a mais de 2 metros!

Parece a serralha, mas possui as folhas com um formato diferente, mais serreada, parecendo um pente. Uso similar, pode ser bem amarga, precisando ficar de molho para tirar o amargor. Mas tem vantagens: é digestiva, calmante e muito rica em fibras. Amarguinho bom pra saúde.

  1. Pode chegar a mais de 2 metros de altura.
  2. Almeirão roxo ou japonês ( Lactuca canadensis) Uma das menos amargas, parece muito a alface do mato, podendo ter folhas inteiras ou recortadas, em geral com veios roxos.
  3. Fica muito alta e já é vendida em feiras e mercados.
  4. Serralhinha ou emilia ( Emilia fosbergii, Emilia sonchifolia ) Embora muito consumida, há trabalhos indicando que pode fazer mal para a saúde em grandes quantidades, devido à presença de alcalóides tóxicos.

Usada com moderação, é a única que possui flores vermelhas, comestíveis aliás. Crepe do Japão (Crepis japonica) A menor de todas, possui as bordas da folha avermelhadas, flores amarelas pequenas e gosta de climas mais frios. Pode ser consumida como a alface, é bem pouco amarga, mas é preciso uma boa colheita para render bem.

Planta jovem da variedade verde.

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Planta jovem da variedade roxa.

Uma planta comum em solos férteis e mais úmidos, é a única sem amargor nenhum e com sabor parecido com o da rúcula. Possui flores brancas ou rosadas, e muitos formatos e cores de folha. Muito saborosa em saladas.

Consegue diferenciar?

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Rosa: dente de leão Amarelo: Crepe do japão Azul: radite Roxo: serralha Vermelho: serralinha.

Como diferenciar serralha e dente-de-leão
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Qual serralha pode comer?

Coelho pode comer serralha? – A serralha é uma planta que possui parentesco com a chicória, o almeirão e a alface. Ela possui látex, mas não é tóxica. Se um coelho encontrar um pé de serralha na natureza, com certeza, vai comer. Sim, o coelho pode comer serralha.
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Quais as verduras que tem diabete pode comer?

Legumes e verduras : abóbora, acelga, alface, brócolis, cenoura, couve, rúcula, tomate, vagem. Frutas : abacate, abacaxi, laranja, maçã, mamão, melancia.
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