Tipos De Feridas Na Pele Fotos

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Diversos tipos de feridas na pele são compartilhadas em redes sociais, mas poucas estão relacionadas ao uso de máscaras

Publicações compartilhadas mais de 1.800 vezes no Facebook e Twitter desde o último dia 9 de agosto afirmam que o uso de máscaras causa uma sensação de sufocamento e um suor desconfortável, além de alertar para os possíveis problemas futuros relacionados ao seu uso.

As postagens, ilustradas com cinco fotos de pessoas com marcas ou lesões ao redor da boca, também afirmam que as máscaras podem causar “infecções pulmonares sérias e perda da consciência devido ao fluxo de ar restrito”.

Foi registrada uma captura de tela em 14 de agosto de 2020 que retrata um conteúdo publicado na plataforma do Facebook.

Desde o dia 3 de julho, é obrigatório usar máscaras em espaços públicos e privados em todo o Brasil. Essa medida foi implementada como uma forma de prevenir a propagação do novo coronavírus.

Criança com varicela

Segundo a OMS, o vírus VZV é facilmente transmitido através de gotículas respiratórias ou do contato direto com as lesões na pele de uma pessoa infectada.

O Getty Images não informa quando a foto foi feita, mas uma busca reversa na ferramenta TinEye mostra que ela circula ao menos desde julho de 2017, anos antes da detecção do novo coronavírus em Wuhan, na China, no final de 2019.

Tipos de Feridas na Pele: Exemplo de Eczema Herpético em um Bebê

Já a foto do canto superior direito foi publicada na Wikipédia em 11 de abril de 2018 – também antes da identificação do SARS-CoV-2. De acordo com a enciclopédia colaborativa, a foto mostra uma criança com eczema herpético, outra doença causada por um vírus que pode provocar reações graves em pessoas que já sofrem de eczema.

A foto, com a mesma descrição, foi publicada nesta página do Hospital Royal Children de Melbourne, na Austrália.

Captura de tela feita em 18 de agosto de 2020 de foto publicada no site do Hospital Royal Children de Melbourne

Enfermeira exausta após extensa jornada de trabalho

Valeria Zedde compartilhou em uma rede social a experiência de trabalhar em turnos de 6 horas, onde os funcionários precisam se proteger e não podem comer, beber ou ir ao banheiro durante todo esse período. Além disso, eles utilizam equipamentos de proteção desconfortáveis que causam suor.

Saímos de turnos de 6 horas com essas expressões faciais. Estamos cansados, exaustos, com emoções conflitantes e um medo que não conseguimos esconder. Quando chegamos ao trabalho nos protegemos e sabemos que por 6 horas não podemos comer, beber ou ir ao banheiro. Usamos equipamentos de proteção desconfortáveis ​​que nos fazem suar. Mas não é isso que nos assusta. A paixão pelo nosso trabalho nos dá a energia certa, as pessoas que nos amam nos dão a força necessária. Estamos enfrentando uma emergência sanitária complicada. Cada um de nós pode contribuir de alguma forma. Nós enfermeiros não podemos ficar em casa. Quem puder fazer isso, faça sem hesitar. Obrigado.

A post shared by Valeria Zedde (@_valiii_) on Mar 13, 2020 at 1:28am PDT

Os profissionais da área da saúde estão utilizando equipamentos de proteção individual (EPI) projetados para garantir a segurança do corpo e evitar o contato com agentes infecciosos durante suas atividades laborais.

Profissionais da saúde posam para fotos após dia de trabalho durante a pandemia de COVID-19 em Atizapan, México, nesta combinação feita em 22 de maio de 2020

A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu orientações específicas sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) durante a pandemia do COVID-19. Essas diretrizes enfatizam que as medidas de proteção recomendadas para o público em geral, como o uso de máscaras cirúrgicas ou de tecido, diferem das recomendações para profissionais da saúde e outros grupos específicos.

Doenças que podem resultar em lesões cutâneas

Existem várias doenças que podem causar o aparecimento de feridas na pele. Algumas dessas doenças incluem alergias, psoríase, dermatite atópica, esporotricose humana (causada por fungos), urticária e impetigo. Essas condições podem resultar em diferentes tipos de feridas na pele.

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A psoríase é uma doença crônica da pele que causa manchas avermelhadas e descamativas. Essas manchas podem se tornar feridas quando coçadas ou arranhadas com frequência.

A dermatite atópica é uma inflamação da pele geralmente associada a reações alérgicas. Ela pode causar vermelhidão intensa, coceira e formação de pequenas bolhas que se rompem facilmente.

A esporotricose humana é uma infecção fúngica que afeta principalmente os tecidos subcutâneos. Pode causar úlceras profundas na pele, acompanhadas de dor e inchaço localizados.

A urticária é caracterizada pelo aparecimento repentino de placas avermelhadas elevadas na pele, conhecidas como “urticárias”. Essas lesões são geralmente pruriginosas (coçam) e desaparecem após algumas horas ou dias sem deixar cicatrizes.

É importante ressaltar que o tratamento das feridas na pele deve ser feito sob orientação médica. Cada lesão precisa ser avaliada individualmente para determinar o melhor curso de ação, seja através de medicamentos tópicos, antibióticos orais ou outros procedimentos específicos.

Mulher com rosácea: uma condição de pele comum

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a rosácea é uma condição crônica que afeta principalmente a pele da região central do rosto, causando vermelhidão e ressecamento. Embora as causas exatas ainda sejam desconhecidas, fatores como predisposição individual e influência de aspectos psicológicos, como o estresse, são considerados possíveis desencadeadores dessa doença vascular inflamatória.

O que é uma ferida na pele?

As úlceras cutâneas são lesões persistentes na pele que não se curam adequadamente devido a alterações no processo natural de cicatrização. Essas feridas crônicas podem persistir ao longo do tempo, causando desconforto e comprometendo a qualidade de vida dos pacientes.

Algumas características das úlceras cutâneas incluem:

1. Feridas abertas: as úlceras apresentam uma área da pele danificada e exposta, geralmente com bordas irregulares.

2. Drenagem: é comum haver secreção ou exsudato proveniente da ferida.

3. Dor: as úlceras podem ser dolorosas, especialmente quando estão infectadas ou em estágios avançados.

4. Má cicatrização: o processo de cicatrização pode ser mais lento e incompleto nas úlceras cutâneas.

5. Recorrência: em alguns casos, as úlceras podem voltar mesmo após tratamento adequado.

É importante buscar atendimento médico especializado para o diagnóstico correto e o tratamento adequado das úlceras cutâneas. O cuidado regular da ferida, uso de curativos apropriados e medidas preventivas são essenciais para promover a cicatrização eficaz dessas lesões crônicas na pele.

Adolescente francesa com alergia cutânea

A segunda foto da combinação relacionada às máscaras é a do canto superior esquerdo.

Em 30 de julho deste ano, uma mãe compartilhou no Facebook um relato sobre sua filha adolescente, sugerindo que ela teve uma reação alérgica ao usar uma máscara. No entanto, a publicação foi posteriormente excluída.

Comparação entre postagem compartilhada nas redes (esquerda) e publicação original da mãe no Facebook

De acordo com informações divulgadas pelo jornal francês Le Monde, a mãe explicou que sua filha estava utilizando a máscara fornecida pela escola pela primeira vez por um longo período. Durante uma semana de férias em um acampamento, era obrigatório usar máscaras em ambientes fechados, e a criança seguiu essa recomendação diariamente.

Em outra publicação feita no mesmo dia, a mãe mostrou alguns medicamentos que disse terem sido prescritos para sua filha, detalhando, em um comentário, que ela teve “uma reação alérgica a um componente da máscara”.

Segundo a Academia Americana de Dermatologia, o uso frequente de máscaras pode causar problemas na pele, como acne e ressecamento. Para evitar esses inconvenientes, é recomendado lavar as máscaras de tecido com detergentes hipoalergênicos e sem fragrância. Essa prática ajuda a remover germes, óleos e outras partículas que podem se acumular no tecido da máscara e irritar a pele.

Minha ferida não cicatriza?

A má circulação sanguínea é uma das principais causas de feridas na pele que não cicatrizam. Quando as artérias são afetadas, a irrigação sanguínea nas pernas pode ser reduzida, o que resulta em dificuldades para caminhar e feridas que demoram muito tempo para sarar.

Existem várias razões pelas quais a má circulação pode ocorrer. Fatores como tabagismo, diabetes e obesidade podem contribuir para o estreitamento das artérias e prejudicar o fluxo sanguíneo adequado. Além disso, um estilo de vida sedentário também pode levar à má circulação.

Para melhorar a circulação sanguínea nas pernas e ajudar no processo de cicatrização da pele, algumas dicas práticas podem ser seguidas. Primeiramente, é importante manter-se ativo através da prática regular de exercícios físicos. Caminhadas diárias ou atividades aeróbicas leves podem estimular o fluxo sanguíneo nas pernas.

Outra dica útil é evitar ficar sentado ou em pé por longos períodos sem se movimentar. A cada hora aproximadamente, faça pequenas pausas para alongamentos simples ou movimentos dos pés e tornozelos.

Além disso, cuidados com os pés também são essenciais para prevenir complicações decorrentes da má circulação sanguínea. Manter os pés limpos e hidratados ajuda a evitar rachaduras na pele que possam se transformar em feridas difíceis de curar.

Lembre-se sempre de consultar um profissional médico para obter um diagnóstico adequado e receber orientações específicas sobre como melhorar a circulação sanguínea. Seguir essas dicas práticas pode ajudar a prevenir problemas de circulação e promover uma cicatrização mais rápida das feridas na pele.

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Estafilococo: contaminação, infecção pulmonar e perda de consciência

Segundo Paulo Santos, médico e consultor da SBI, os registros não parecem estar relacionados com estafilococos.

O estafilococo é uma bactéria que normalmente habita a pele humana. Em casos de fragilidade imunológica, algumas pessoas podem desenvolver doenças causadas por essa bactéria. Essas doenças podem se manifestar como espinhas, furúnculos e abscessos na pele. Além disso, quando o estafilococo invade o corpo, pode levar ao surgimento de doenças graves. Essa informação foi compartilhada por um infectologista em entrevista à AFP Checamos.

Conforme mencionado por Santos, a bactéria geralmente entra no corpo através de lesões na pele e não pela respiração. O infectologista também considera altamente improvável que as máscaras possam causar essas feridas, uma vez que normalmente a pessoa sente desconforto antes de ocorrer qualquer lesão.

De acordo com o Dr. Daniel Pahua, especialista em Saúde Pública da Universidade Autônoma do México (UNAM), é possível que as máscaras contenham bactérias. No entanto, a maioria desses agentes não causa doenças, pois são bactérias presentes naturalmente na nossa boca. A menos que tenhamos uma doença específica relacionada a essas bactérias.

De acordo com Santos, é crucial lembrar que as máscaras podem se tornar contaminadas, uma vez que o ambiente ao nosso redor está repleto de bactérias. Portanto, é essencial higienizar regularmente a peça. Ele compara essa necessidade à prática de tomar banho e trocar de roupa para manter uma boa higiene pessoal. A mesma atenção deve ser dada às máscaras para garantir sua eficácia na proteção contra doenças.

De acordo com as informações disponíveis, há alegações de que o uso de máscaras pode levar a infecções pulmonares graves e até mesmo desmaios devido à restrição do fluxo de ar.

De acordo com Santos, a perda de consciência ocorre quando há falta de oxigênio, conhecida como hipóxia. No entanto, ele esclarece que isso não acontece ao usar a máscara, pois ela permite a passagem do ar.

De acordo com o médico, essa afirmação pressupõe que a máscara é completamente vedada, impedindo qualquer troca de ar. No entanto, ele considera isso como uma ideia fantasiosa.

A Agência France-Presse (AFP) já negou anteriormente que o uso de máscaras cause hipóxia.

De acordo com Santos, é altamente improvável desenvolver uma infecção pulmonar devido ao uso de máscaras. Embora a OMS liste os possíveis riscos e desconfortos associados às máscaras em seu site, não menciona especificamente infecções pulmonares.

Por último, Santos admite que o uso da máscara pode causar problemas de pele, como dermatites, alergias ou lesões por fricção. Esse último caso é mais comum em profissionais de saúde que precisam utilizar máscaras mais pesadas. No entanto, a solução para esses problemas está em fazer os ajustes necessários na utilização da máscara.

Quando ficar atento a uma ferida?

Uma ferida preocupante é aquela que não tenha cicatrizado após 7 a 10 dias desde o seu surgimento. Isso pode indicar um problema subjacente, como uma infecção ou dificuldade de cicatrização. É importante ficar atento a qualquer ferida que apresente esse tipo de demora na cicatrização, pois pode ser necessário buscar ajuda médica para avaliar e tratar adequadamente.

Outro sinal de alerta é quando uma ferida já cicatrizada volta a abrir. Isso pode ocorrer por diversos motivos, como trauma repetido na área afetada ou problemas circulatórios locais. Quando isso acontece, é essencial investigar as possíveis causas e procurar orientação médica para evitar complicações futuras.

Tipos mais comuns de feridas

Entre as feridas crônicas mais comuns na pele, podemos destacar a úlcera vasculogênica, a úlcera venosa, a úlcera arterial, a úlcera neuropática, a úlcera do pé diabético e a úlcera por pressão. Cada uma dessas feridas possui características específicas e requer cuidados diferenciados para o tratamento adequado.

A úlcera vasculogênica é causada pela má circulação sanguínea nos membros inferiores. Geralmente ocorre devido à insuficiência venosa ou arterial e pode ser acompanhada por edema (inchaço) nas pernas. Essa ferida costuma ser dolorosa e apresentar um aspecto avermelhado ou escuro.

Já a úlcera venosa é resultado da insuficiência das veias superficiais das pernas. Ela se forma principalmente na região dos tornozelos e pode estar associada ao inchaço das pernas, varizes e alterações na pigmentação da pele ao redor da lesão.

A ulceração arterial ocorre quando há obstrução ou estreitamento das artérias que levam sangue oxigenado aos tecidos. Essa condição geralmente afeta os membros inferiores e causa dor intensa durante o repouso. A lesão costuma ter bordas bem definidas e uma aparência pálida ou necrótica.

A ulceração neuropática está relacionada à falta de sensibilidade em determinadas áreas do corpo devido à neuropatia diabética ou outras doenças neurológicas. As feridas neuropáticas podem surgir em qualquer parte do corpo exposta à pressão constante sem que haja percepção da dor, como nos pés.

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A úlcera do pé diabético é uma complicação comum em pessoas com diabetes. Ela ocorre devido a danos nos nervos e vasos sanguíneos dos pés, resultando em feridas que demoram a cicatrizar e podem levar à amputação se não forem tratadas adequadamente.

Por fim, temos a úlcera por pressão, também conhecida como escara ou lesão por decúbito. Essa ferida surge quando há pressão prolongada sobre uma área específica do corpo, geralmente em pacientes acamados ou cadeirantes. As áreas mais afetadas são as regiões ósseas proeminentes, como o calcanhar, cotovelos e sacro.

P.S.: É importante ressaltar que cada tipo de ferida requer um cuidado específico para promover sua cicatrização adequada. O acompanhamento médico especializado é fundamental para identificar corretamente o tipo de ferida na pele e indicar o tratamento mais adequado para cada caso.

Causas das feridas espontâneas no corpo

As lesões agudas na pele podem ser causadas por diversos fatores externos, como incisões cirúrgicas, traumas físicos resultantes de acidentes de trânsito ou até mesmo exposição a produtos químicos de forma inadequada. Essas feridas são caracterizadas por sua natureza súbita e geralmente apresentam uma resposta inflamatória imediata.

A incisão cirúrgica é um exemplo comum de lesão aguda na pele. Ela ocorre durante procedimentos médicos que envolvem cortes precisos para acessar órgãos internos ou realizar intervenções específicas. Embora essas incisões sejam feitas sob condições controladas e estéreis, ainda assim representam uma interrupção da integridade da pele.

Outro tipo de lesão aguda é o trauma físico decorrente de acidentes, como quedas, colisões ou cortes profundos. Essas situações podem levar a feridas abertas que requerem cuidados médicos imediatos para evitar complicações adicionais.

Além disso, algumas substâncias químicas também podem causar danos à pele quando utilizadas incorretamente. Produtos corrosivos ou irritantes em contato direto com a pele podem provocar queimaduras químicas ou reações alérgicas graves.

P.S.: É importante ressaltar que qualquer tipo de ferida na pele deve ser avaliada e tratada adequadamente por um profissional médico qualificado para prevenir infecções e promover uma cicatrização adequada.

Características das feridas de câncer de pele

1. Ferida aberta: É uma lesão que causa ruptura da pele, podendo ser superficial ou profunda.

2. Ferida fechada: Não há ruptura visível da pele, mas pode haver danos internos nos tecidos subjacentes.

3. Ferida incisa: Causada por um objeto afiado, como uma faca ou vidro, resultando em uma linha reta e limpa na pele.

4. Ferida contusa: Geralmente causada por trauma contuso, como pancadas ou quedas, resultando em inchaço e equimoses ao redor da área lesionada.

5. Ferida perfurante: Ocorre quando um objeto penetra profundamente na pele e nos tecidos subjacentes.

6. Ulcerações cutâneas: São feridas crônicas que não cicatrizam adequadamente e podem estar associadas a condições médicas subjacentes, como diabetes ou doença vascular periférica.

7. Queimaduras de primeiro grau: Atingem apenas a camada mais externa da pele (epiderme), causando vermelhidão e dor leve.

8. Queimaduras de segundo grau: Afetam tanto a epiderme quanto parte da derme (camadas mais profundas), apresentando bolhas cheias de líquido claro ou turvo e dor intensa.

9. Úlceras por pressão (escaras): Desenvolvem-se quando há pressão prolongada sobre áreas específicas do corpo, geralmente em pessoas acamadas ou cadeirantes; são caracterizadas pela morte do tecido cutâneo.

10. Feridas infectadas: Qualquer tipo de ferida pode se tornar infectada quando bactérias ou outros microrganismos entram na área lesionada, causando inflamação e possível pus.

É importante ressaltar que a avaliação e o tratamento adequados das feridas devem ser realizados por profissionais de saúde qualificados.

A aparência da ferida causada pela sífilis

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que pode se manifestar de diferentes formas. Uma das primeiras manifestações da sífilis primária é a presença de uma pequena ferida nos órgãos sexuais, conhecida como cancro duro. Essa ferida geralmente surge entre a 2ª ou 3ª semana após a relação sexual desprotegida com uma pessoa infectada.

É importante ressaltar que o cancro duro não causa dor, coceira, ardência ou apresenta pus. Ele costuma ser indolor e pode passar despercebido em alguns casos. Por isso, é fundamental estar atento(a) aos sinais do corpo e realizar exames regulares para detectar precocemente essa infecção.

Além do cancro duro, outra característica da sífilis primária são as ínguas nas virilhas. As ínguas são caroços que surgem na região inguinal (virilha) e podem ser sentidos ao toque. Elas também aparecem algumas semanas após o contato com a bactéria causadora da doença.

P.S.: É importante destacar que apenas um profissional de saúde qualificado poderá fazer um diagnóstico correto da sífilis através de exames clínicos e laboratoriais adequados. Caso você suspeite estar com algum sintoma relacionado à sífilis ou tenha tido relações sexuais sem proteção recentemente, procure imediatamente um médico para receber orientação adequada sobre prevenção, diagnóstico e tratamento dessa doença.

By Katy