Quais as desvantagens de comer batata-doce?

Batata doce possui benefícios, mas pode fazer mal se consumida de maneira errada Já ouviu dizer que a batata-doce faz bem e é melhor do que a batata inglesa, aquela mais comum que comemos? É verdade. Essa raiz é uma excelente fonte de energia que contém diversos minerais e vitaminas importantes para o funcionamento do organismo.

  1. Contudo, como todo alimento, pode ser prejudicial se consumida sem orientação e cuidado, causando riscos.
  2. É rica em fibra solúvel e, ao entrar em contato com a água, forma um gel capaz de reduzir a absorção de glicose e lipídios, ajudando a controlar o colesterol e a diabetes.
  3. O componente também propicia uma digestão lenta, o que auxilia no trânsito intestinal, contribui com a sensação de saciedade (tira a fome) e fornece energia durante longos períodos.

“Outra vantagem da raiz é que ela é um carboidrato de baixo índice glicêmico, que eleva pouco o nível de açúcar no sangue, o que contribui para a saúde cardiovascular e a dieta”, explica a nutricionista Adriana Ávila. Possui quantidades significativas de minerais como cálcio, responsável pela saúde dos ossos e dentes; magnésio, que ajuda na disposição e energia; ferro, elemento imprescindível para o funcionamento das células; e potássio, determinante para evitar câimbras.

  1. Sua composição também tem vitamina A, que auxilia na visão; C, que age fortalecendo o sistema imunológico; B6, essencial para o funcionamento das células; e ácido fólico, que protege o sistema nervoso.
  2. Além disso, tem o antioxidante criptoxantina, eficaz contra a ação dos radicais livres, moléculas que podem oxidar células saudáveis, prejudicando o funcionamento do organismo.

A raiz ganhou fama graças aos efeitos positivos para quem pratica atividade física. É um carboidrato que é lentamente absorvido pelo organismo e que não eleva o nível de açúcar no sangue, pois tem um nível glicêmico baixo. Dessa forma, a energia é liberada lentamente durante o exercício, fornecendo combustível do começo ao fim.

A batata-doce também possui nutrientes ótimos para quem gosta de se movimentar, como o potássio, que previne cãibras e fraqueza muscular. Assim como outros alimentos, o consumo excessivo pode trazer efeitos colaterais. Por conter substâncias goitrogênicas, que atrapalham a absorção de iodo, a batata-doce na dieta está associada à incidência de disturbios da tireóide, como o hipotireoidismo, gipertireoidismo, tireoidite de Hashimoto, doença de Graves e câncer de tireoide.

Para evitar o dano, é preciso cozinhar o alimento, já que o processo elimina esta característica nociva. “É recomendado consumir essa raiz em sua versão orgânica”, enfatiza a nutricionista esportiva funcional Giovana Canno. “Essa é uma medida importante porque a estrutura de amido resistente da batata-doce absorve os agrotóxicos, causando diversas desordens metabólicas que podem atrapalhar o emagrecimento e aumentar as chances de doenças como o câncer”, conclui.

Quais os riscos da batata-doce?

Batata-doce engorda? Conclusão – “Apesar de possuir um baixo índice glicêmico, a batata-doce pode engordar (e até causar transtornos da tireoide, segundo estudos) caso seja consumida em excesso”, diz a nutricionista. Isso porque qualquer alimento promove o ganho de peso se você exagerar na dose.

Além disso, é sempre bom ressaltar que nenhum ingrediente tem a capacidade de aumentar os números da balança ou emagrecer. O que conta mesmo é o equilíbrio, ou seja, quão saudável a sua alimentação é no dia a dia. Afinal, o que promove a perda de peso é o chamado déficit calórico — consumir menos calorias do que você gasta.

Portanto, a conclusão é de que a batata-doce pode sim ser um ótimo item para incluir no cardápio de quem quer emagrecer por trazer inúmeros benefícios. Mas o melhor mesmo é pedir auxílio profissional na hora de montar o seu plano alimentar para não extrapolar nas porções.

O que acontece com meu corpo se eu comer batata-doce todo dia?

Aliada da desintoxicação. Graças aos antioxidantes presentes em sua composição, ela ajuda a eliminar as toxinas acumuladas no organismo. Sendo assim, reduz a fadiga, diminui dores musculares e ainda ajuda no reforço da imunidade.

Quem tem prisão de ventre pode comer batata-doce?

Da batata doce também favorecem as funções do. aparelho digestivo, sendo assim, garantem a fácil. digestão dos alimentos e ainda melhoram o trânsito. intestinal, prevenindo constipação e prisão de ventre.

Qual tipo de batata é mais saudável?

A batata doce ganhou fama na dieta de quem treina por ser uma ótima fonte de carboidratos, fibras e vitaminas, mas será que a batata inglesa é tão inferior assim para ser evitada? Confira o comparativo: Deu empate técnico! Então, de onde vem a fama da batata doce? Vamos explicar o motivo, mesmo dando empate na questão técnica, em qual sentido a batata doce é melhor do que a batata inglesa.Além de conter mais vitaminas e fibras, a batata doce tem um índice glicêmico menor do que na batata inglesa (150g contém em média uma taxa glicêmica de 44, já na batata comum é de 54) isso causa uma diferença de como esse alimento é absorvido pelo organismo, o carboidrato da batata doce demora mais para entrar na corrente sanguínea, e seus picos de açúcar no sangue são regulados pelas fibras, por isso é mais indicada para quem tem diabetes ou quem quer emagrecer e ganhar massa magra.

Quem tá com inflamação pode comer batata doce?

Batata doce As batatas doces são ricas em beta-caroteno, manganês e vitaminas A, B e C, tornando uma verdadeira casa de força contra a inflamação.

Qual o efeito da batata doce no organismo?

6. Controla a pressão arterial – Pode auxiliar no controle da pressão arterial por apresentar em sua composição sais minerais como zinco, cálcio, magnésio, ferro, manganês e potássio. A batata-doce cozida contém 148 mg de potássio a cada 100 gramas. Sabe-se que o mineral melhora o tônus vascular e ajuda na redução da pressão arterial.

Quantas vezes por semana pode comer batata doce?

3 vezes ao dia, sim; de 3 em 3 horas, não! Seria possível um mendigo, alimentado por um prato de sopa doado, estar mais bem nutrido do que pessoas que comem várias vezes ao dia? Por Rogério Frossard Você já deve ter ouvido algo do tipo: “Alimente-se como um rei pela manhã; como um príncipe no almoço e como um mendigo no jantar.” Mas você também já deve ter ouvido: “Faça pequenas refeições durante o dia; de preferência, de três em três horas.” Ou ainda: “Jejue!” Os motivos podem variar, passando por recomendação nutricional, médica ou até dicas de dieta e modismos, compartilhados sem muito respaldo.

  • O fato é que, para quem deseja seguir um estilo de vida mais saudável, pode ficar confuso assimilar tanta informação e saber qual realmente se encaixa no próprio contexto.
  • Diferentemente da eterna discussão envolvendo os mais variados tipos de dieta, a frequência das refeições tem sido quase que uma unanimidade.
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A maioria das dietas recomenda seis refeições por dia: o desjejum, a colação, o almoço, o lanche, o jantar e a ceia. Em um dia com oito horas de sono, isso implica em comer a cada três horas. A lógica por trás da recomendação é ingerir um volume menor de comida a cada refeição para evitar os excessos da fome desenfreada e a dilatação do estômago, facilitando o trabalho da digestão dos alimentos.

Mas seria possível uma orientação tão popular estar revelando alguma insatisfação que busca compensar qualidade com quantidade, encobrindo o verdadeiro motivo para tantas refeições? Declarações da Organização Mundial da Saúde apontam que não há evidências científicas de que comer de três em três horas emagreça, ou de instituições norte-americanas, como a Associação Médica Americana, que detonam alguns mitos no que diz respeito à alimentação e nutrição, vêm causando burburinho.

Pensando em você, leitor de Vida e Saúde, que também pode estar em dúvida sobre o que seguir, esta edição apresenta um novo viés sobre o assunto, a fim de que a questão central do tema seja mesmo entendida. Afinal, como é que o corpo funciona? Por que precisamos nos alimentar? De que maneira a alimentação mantém a qualidade de vida? Estas são questões que deveriam nos levar às reais respostas sobre a quantidade de refeições que devemos fazer por dia.

O porquê das refeições A resposta é muito simples: comer é um, senão o maior prazer da vida pessoal e social. Sentar-se à mesa entre amigos ou saquear a geladeira na solidão da noite nos traz um enorme deleite, pelo menos a princípio, antes de nos confrontarmos com algumas eventuais consequências, como distúrbios digestivos, excesso de peso e problemas de saúde associados.

Mas, deixando de lado o aspecto psicossocial, comer é uma necessidade da qual não podemos abrir mão. Isso porque não somos criaturas independentes do meio para sobreviver. Nossa máquina biológica necessita de elementos encontrados em nosso planeta. Entre eles, os principais são: o oxigênio da atmosfera, a água das fontes cristalinas e os açúcares encontrados nas mais diversas plantas nutritivas da natureza. Os primeiros sintomas da má alimentação A fome é o primeiro sintoma de má alimentação. Ela sinaliza de forma contundente que algo relevante está impedindo o funcionamento adequado de nossa máquina biológica. Essa insatisfação é o estímulo para comer, e a preferência por calorias vazias resultará na danosa combinação da obesidade com a desnutrição.

  1. Felizmente, os motivos fisiológicos para que venhamos a sentir fome podem ser inibidos por uma simples sopa de legumes.
  2. Como assim? Pois é, uma simples sopa de legumes resolve o problema da associação do estômago vazio com a queda do açúcar em nosso sangue – hipoglicemia.
  3. A hipoglicemia ocorre quando nossas reservas de açúcar se aproximam perigosamente do fim.

Não conseguindo manter uma concentração ideal desse elemento essencial para a produção de energia, o corpo reduz seu gasto energético, ocasionando letargia, mal-estar, cefaleia e fadiga, até que o fornecimento de açúcar seja normalizado por uma refeição.

  1. Esta é a dinâmica do breve jejum de algumas horas, que todos nós possivelmente algum dia experimentamos.
  2. A intensidade dos sintomas da queda do açúcar depende do nível das nossas reservas.
  3. Nossa máquina biológica é tão maravilhosa que não nos damos conta do fato de que ele vive uma política de guerra! Ele não desperdiça absolutamente nada do alimento que ingerimos numa refeição, armazenando para um “futuro incerto” suas calorias sob a forma de gordura.

Eleve suas reservas por meio de “exercícios” O consumo de oxigênio que ocorre no corpo é elevado pela prática regular de atividade física aeróbia, que promove notável expansão do tórax, aumentando o nível de oxigênio no sangue e nos músculos. De acordo com a lei da oferta e da procura, nossa capacidade de armazenar todos os elementos envolvidos na respiração depende da demanda.

  • Logo, quanto mais gordura gastarmos na produção de energia, mais elevada será nossa capacidade de armazenamento dos elementos essenciais envolvidos na respiração: oxigênio, água e açúcar.
  • É por isso que os atletas treinados para maratonas são magros, mesmo que consumindo grande quantidade de água e açúcar natural das frutas e do amido, como bananas e massas.

Como na natureza, nosso corpo é capaz de armazenar água e açúcar (como o do amido de uma batata), pois cada molécula de açúcar é ligada a outra por uma ponte de água. Assim, nossas reservas de amido nos músculos e no fígado são nossa fonte de água e de açúcar no intervalo entre as refeições. Armazenando corretamente os elementos essenciais, a atividade aeróbia associada à boa alimentação garante o fornecimento de energia para as células, desenvolvendo capacidade de autonomia, ou seja, de resistência. É como um carro que, além de andar mais depressa, também é capaz de ficar mais tempo na estrada sem a necessidade de reabastecimento, uma vez que possui maior reserva e roda de forma mais econômica.

  1. Açúcar e demais carboidratos Falar de carboidratos também gera muita polêmica.
  2. Especialistas radicais chegam a orientar a eliminação completa dos carboidratos dos cardápios.
  3. Apostando nas proteínas e em dietas que supostamente remeteriam ao Paleolítico, tratam o carboidrato como um vilão da saúde.
  4. A questão, no entanto, não é o carboidrato, mas, sim, a qualidade e origem dele.

Junto ao oxigênio e à água, o açúcar dos carboidratos é fruto da fotossíntese das plantas, processo essencial a toda espécie de vida no planeta. Ao mesmo tempo que liberam água e oxigênio, as plantas produzem carboidratos de cadeias curtas, médias ou longas.

  • O tempo para digestão e absorção de seus açúcares é diretamente proporcional ao comprimento dessas cadeias.
  • As cadeias curtas, comumente presentes nas frutas, apresentam sabor doce e são de fácil digestão e imediata absorção.
  • As médias e longas formam o amido encontrado nos grãos, legumes e raízes, que liberam seus açúcares de forma mais lenta.

Algumas cadeias longas formam a fibra das cascas, sementes, caule e folha das plantas. Rica em água, elas são fonte exclusiva de nutrientes, como a vitamina C, e a principal fonte de vitaminas do grupo B e de sais minerais, como o cálcio e o ferro por caloria, uma vez que não somos capazes de digerir esse tipo de carboidrato.

  • Dos sais minerais, a planta conta com uma maior proporção de potássio em relação ao sódio, facilitando ainda mais a hidratação, evitando o edema e a elevação da pressão arterial.
  • O que devemos entender é que o carboidrato dos vegetais é importante para o corpo, ao passo que o açúcar, o álcool, os óleos ou aminoácidos extraídos das plantas, e adicionados a pães, bolos e guloseimas realmente podem e devem ser dispensados.
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Ao preencher um estômago vazio, os “bons” carboidratos combatem a fome e a sede fornecendo os elementos necessários para a nossa respiração celular: vitaminas do complexo B, água e açúcar do amido ou das frutas, enquanto que suas fibras indigeríveis asseguram um perfeito ritmo intestinal. Qualificações de uma boa refeição Antes de elaborar o número de refeições de uma dieta devemos avaliar seu poder de saciedade, de forma a proporcionar um intervalo suficiente para que o estômago seja esvaziado e lavado, sem produzir vazamentos ou prejuízos à locomoção.

Os alimentos selecionados devem conter água, vitaminas do complexo B, fibras e açúcares que queimem as gorduras prevenindo a hipoglicemia e aumentando o período de saciedade. Mas, lembre-se de que apenas os diferentes tipos de plantas: frutas, grãos, verduras, legumes e raízes são capazes de preencher todos os quesitos.

Toda refeição deveria priorizar a presença desses alimentos e seus nutrientes!

Um processo altamente corrosivo Comece o dia consumindo oxigênio Azedo, sujo e exausto Abastados, mas não saciados O excedente calórico e as doenças modernas Rogério Frossard é médico do esporte, nutrólogo e professor de fisiologia

Tudo o que colocamos na boca, até mesmo em pensamento, provoca salivação e secreção gástrica. Desde a mastigação, a ideologia é a total destruição do alimento visando à sua digestão, absorção e utilização dos nutrientes em nível molecular. Com tal intuito, o processo digestivo dispõe de uma etapa extremamente ácida no estômago, que, por meio de seus esfíncteres, impede que o conteúdo atinja seus vizinhos, isto é, esôfago e duodeno, evitando a ulceração de suas mucosas, e um sério desconforto e queimação.

  1. No entanto, a competência dessas válvulas sofre a pressão exercida pelo volume estomacal ao longo dos anos e, eventualmente, virá a permitir o vazamento de algum material ácido, em especial, quando reclinamos.
  2. É por isso que é altamente recomendável não ingerir nenhum alimento antes de se deitar.
  3. Despertar com fome após uma boa noite de sono precedida por uma última refeição não deve ser considerado normal.

Partindo do princípio de que a última refeição foi bem elaborada, devemos despertar com nossas baterias carregadas, prontas para uma atividade aeróbica, para consumo fisiológico de oxigênio, lembrando que a prática de exercício físico com o estômago cheio é perigosa, podendo causar congestão.

  • Já o desjejum – primeira e mais importante refeição do dia –, deve preencher as reservas de água, de açúcares, vitaminas e sais minerais utilizadas durante a queima matinal de gordura (realizada com atividade aeróbica).
  • Um organismo é forte e saudável quando previne a escassez de nutrientes, priorizando a renovação das suas reservas por meio da qualidade das suas refeições, e um elevado consumo de oxigênio, reafirmando o velho paradigma da Bioquímica de que as gorduras queimam sob as chamas dos carboidratos! Nossa capacidade respiratória é a chama da nossa existência cuja intensidade é determinante para nossa qualidade de vida e saúde.

Se de 24 horas, passamos oito dormindo, seis refeições teriam de ser divididas em períodos de três horas, o que signifi ca pelo menos uma refeição imediatamente ao despertar e outra ao se deitar. Mas esse tipo de dieta prejudica a atividade aeróbica de estômago vazio, o repouso do aparelho digestivo, e a higiene que previne a ulceração de suas mucosas.

Há um tempo exato para que o alimento da refeição passe em cada estágio da digestão. Comer a cada três horas não permite ao estômago esvaziar-se completamente, descansar ou ter diluída sua acidez. Diante disso, muitos sintomas são provocados por distúrbios digestivos: azia, constipação, gastrite ou úlcera são em geral um importante sinal da falta de higiene no aparelho digestivo e da má alimentação que eleva a gordura corporal, envolvendo o fígado, a vesícula biliar, os vasos sanguíneos e os músculos, podendo evoluir para doenças graves.

Mantenha a linha sem fome ou desconforto Ao evitarmos as calorias vazias nas demais refeições, após a atividade aeróbica e o desjejum, iremos observar a queda progressiva da nossa gordura corporal – o verdadeiro emagrecimento! Dessa forma, mais uma ou duas refeições separadas no decorrer do dia devem ser sufi cientes para nos manter em forma, muito bem alimentados.

  • O real objetivo de uma refeição não é satisfazer o apetite, mas, sim, as necessidades do organismo.
  • Não é apenas a simples quantidade de comida que determina a qualidade de uma refeição; vide a falência da cirurgia bariátrica naqueles que não reformaram seu estilo de vida.
  • Dispondo de fartura de produtos de origem animal, e desorientados pelos ditames do apetite natural, privilegiamos o consumo do açúcar, dos óleos, do álcool e dos aminoácidos extraídos das plantas, em detrimento das frutas e demais vegetais in natura.

Destituídas de seu valor nutricional, essas calorias servem em grande parte para elevar os nossos depósitos de gordura, fato que, associado ao baixo consumo de oxigênio, incapacita nossas refeições, sejam lá quantas forem, de promover o armazenamento dos elementos necessários à satisfação do organismo, resultando em uma contínua frustração nutricional, um jejum de mesa farta! Por outro lado, podemos ser abastados, mas não saciados.

  • É irônico concluir que um pobre andarilho que recebe a caridade de um sopão de legumes sob o misericordioso teto de um abrigo esteja mais bem alimentado e possa gozar de melhor saúde do que um cidadão que intercala suas principais refeições com lanches saborosos, repletos de queijos e outros frios.
  • Por mais complexo que seja, nosso organismo humildemente demanda muito pouco do meio ambiente para funcionar de forma espetacular.

Quando o assunto é comida e bebida, não precisamos de muito nem de muitas vezes, mas, certamente, precisamos de qualidade. E quando o assunto é saúde, não precisamos apenas de uma alimentação balanceada, mas de um conjunto de escolhas que torne nosso estilo de vida realmente saudável.

Infelizmente, o excesso de gordura se torna um grave problema para o organismo, pois seu acúmulo no fígado pode causar a esteatose hepática, tão comum entre obesos e alcoólatras. O acúmulo de gordura em nossos músculos inibe o transporte de açúcar para dentro das células, promovendo concentração sanguínea, resistência insulínica, intolerância glicêmica e diabetes.

E no sangue, a gordura junto ao colesterol forma as placas de ateroma, que podem provocar o bloqueio do fluxo sanguíneo para o cérebro ou coração, gerando respectivamente o acidente vascular encefálico ou infarto agudo do miocárdio. : 3 vezes ao dia, sim; de 3 em 3 horas, não!

Porque quem faz musculação come batata doce?

Os benefícios da batata doce para praticantes de musculação Esse carboidrato do bem está presente no cardápio de quem tem como objetivo hipertrofia ou simplesmente de quem gosta de manter uma alimentação equilibrada. Além de ser um alimento gostoso e nutritivo, a batata doce é benéfica à saúde do corpo, principalmente de praticantes de musculação.

  • Ela é fonte de carboidrato complexo de lenta absorção, fornecendo muita energia durante treinos de alta intensidade”, explica a nutricionista esportiva Tatiane Sousa.
  • Altamente nutritiva, a batata doce fornece energia para contração muscular.
  • Para que haja melhor resultado no ganho de massa muscular, o mais indicado é que o consumo seja feito no pré-treino, porém, se seu objetivo não é necessariamente a hipertrofia, essa fonte de carboidrato do bem pode ser consumida em qualquer horário.
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Ideal para quem quer manter o peso, a batata doce também é a queridinha dos atletas por proporcionar energia do começo ao fim do exercício. “Além de fornecer muita energia, participa do processo de construção muscular e recuperação do glicogênio do músculo evitando a fadiga”, ressalta Tatiane.

Quais os alimentos que mais causam prisão de ventre?

A prisão de ventre pode ser potenciada pelo consumo de muita carne vermelha, pois esta é rica em proteínas e pobre em fibras. Por outro lado, as proteínas e a gordura animal são digeridas mais lentamente, o que pode levar a uma maior absorção de água dos alimentos e, consequentemente, à obstipação intestinal.

Quais são os legumes que soltam o intestino?

Alimentos para soltar o intestino do bebê – Alguns alimentos que podem ser incluídos na alimentação do bebê a partir dos 6 meses, para ajudar a soltar o intestino, são:

Frutas, como mamão, laranja, abacate, banana nanica, uva, kiwi, melão, figo, ameixa, melancia, manga, abacaxi; Legumes, como abóbora, almeirão, tomate, pepino, couve, espinafre, batata doce, vagem e vegetais folhosos; Cereais integrais, como aveia em flocos, arroz integral, macarrão integral e milho; Leguminosas, como grão de bico, ervilha, lentilha e feijão.

Além disso, bebês acima de 1 ano podem consumir iogurte natural, que contém probióticos que melhoram a flora intestinal e combatem a prisão de ventre. Veja alguns laxantes caseiros para bebês,97% dos leitores acham este conteúdo útil (2.141 avaliações nos últimos 12 meses) Esta informação foi útil? Obrigado pela sua mensagem.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Tabela Brasileira de Composição de Alimentos – TACO,2011. Disponível em:, Acesso em 18 out 2021 PLATAFORMA PORTUGUESA DE INFORMAÇÃO ALIMENTAR. Composição de Alimentos, Disponível em:, Acesso em 08 out 2021 ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DOS NUTRICIONISTAS. Leguminosa a leguminosa, encha o seu prato de saúde,2016. Disponível em:, Acesso em 18 out 2021 WORLD GASTROENTEROLOGY ORGANISATION GLOBAL GUIDELINES. Dieta e intestino,2018. Disponível em:, Acesso em 18 out 2021 FOOD INGREDIENTS BRASIL. Dossiê fibras,2014. Disponível em:, Acesso em 18 out 2021

Para quem tem triglicérides alto pode comer batata-doce?

Batata doce – Uma batata-doce é um vegetal de raiz e um carboidrato complexo. É uma boa fonte de vitaminas A, E e B6. Também é rica em fibras e possui potássio, ferro, cobre e manganês adequados. Batata doce é um alimento rico em nutrientes é uma escolha saudável para uma pessoa com níveis elevados de triglicerídeos,

Quem tem colesterol e triglicérides pode comer batata?

3. Vegetais – A verdade é que a base da nossa alimentação deve ser de, Por mais que batata e mandioca, por exemplo, sejam fontes de carboidratos, elas têm fibras que, como já falamos, ajudam a reduzir os triglicerídeos. Além do mais, as hortaliças e os legumes são alimentos com baixo teor de carboidratos.

O que é mais saudável batata ou arroz?

A batata tem menos calorias, menos hidratos de carbono (com um índice glicémico inferior), menos proteína e mais fibra do que o arroz. Além disso, apresenta uma riqueza vitamínica bastante superior. Por outro lado, o arroz possui mais zinco e sódio, enquanto a batata apresenta maiscálcio, potássio, fósforo e magnésio.

Qual é a melhor batata-doce roxa ou branca?

Branca, roxa ou alaranjada: qual o melhor tipo de batata-doce? A batata-doce branca tem as propriedades similares a mandioca Foto: Fernando Martinez/ Estadão A batata-doce é conhecida por ser um alimento saudável e altamente indicado para quem faz atividades físicas, especialmente por ser um carboidrato de baixo índice glicêmico e com bastante fibras.

  • Apesar de o brasileiro estar acostumado com apenas um tipo de batata-doce, aquela com casca roxa e polpa branca, há variações do tubérculo e, com suas peculiaridades, algumas são melhores que as outras para os atletas.
  • Um estudo da Universidade do Oeste Paulista, de Presidente Prudente, transformou os três tipos de batatas-doces em farinha para avaliar qual deles é o mais rico em nutrientes.

De acordo com a nutricionista Sabrina Lenquiste, professora doutora da universidade, a conclusão foi que os tubérculos com a polpa colorida são melhores. “O pessoal usa batata-doce por conta do seu alto teor de fibras. A batata-doce branca não tem o teor de fibras muito maior que outros tubérculos, como a mandioca”, explica a nutricionista.

  • O que diferencia as batatas-doces coloridas é que elas são fontes de antioxidantes.
  • Isso faz com que elas sejam muito melhores para a atividade física.” Entre as duas, a alaranjada se sobressai e é a mais indicada.
  • Sabrina explica que de acordo com os testes feitos no laboratório, o potencial antioxidante dela é maior que o da roxa.

“Os antioxidantes da alaranjada são mais resistentes ao cozimento”, adiciona. Mesmo sendo a mais pobre em nutrientes, a batata-doce branca não deixa de ser indicada para quem pratica atividades físicas. “Ela tem uma quantidade de fibras, tem um índice glicêmico mais baixo, então, ela não deixa de ser indicada.

Quais os benefícios e malefícios da batata?

A batata engorda? – Assim como outros tipos de tubérculos, a batata contém altas quantidades de carboidratos que, quando consumida em excesso, pode engordar. Contudo, a batata contém ótimas quantidades de fibras e amido resistente, nutrientes que ajudam a prolongar a saciedade e diminuir a vontade de comer ao longo do dia.

O que engorda mais batata-doce ou batata inglesa?

O índice glicêmico importa? – Quando um alimento tem o IG alto, isso significa que seus carboidratos são absorvidos e liberados como glicose na corrente sanguínea mais rapidamente. Para dar conta desse pico, o corpo produz mais insulina, hormônio que coloca a glicose para dentro das células e armazena o que sobrou em forma de gordura.

Em um indivíduo saudável, esses picos de insulina não são um problema, mas, quando a dieta está cheia deles, pode haver ganho de peso e maior tendência a desenvolver doenças como o diabetes. A batata-doce, por outro lado, demora mais para ser absorvida, e prolonga a sensação da saciedade. Pensando em emagrecimento, o índice glicêmico até ajuda, mas a as calorias totais da dieta continuam sendo o ponto mais importante.

Nesse sentido, a batata inglesa leva vantagem: são 52 calorias a cada 100 gramas contra 77 da doce. E o índice de carboidratos dela também é menor: 11,9 g em cada 100 gramas e 18,4 g na doce. Uma maneira de reduzir o IG da batata inglesa e comer sem preocupações é combinar com fontes de fibras, como verduras e leguminosas.

Quem tá com inflamação pode comer batata-doce?

Batata doce As batatas doces são ricas em beta-caroteno, manganês e vitaminas A, B e C, tornando uma verdadeira casa de força contra a inflamação.