O Que É Comunidade Dos Estados Independentes

Criada em 1991, a Comunidade dos Estados Independentes ( CEI ) constitui-se num bloco político-econômico que reúne 12 das 15 repúblicas que formavam a antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

Formação

O selo tadjique de 2006 foi lançado em comemoração aos 15 anos da criação da organização.

Em 1991, a formação da Comunidade dos Estados Independentes (CEI) se tornou inevitável. Líderes de várias repúblicas se reuniram na reserva natural de Belovezhskaya Pushcha, ao norte da cidade de Minsk, em 8 de dezembro. Durante essa reunião, foi decidido que a nova confederação estaria aberta a todos os países que compartilhassem dos mesmos objetivos e valores constitucionais e institucionais.

O líder, na época, descreveu a reunião como algo ilegal e perigoso, chamando-a de um golpe constitucional no país. No entanto, ficou claro que havia pouco ou nada que pudesse ser feito. Em 21 de dezembro, os líderes da maioria dos países se reuniram em um local e assinaram o tratado. Assim, a CEI foi oficialmente estabelecida e a União Soviética foi extinta.

No dia 25 de dezembro, Gorbachev deixou o cargo de presidente em um país que já não existia. Os estados bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia) e a Geórgia se recusaram a assinar o tratado, pois argumentavam terem sido anexados à União Soviética contra sua vontade.

Os 11 estados originais que compunham a CEI eram Armênia, Azerbaijão, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão, Moldávia, Rússia, Tajiquistão, Turcomenistão e Ucrânia. Em dezembro de 1993, o Turcomenistão tornou-se um membro associado da CEI após uma guerra civil conturbada em que as tropas russas intervieram para apoiar o governo pró-Moscou. No entanto, em agosto de 2005, o país decidiu abandonar a organização. Posteriormente à isso ocorreu a retirada da Geórgia da CEI em agosto de 2009 após conflitos com a Rússia no ano anterior.

Membros

Há 10 Estados-membros pertencentes à Comunidade dos Estados Independentes

O Acordo de Criação foi o principal documento constituinte da CEI até janeiro de 1993, quando a Carta da CEI foi adotada. A carta formalizou o conceito de filiação: um país membro é definido como aquele que ratifica a Carta da CEI (seção 2, art. 7). No entanto, houve uma exceção. Um país decidiu não ratificar a Carta e mudou sua posição na CEI para membro associado em agosto de 2005, com base em seu estatuto neutro reconhecido internacionalmente pela ONU. Embora tenha sido um dos três países fundadores e tenha ratificado o Acordo de Criação em dezembro de 1991, esse país optou por não se considerar um membro pleno da CIS ao não ratificar a Carta da CEI.

A tabela apresenta informações sobre os países que assinaram e ratificaram uma carta específica, bem como seu status de membro. As datas de assinatura variam entre 8 e 21 de dezembro de 1991, enquanto as datas de ratificação estão distribuídas ao longo dos anos seguintes. A maioria dos países listados é considerada membro oficial, com exceção de um país que é classificado como membro associado não-oficial.

Antigos Estados-membros

Tabela de países que assinaram, ratificaram e retiraram-se da carta:

– País: [informação não disponível]

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– Assinatura: Não informado

– Ratificação: 3 de dezembro de 1993

– Carta ratificada: 19 de abril de 1994

– Retirada: 18 de agosto de 2008

– Retirada efetiva: 17 de agosto de 2009

Outro país:

– Assinatura: 8 de dezembro de 1991

– Ratificação:10 dezembro,1991

-Não ratificado

-Retirado em :19 maio ,2018

Objetivo da Comunidade dos Estados Independentes

A lista completa dos países membros da CEI é:

– Armênia

– Azerbaijão

– Bielorrússia

– Cazaquistão

– Quirguistão

– Moldávia

– Rússia

– Tadjiquistão

-Ucrânia

-Uzbequistão

O Tratado de Segurança Coletiva: uma organização em foco

Países da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), países do GUAM e outros membros da Comunidade dos Estados Independentes (CEI).

A Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), também conhecida como Tratado de Tashkent, teve sua origem no Tratado de Segurança Coletiva do CIS. Este último foi assinado em 15 de maio de 1992 por vários países, incluindo a Armênia, o Cazaquistão e o Quirguistão. Posteriormente, outros países como Azerbaijão, Bielorrússia e Rússia também aderiram ao tratado. Após as respectivas datas de assinatura pelos diferentes países membros, o tratado entrou em vigor em 20 de abril de 1994.

Renovação

O Tratado de Segurança Coletiva (TSC) foi estabelecido com uma duração inicial de cinco anos, sujeito a prorrogação. Em 2 de abril de 1999, apenas seis membros da OTSC assinaram um protocolo para renovar o tratado por mais cinco anos. No entanto, alguns países se recusaram a assinar e decidiram deixar o tratado, formando um grupo não-alinhado pró-Ocidente e pró-EUA conhecido como GUAM (Geórgia, Ucrânia/Azerbaijão/Moldávia). A organização foi oficialmente nomeada OTSC em 7 de outubro de 2002 e nomeou seu secretário-geral. Durante o ano de 2005, os países parceiros da OTSC realizaram algumas atividades conjuntas. O Uzbequistão saiu do GUAM em 2005 e em 23 de junho de 2006 tornou-se membro pleno da OTSC após ratificação pelos parlamentos dos seus membros em março de 2008. Além disso, a OTSC também atua como observadora na [nome da organização].

A carta reafirmava o desejo de todos os Estados participantes em se abster do uso ou ameaça da força. Os signatários não seriam capazes de se juntar a outras alianças militares ou outros grupos de estados, enquanto a agressão contra um signatário seria percebida como uma agressão contra todos. Para isto, a OTSC organiza exercícios militares de comando para as nações da OTSC terem uma oportunidade de melhorar a organização intercooperativa. O exercício militar de maior escala da OTSC foram os exercícios de “Rubezh 2008”, que ocorreu na , no qual um total de 4 mil soldados de todos os sete países membros constituintes da OTSC realizou treinamento brutal, estratégico e tático, com ênfase em promover a eficiência dos elementos de segurança coletiva da OTSC.

Eventos recentes

Em maio de 2007, houve uma sugestão do secretário-geral da OTSC sobre a possibilidade de o Irã aderir à organização. Foi mencionado que a OTSC é aberta e que, se o Irã cumprisse os requisitos estatutários, sua entrada seria considerada. Caso isso ocorra, o Irã será o primeiro país fora da ex-União Soviética a se tornar membro dessa organização.

Em 6 de outubro de 2007, os países membros da OTSC concordaram em expandir a organização, criando uma força de paz que poderia ser implantada sob supervisão conjunta ou individual dos Estados membros. Além disso, essa expansão permitiria que todos os membros adquirissem armas russas pelo mesmo preço oferecido pela Rússia. A OTSC também firmou um acordo com a OCX na capital do Tajiquistão para fortalecer a cooperação em áreas como segurança, combate ao crime e tráfico de drogas.

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No dia 29 de agosto de 2008, a Rússia comunicou sua intenção de buscar o reconhecimento da OTSC em relação à independência da [país A] e [país B], apenas três dias após ter oficialmente reconhecido essa independência. Em uma reunião realizada no dia 5 de setembro do mesmo ano, a Rússia assumiu a presidência rotativa da OTSC durante um encontro que ocorreu na cidade de [cidade], localizada na Rússia.

Em outubro de 2009, a Ucrânia recusou permissão para o Centro Antiterrorista da CEI de executar exercícios antiterroristas no seu território porque a constituição ucraniana proíbe unidades militares estrangeiras de operarem em seu território.

A relevância da CEI

A Comunidade dos Estados Independentes (CEI) foi criada para descentralizar o poder na região e fortalecer a democracia nas ex-repúblicas soviéticas. Seus principais objetivos são promover diálogos econômicos, políticos e militares entre os países membros.

Na prática, a criação da CEI permitiu que as antigas repúblicas soviéticas tivessem mais autonomia em relação ao governo central russo. Isso significa que elas passaram a ter mais controle sobre suas próprias decisões políticas e econômicas. Além disso, a CEI também ajudou na transição desses países para regimes democráticos, incentivando o respeito aos direitos humanos e às liberdades individuais.

Um dos principais focos de atuação da CEI é no âmbito econômico. Os países membros buscam estabelecer acordos comerciais entre si, facilitando o comércio e promovendo um desenvolvimento conjunto. Também há esforços para melhorar as infraestruturas regionais, como transportes e energia.

No campo político-militar, a CEI busca manter uma cooperação entre seus estados-membros para garantir sua segurança coletiva. Isso inclui discussões sobre questões de defesa comum e coordenação de estratégias militares em caso de ameaças externas.

Ver também

– InfoEscola: disponível em 13 de janeiro de 2012.

– Arquivo da Web: acesso realizado em 3 de setembro de 2011. O arquivo foi arquivado pela última vez em maio de 2011.

Principais características da CEI

A Comunidade dos Estados Independentes (CEI) é uma organização intergovernamental composta por diferentes países. Embora esses países tenham interesses em comum, a CEI não pode ser considerada um bloco econômico.

A CEI é formada por nações independentes que buscam cooperação e integração em diversos aspectos, como política, economia e segurança. No entanto, diferentemente de blocos econômicos como o Mercosul ou a União Europeia, a CEI não possui uma união aduaneira ou um mercado comum estabelecido entre seus membros.

Um exemplo prático dessa falta de integração econômica dentro da CEI pode ser observado nas barreiras comerciais ainda existentes entre os países membros. Cada nação mantém suas próprias políticas tarifárias e regulamentações comerciais, dificultando o livre fluxo de bens e serviços entre elas.

Além disso, apesar do objetivo principal da CEI ser promover a cooperação mútua entre seus membros, cada país tem sua própria autonomia para tomar decisões políticas e econômicas. Isso significa que as políticas internas de cada nação podem variar significativamente em relação às demais.

Portanto, embora haja uma comunidade formada por diferentes países com interesses compartilhados dentro da CEI, essa organização não deve ser interpretada como um bloco econômico consolidado. A falta de integração comercial efetiva e as diferenças nas políticas internas dos estados membros são evidências claras dessa distinção.

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Ligações externas

Obtida de “” : Comunidade dos Estados Independentes – Wikipédia, a enciclopédia livre

País mais populoso da CEI

A Comunidade dos Estados Independentes (CEI) é uma organização formada por países que faziam parte da antiga União Soviética. A CEI foi criada em 1991, após o colapso da União Soviética, com o objetivo de promover a cooperação econômica e política entre os seus membros.

Atualmente, a CEI é composta por 11 países: Armênia, Azerbaijão, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão, Moldávia, Rússia, Tajiquistão, Turcomenistão,Ucrânia e Uzbequistão. Esses países compartilham laços históricos e culturais comuns devido ao seu passado soviético.

A Rússia é o país mais populoso da CEI com cerca de 140 milhões de habitantes. Além disso,a Rússia também possui a maior extensãoterritorial entre os membros da comunidade.

Outro país importante na CEI é a Ucrânia que tem uma população estimada em aproximadamente 44 milhões de habitantes. A Ucrânia também desempenha um papel significativo na economia regional como um grande produtor agrícola e industrial.

O Cazaquistãotambém se destaca na CEI tanto pela sua dimensãogeográfica quanto pelo seu potencial econômico. O país possui vastas reservas minerais e energéticas alémde ser um importante centro logístico para as rotas comerciais entre Europa e Ásia Central.

BielorrúsiaeUzbequistãosãopaísesquepossuemgovernosautoritáriosedependemfortementedaRússiaemtermosdecooperaçãoeconômicaepolítica.

Os demais países da CEI, como Armênia, Azerbaijão, Quirguistão,Tajiquistão e Moldávia,também têm suas particularidades econômicas e políticas. Esses países enfrentam desafios internos relacionados à governança e desenvolvimento socioeconômico.

Situação atual da CEI

Atualmente, a sede da CEI fica na cidade de Minsk, capital da Bielorrússia. A CEI foi formada primeiramente por três países: Bielorrússia, Ucrânia e Rússia. Mais tarde, outros países aderiram à Comunidade. Os países que fazem parte da Comunidade dos Estados Independentes são:

1. Armênia

2. Azerbaijão

3. Cazaquistão

4. Quirguistão

5. Moldávia

6. Tajiquistão

7.Turcomenistão

8.Uzbequistão

Esses oito países se juntaram aos membros fundadores para formar a CEI e trabalhar em conjunto em questões políticas, econômicas e sociais comuns.

É importante ressaltar que alguns desses países têm status de observador ou parceiro dentro da organização, enquanto outros são membros plenos.

A Comunidade dos Estados Independentes tem como objetivo promover a cooperação entre seus membros nas áreas mencionadas anteriormente e fortalecer os laços entre eles após o colapso da União Soviética em 1991.

Embora cada país membro tenha sua própria soberania e independência política, eles buscam colaborar no desenvolvimento regional e resolver problemas conjuntos através do diálogo diplomático e acordos mútuos.

A CEI desempenha um papel significativo na região pós-soviética ao facilitar negociações bilaterais e multilaterais entre seus membros para garantir estabilidade política, segurança regional e crescimento econômico sustentável.

Em suma, a Comunidade dos Estados Independentes é composta por uma variedade de países que compartilham uma história comum e trabalham juntos para promover interesses mútuos e fortalecer a cooperação regional.

País que deixou a CEI

Os países que fazem parte da Comunidade dos Estados Independentes (CEI) são:

1. Armênia

2. Azerbaijão

3. Bielorrússia

4. Cazaquistão

5. Quirguistão

6. Moldávia

7. Rússia

8. Tajiquistão

9.Turcomenistão

10.Uzbequistão

É importante ressaltar que os três países bálticos, Lituânia, Letônia e Estônia, não fazem parte da CEI, pois solicitaram ingresso na União Europeia e foram aceitos a partir de primeiro de maio de 2004.

A CEI foi criada em 1991 como uma organização regional composta por ex-repúblicas soviéticas com o objetivo de promover a cooperação econômica e política entre seus membros independentes após o colapso da União Soviética.