Óleo De Melaleuca Benefícios - Hospital da Mulher e Maternidade Santa Fé

Óleo De Melaleuca Benefícios

Para que é indicado o óleo de melaleuca?

Dentre seus benefícios estão propriedades antissépticas, antifúngicas, antibacterianas, anti-inflamatórias, entre outros proveitos para desinfetar as feridas, reduzir a acne, nutrir os cabelos, tratar fungos nas unhas, etc.

Quais os benefícios do óleo de melaleuca na pele?

Quais são os principais benefícios da melaleuca? – Não há um consenso entre os especialistas sobre todas as implicações positivas do óleo. Porém, existem estudos científicos que indicam sua ação antimicrobiana, antibacteriana e antifúngica. As pesquisas foram publicadas pelo Jornal de Quimioterapia Antimicrobiana, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e pelo Jornal da Sociedade Americana de Microbiologia,

Dessa maneira, entres seus principais benefícios está o de ser agente de amplo espectro no combate a vírus, bactérias, fungos e parasitas. Pode estimular a cicatrização de ferimentos, aliviar o ardor e melhorar marcas de queimaduras ou manchas, por causa de sua propriedade anti-inflamatória. Se for usar no rosto a fim de minimizar efeitos de acnes, o ideal é adicionar até quatro gotas no sabonete de uso diário para limpeza facial.

Para a hidratação da pele, é possível manipular fórmulas com outros óleos ou adicionar duas gotas no creme que você costuma usar no dia a dia. Outras indicações, no âmbito farmacêutico ou cosmético, é a utilização em picadas de inseto e cremes vaginais.

Para

É efetivo no tratamento da dermatite seborreica, psoríase ou das, e ajuda a remover as escamas que ficam no couro cabeludo. É possível adicionar até três gotas da melaleuca em xampu específico para dermatite seborreica ou aplicar diretamente nos lugares prejudicados e deixar agir entre três e cinco minutos antes de lavar.

  • O óleo também ajuda a controlar a oleosidade dos fios e, inclusive, já é componente de algumas marcas de xampus e condicionadores.
  • Com efeito antisséptico, reduz a multiplicação de fungos e bactérias, mas também deixa as unhas mais fortes e mantém as cutículas fortalecidas.
  • Estudos clínicos apontam o uso da melaleuca por podólogos em tratamentos de micoses de unha.

Por suas propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias, o óleo pode ser utilizado como desodorante. Recomenda-se pingar duas gotas em 100 ml de água e misturar com a mesma quantidade de leite de magnésia. Por ter elementos naturais, sem parabenos e conservantes, não deve irritar a pele, exceto se for aplicado de forma excessiva.

  1. O óleo essencial de melaleuca e seus derivados podem ser encontrados em lojas de produtos naturais, cosméticos e nos sites das marcas na internet, um frasco pequeno pode custar de R$ 30 a R$ 50.
  2. Fontes: Daniel Alan Costa, naturopata, especialista em bases de medicina integrativa pelo Hospital Albert Einstein (SP) e professor de fitoterapia na USP (Universidade de São Paulo); Fábián László, professor, cientista aromatólogo, fundador da Laszlo Aromatologia e do IBRA (Instituto Brasileiro de Aromatologia); Leonardo Abrúcio, dermatologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo e Lucas Miranda, médico pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com residência em dermatologia pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).

: Óleo de melaleuca é ótimo aliado nos cuidados com pele, cabelo e infecções

Pode usar óleo de melaleuca no rosto?

Tônico Antiacne – O Tônico Antiacne é um tônico adstringente de limpeza, desenvolvido para peles acneicas – até as mais sensíveis. Ele limpa e controla a oleosidade da pele enquanto acalma e alivia a irritação da acne. Sua fórmula com melaleuca, centella asiática, niacinamida e fermentados vegetais formam um poderoso aliado no tratamento e prevenção da pele acneica do rosto, mas também pode ser usado no corpo.

Como devo usar o óleo de melaleuca?

Quando não usar óleo de melaleuca – O óleo de melaleuca só deve ser usado externamente, não devendo por isso ser ingerido porque pode ser tóxico por via oral. Além disso, quando usado na pele, deve ser diluído, principalmente em pessoas com pele sensível, para evitar irritação da pele.99% dos leitores acham este conteúdo útil (4.423 avaliações nos últimos 12 meses) Esta informação foi útil? Obrigado pela sua mensagem.

PÉREZ S; RAMOS M.A et al. Antiprotozoa activity of some essential oils, Journal of Medicinal Plants Research.6.15; 2901-2908, 2012 MONTEIRO, Maria Helena D.A. et al. Óleos essenciais terapêuticos obtidos de espécies de Melaleuca L., Revista Fitos. Vol.8, n.1.19-32, 2013 EUROPEAN MEDICINES AGENCY. Tea tree oil,2017. Disponível em:, Acesso em 16 nov 2020 An Overview on Tea Tree (Melaleuca Alternifolia) Oil, International Journal of Pharmaceutical and Phytopharmacological Research. Vol.3, n.3.250-253, 2013 FLORIEN. Óleo essencial de melaleuca,2016. Disponível em:, Acesso em 16 nov 2020

Quanto tempo demora para o óleo de melaleuca fazer efeito?

Manicures apostam no ingrediente como forma de tratamento 16/09/2013 – 09:23 / Atualizado em 27/07/2015 – 16:00 Para contribuir com a saúde das unhas, um ingrediente tem sido considerado milagroso: o óleo de melaleuca Foto: Camilla Maia / Divulgação RIO – Não adianta se preocupar apenas com o tom do esmalte. Se as unhas não estiverem bem cuidadas, não há milagre de manicure que resolva.

  1. Para contribuir com a saúde delas, um ingrediente tem sido considerado milagroso: o óleo de melaleuca, também conhecido como tea tree.
  2. Suas propriedades antibactericida e antifúngica garantem unhas lisinhas e sem manchas.
  3. Ele ainda auxilia na regeneração de unhas deformadas — afirma a manicure e podóloga Heloiza Gomes, do Visage Coiffeur, na Lagoa.

Daniel Palmieri, diretor da Pró unha, empresa que comercializa produtos à base do ingrediente, recomenda o uso da melaleuca em composições de cremes ou géis já que o óleo puro, se não aplicado corretamente, pode ser agressivo à pele e ressacar a unha.

Segundo ele, o óleo puro deve ser aplicado por profissionais, que sabem a dosagem adequada. Heloiza utiliza em suas clientes um creme que além da melaleuca contém ainda extratos de copaíba e da castanha do pará. A fórmula fortalece as unhas fracas e quebradiças, hidrata a pele e diminui a produção excessiva da cutícula e de calosidades.

— Ele pode ser usado antes ou depois do esmalte. O resultado é visível logo na primeira aplicação. A ação da melaleuca é eficaz não somente nas unhas, mas também na pele. Por conta da ação emoliente e hidratante, ela tem um bom resultado sobre peles secas e em regiões como calcanhares e cotovelos.

Nas unhas, o principal benefício da melaleuca é o efeito antisséptico. Ela age nas infecções bacterianas, diminuindo a proliferação de bactérias e fungos — afirma o dermatologista Marcelo Bellini. — Mas ela pode estar presente ainda nos tratamentos antiacne, contra micoses e no controle da oleosidade — completa ele.

Abaixo, confira uma listinha de produtos e tratamentos que têm o óleo de melaleuca na composição: – Tea Tee Cream da Pró unha à venda no Visage Coiffeur (21 2266-2084): é antisséptico, alivia problemas de frieiras, micoses de unha e ferimentos. Preço sugerido: R$ 53 – Pro Gel da Pró unha ( www.prounha.com.br ): mistura de óleos essencias com alta viscosidades para purificação da pele e de unhas ressecadas.

  • É composto por óleo de melaleuca, anis, cravo, tomilho e semente de uva, associa caracteristicas purificadoras (antifungicas e antissepticas) com alta hidratação.
  • Preço sob consulta.
  • Lapiseira Secativa Acne Point da VEER Cosméticos (11 2076-3500): regula a oleosidade da pele e ajuda a camuflar as imperfeições por conta da tonalidade de base.

Preço sugerido: R$ 28. – Blemish Therapy Tratamento Cosmético Antiacne da bareMinerals ( www.bareMinerals.com.br ): trata e previne o aparecimento da acne e das inflamações da pele ao mesmo tempo que as disfarça instantaneamente com um leve toque de cor.

  1. Preço sugerido: R$ 92.
  2. Crème Stéralys da Anna Pegova (0800 131345): é um redutor de oleosidade e germicida.
  3. Purifica a pele, evita e regride rapidamente as imperfeições fazendo com que a acne seque, além de evitar a formação de cravos.
  4. Preço sugerido: R$ 90.
  5. Desodorante Purificante da linha Tea Tree da Tisserand ( www.tisserand.com.br ): mistura de óleos essenciais composta por alecrim e limão.
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O produto também conta com extrato de sálvia e sementes de cipreste orgânica: combinação que permite ação revigorante e refrescante aliados à uma base calmante que desobstrui os poros. Preço sugerido: R$ 59,20. – Tratamento detox de açaí, melaleuca, soja e trigo, do Crystal Hair (21 2512-1148): limpa os fios desde a raiz e promete recuperar a fibra em cinco sessões.

Como usar o óleo de melaleuca nas partes íntimas?

Prevenção e Tratamento através de óleos essenciais: – O óleo de melaleuca tem propriedades antibacteriana, cicatrizante, antifúngica e desodorante, o que o torna uma das substâncias mais milagrosas que a natureza pode nos oferecer. É um dos poucos óleos essenciais que pode ser aplicado diretamente sob a pele.

  1. Porem quem possuí pele sensível deve ficar atento, nestes casos dilua em uma pequena quantidade em óleo vegetal de modo a evitar que a sua potente ação, possa irritar a epiderme.
  2. Seu uso é frequentemente recomendado em caso de candidíase.
  3. Misturado ao óleo vegetal de coco teremos um creme vaginal com efeito potencializado.

Podendo ser aplicado internamente uma pequena quantidade antes de dormir. Outra dica é colocar duas gotas de melaleuca diariamente na calcinha. Assim evitamos a proliferação de fungos. : Candidíase: Entenda Como Ela é Causada e as Maneiras de Prevenir

Pode passar óleo de melaleuca direto na pele?

Antes de cair de amores pelo óleo de melaleuca puro, é preciso tomar as devidas precauções. Não é recomendado aplicar a substância diretamente sobre a pele e cabelo a fim de evitar irritações e ressecamento.

Quantas gotas de óleo de melaleuca no shampoo?

Caspa, queda de cabelo e seborreia: Adicionar 2 gotas de óleo de melaleuca no shampoo de uso diário, ou misturar 4 gotas do óleo em 200 ml de shampoo base neutra, preferencialmente.

Qual o melhor óleo essencial para manchas na pele?

Os especialistas em cuidados naturais, incluindo nós, costumam recomendar o Óleo de Rosa Mosqueta para diminuir a aparência de estrias, manchas senis, acne, hiperpigmentação, queimaduras e cicatrizes superficiais. Dias atrás, topamos com um post que afirmava de modo taxativo que o Óleo de Rosa Mosqueta não clareia manchas – e que isso não passa de um mito.

Segundo o autor, trata-se apenas de um bom emoliente, como qualquer óleo vegetal, e como tal, pode ajudar na hidratação da pele. Bem. os estudos mostram que o Óleo de Rosa Mosqueta – extraído por prensagem a frio das sementes de Rosa Canina – é fonte natural de: ✔️ Ácido trans-retinóico (tretinoína) e Beta-caroteno = precursores da vitamina A, eles ajudam a acelerar a renovação das células da pele e a uniformizar levemente o tom, na medida em que tornam as manchas escuras mais claras, especialmente em cicatrizes de acne.

A bem da verdade, eles não têm a mesma potência que o retinol (a vitamina A pura manipulada). ✔️ Quercetina = pesquisas apontam o potencial dessa substância em reduzir a atividade da tirosinase, enzima-chave para a melanina biosintetizar a pigmentação da pele.

  • A biossíntese excessiva leva a distúrbios como manchas senis ou melanoma.
  • ️ Ácidos graxos essenciais = melhora a textura e a aparência de cicatrizes por causa da atividade anti-inflamatória que ocorre na reconstrução da pele após lesões, como rosácea e dermatite atópica.
  • Em particular, a alta concentração de ômega-6 (ácido linoleico) auxilia no tratamento da hiperpigmentação (o escurecimento da pele por aumento da produção da melanina) Obviamente, os tipos de pele diferem de uma pessoa para outra – e o tempo para alcançar bons resultados depende de fatores como a idade da mancha, bem como seu tamanho e localização no corpo.

Claro que, dependendo da gravidade ou profundidade, algumas manchas não desaparecem completamente. Mas o Óleo de Rosa Mosqueta, ajuda, sim, no clareamento, na uniformização de tom e na melhora da textura da pele!

Pode dormir com óleo de melaleuca?

II. Alívio para a respiração: Despeje 2-3 gotas de óleo de melaleuca em sua almofada para que, através da respiração, você obtenha os benefícios deste óleo durante toda a noite. Também é uma ótima ideia colocar gotas em seu difusor antes de dormir.

Como usar o óleo de melaleuca nas axilas?

Os óleos essenciais são substâncias voláteis extremamente concentradas, que possuem princípios ativos de acordo com suas composições fitoquímicas. Dependendo da planta, o óleo essencial pode ser aplicado sobre a pele, através de massagens, cremes, loções, gel ou puro para proporcionar bem estar físico e emocional, já que possui diversos componentes químicos terapêuticos.

Depois do banho, coloque algumas gotas de óleo essencial na palma das mãos e espalhe pela pele ainda molhada. O chuveiro abre os poros e, em seguida, sua pele vai absorver melhor os óleos na região das axilas. Se tiverem efeito refrescante, sua desintoxicação pode ser eficiente. Os óleos essenciais mais desodorantes são os de grapefruit, folhas de louro ou lavanda.

Outros são muito conhecidos por suas propriedades medicinais: o óleo de cravo-da-Índia, além de analgésico muito poderoso, assim como o de maleleuca, serve como antisséptico. Alguns óleos como o tea tree são bastante bactericidas. Outros óleos essenciais bem refrescantes são os de hortelã-pimenta ou lemongrass.

Pode passar óleo de melaleuca no rosto e sair no sol?

O uso de protetor solar é fundamental. Evite exposição ao sol após aplicação de Óleo de Melaleuca na pele.

Pode ingerir o óleo de melaleuca?

Sim, para o uso inalatório (cheirar ou usar em difusor pessoal) e o tópico (passar na pele), mas desde que o óleo seja aplicado seguindo orientação de um profissional. Não é seguro ingerir ou pingar óleo essencial na comida ou bebida em nenhuma circunstância.

Pode usar óleo de melaleuca puro na unha?

O óleo de melaleuca é um óleo essencial que vem ganhando fama. Recentemente, passou a integrar a rotina de cuidados de pessoas em todo o mundo. A melaleuca é uma planta com origem na Austrália e, do extrato de suas folhas, origina-se seu óleo. Também chamado de tea tree, sse é um óleo essencial e integra a aromaterapia, sendo o seu uso muito versátil.

Quais os efeitos colaterais do óleo de melaleuca?

Possíveis efeitos colaterais – O uso do óleo essencial de melaleuca é considerado seguro para a maioria das pessoas quando aplicado sobre a pele, no entanto, pode causar efeitos colaterais como irritação, inchaço, coceira, sensação de queimação, ressecamento ou vermelhidão na pele ou mucosas.

  1. Já quando usado para inalação podem surgir efeitos colaterais como náusea, dor de cabeça, tontura ou vertigem.
  2. Além disso, caso ocorra ingestão acidental do óleo essencial de melaleuca, pode ocorrer intoxicação, com sintomas graves como confusão mental, dificuldade para se movimentar ou andar, bolhas na pele, diminuição da consciência ou coma.

Nesses casos, deve-se ir imediatamente para o hospital.

Quais as contra indicações do óleo de melaleuca?

Dicas e contraindicações – O óleo essencial de melaleuca não pode ser usado na gravidez e na fase de amamentação, pois pode prejudicar o bebê. Além disso, não use o óleo puro na pele, porque pode causar irritações, nem deve ser ingerido, pois pode ser tóxico por via oral.

Quantas vezes usar óleo de melaleuca nas unhas?

Modo de uso: Pincele uniformemente sobre as unhas. Deve ser usado diariamente. No mínimo por 2 meses.

Como o óleo de melaleuca age na candidíase?

Tratamento alternativo contra candidíase. O método utilizado foi o de disco de difusão em ágar. Nos testes, o óleo de melaleuca se mostrou mais eficiente como inibidor do crescimento do fungo com o potencial de inibição semelhante ao fluconazol, que foi utilizado como controle positivo nos testes.

Como escovar os dentes com óleo de melaleuca?

Dica de Uso: Pingue uma gota do Óleo Essencial de Melaleuca na escova de dentes junto ao creme dental e faça a higiene bucal como de costume.

Qual óleo usar para candidíase?

Uso etnofarmacológico do óleo de côco: inibição de Candida sp., Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosa – Revista RBAC Rafaela Andreola 1, Vitória Couto da Cruz 1, Geórgia Muccillo Dexheimer 2 1 Acadêmica de Biomedicina, Universidade do Vale do Taquari – Univates, Lajeado –RS, Brasil.2 Doutora em Biotecnologia.

Professora na Universidade do Vale do Taquari – Univates, Lajeado – RS, Brasil. Recebido em 28/01/2021 Aprovado em 04/03/2022 DOI: 10.21877/2448-3877.202202102 INTRODUÇÃO Durante o processo de evolução, o homem aprendeu a fazer uso de plantas como fonte nutritiva e como fonte farmacológica, no alívio de dores e doenças.

A consequência dessas ações resultou em conhecimento e domínio dos povos sobre a utilização de plantas e ervas medicinais, durante vários anos e diferentes grupos étnicos. Ao mesmo tempo em que medicamentos normalmente demonstram só um princípio ativo, encarregado pelo seu propósito farmacológico, os extratos vegetais são compostos por multicomponentes de diversas substâncias (ativas, parcialmente ativas e inativas), atuando em alvos farmacológicos diferentes, na maioria dos casos.

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1) A Candida sp. faz parte da nossa microbiota normal. Em pacientes saudáveis, ela pode estar presente na boca, na orofaringe, no intestino, na vagina e em algumas secreções, como no escarro. Na medida em que ocorre um desequilíbrio entre hospedeiro e microrganismo, a Candida pode se tornar patogênica, causando infecções.

Em relação a algumas espécies de Candida, Candida albicans é a micose mais prevalente, principalmente causando candidíase vulvovaginal. É também a espécie com maior conhecimento patogênico. A Candida krusei é conhecida como o patógeno fúngico que apresenta maior resistência a diversos antifúngicos, principalmente a sua resistência intrínseca ao fluconazol.

  1. Já em relação à Candida parapsilosis, são muito frequentes em micoses das unhas das mãos.
  2. 2) A candidíase é considerada um problema de saúde pública, pois o aumento da sua prevalência deve-se ao elevado número de imunodeprimidos, principalmente infectados pelo HIV, ou indivíduos que utilizam por longos períodos medicamentos antimicrobianos, desencadeando um desequilíbrio na microbiota.

A ocorrência de infecções fúngicas vem aumentando progressivamente. Os antifúngicos usados para tratamento contra essas infecções são bastante limitados e a resistência a esses fármacos vem se tornando cada vez mais comum, dificultando o manejo terapêutico.

(3) Entre os principais patógenos relacionados com as infecções do trato urinário, pode-se destacar as bactérias Gram-negativas, incluindo a Escherichia coli como o microrganismo mais frequentemente encontrado, em aproximadamente 70% a 80% dos casos, seguida de outras bactérias Gram-negativas e Gram-positivas como Pseudomonas aeruginosa, Klebsiella sp., Enterobacter sp., Enterococcus faecalis, Proteus sp., Streptococcus sp.

e Staphylococcus aureus. ( 4) É notável a ocorrência de automedicação, pois muitos medicamentos são comercialmente vendidos mesmo com a ausência de prescrição, o que acaba contribuindo para o aumento da resistência aos antifúngicos. (5) Sendo assim, é necessária a busca de novas estratégias de tratamentos alternativos para tratar essas infecções.

Atualmente, a medicina popular acredita que o óleo de coco (cocos nucifera ) possui componentes em sua constituição capazes de curar ou contribuir no tratamento de diversas patologias. Como conhecimento popular, sugere-se o uso de óleo de coco na região íntima a fim de prevenir e/ou tratar infecções fúngicas, especialmente a candidíase.

(6) Portanto, é importante avaliar o real impacto deste produto no crescimento de tais microrganismos para testar seu potencial antifúngico neste modo de apresentação comercial. O objetivo desse estudo é avaliar in vitro o potencial antifúngico do óleo de coco extravirgem sobre o crescimento de espécies de Candida, Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosa.

  • METODOLOGIA As cepas utilizadas foram: Candida albicans ATCC 10231; Candida albicans 0051-L; Candida krusei 0037-L; Candida krusei ATCC 6258, Candida parapsilosis DH35; Candida parapsilosis DH83; Escherichia coli (ATCC 25922) e Pseudomonas aeruginosa (ATCC27853).
  • O ágar Mueller-Hinton (Oxoid) é um meio utilizado para teste de suscetibilidade antimicrobiana, ou seja, teste de avaliação da resistência aos antimicrobianos.

Para prepará-lo, foram adicionados 38g do produto a um litro de água destilada e a solução foi então fervida para dissolver completamente o pó. Em seguida, a solução foi esterilizada em autoclave a 121ºC por 15 minutos. Após, o meio foi distribuído em placas de petri estéreis e levado para a geladeira para solidificar.

  • As placas foram embaladas em sacos plásticos e acondicionadas em posição invertida (tampa voltada para baixo), de modo a evitar a desidratação do meio e garantir, portanto, boas condições de armazenamento.
  • A manipulação das placas sempre foi realizada próximo ao bico de Bunsen para evitar possíveis contaminações.

As placas foram deixadas em estufa bacteriológica por 24 horas a 37ºC, servindo como controle de esterilidade. Após este período foram estocadas em geladeira (15ºC) até o momento de uso, não ultrapassando o período de duas semanas. As leveduras estavam congeladas em freezer a -20°C em meio skim milk,

  • Para a sua ativação, estas foram descongeladas, homogeneizadas, e inoculadas em meio de cultura Mueller-Hinton com o auxílio de um swab estéril.
  • As placas foram incubadas em estufa micológica a 37ºC por 24 horas.
  • Após o crescimento das cepas, a ação antifúngica do óleo de coco comercial foi testada através de duas técnicas de difusão em ágar: disco-difusão (7) e difusão em meio sólido.

(8) Foi preparada uma alíquota com solução fisiológica conforme escala de 0,5 de McFarland (1,0 x 10 8 UFC/mL). Essa alíquota foi semeada no meio de cultura Mueller-Hinton em triplicata. Em seguida, discos de papel filtro devidamente esterilizados foram colocados com o auxílio de uma pinça flambada nas placas.

Com o auxílio de uma micropipeta foi impregnado 20µL do óleo de coco comercial nos discos. Já para o teste de difusão em meio sólido, após a semeadura foi aplicada a técnica de perfuração feita através de cânulas, obtendo poços de 6mm de diâmetro. Utilizou-se alíquotas de 50µL de óleo de coco comercial em temperatura ambiente em cada poço.

As placas foram igualmente incubadas a 37ºC por 24 horas. Como controle positivo, foi utilizado o antifúngico fluconazol para verificar o controle de crescimento da levedura e viabilidade da cepa. As placas foram incubadas a 37ºC por 24 horas. Após a incubação foi realizada a medição dos halos que apresentaram diâmetro maior que 10mm. Figura 1 Testes em ágar Mueller-Hinton pela técnica de difusão em disco embebido com óleo de coco.B. Teste em ágar Mueller-Hinton com a técnica de perfuração do ágar.C. Semeadura em escala 0,5 de MacFarland homogeneizada com 100µL/mL de solução fisiológica de óleo de coco comercial.

DISCUSSÃO A partir da realização dos testes de difusão em disco e difusão em meio sólido com as cepas de diferentes espécies de Candida sp., Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosa, observou-se que não houve formação de halos de inibição, indicando que o óleo de coco comercial não apresenta potencial de inibição do crescimento destes microrganismos.

A busca por novas fontes de substâncias fitoterápicas que possuam atividade antimicrobiana e antifúngica é incentivada pelo baixo custo maior disponibilidade. As plantas apresentam, em seu metabolismo, compostos de ampla atividade biológica com diferentes efeitos terapêuticos.

(9) Devido ao aumento da resistência em relação a diversos antimicrobianos, o uso de plantas medicinais mostrou-se como uma alternativa no tratamento dessas infecções. Nessa esfera, surge o óleo de coco, muito utilizado popularmente não só para fins culinários mas também para uso em tratamentos alternativos de lesões causadas por fungos.

O principal objetivo desse estudo foi testar e buscar o potencial antifúngico do óleo de coco, que já vinha sendo abordado em sites populares da Internet para seu uso etnofarmacológico, indicando que o uso tópico do óleo nas regiões afetadas ou, ainda, utilizando absorventes internos embebidos com o óleo pudessem ser úteis para tratar candidíases.

  • Alguns estudos relataram o potencial antifúngico do óleo, sendo que o uso tópico em animais já foi testado, bem como o potencial inibitório de crescimento in vitro,
  • 10,11) O resultado do presente estudo demonstrou ausência de inibição de crescimento fúngico com o óleo de coco comercial.
  • Já para Santos et al., (12) onde foram preparadas nanocápsulas com óleo de coco e clotrimazol, apresentaram atividade antifúngica contra a Candida spp,

Assim, foi possível concluir que essas nanocápsulas com núcleo de óleo de coco preenchidas com clotrimazol são estratégia relevante como tratamento da candidíase vulvovaginal, todavia faz pensar que a atividade antifúngica se deve ao clotrimazol e não ao óleo de coco, já que o clotrimazol é um conhecido antifúngico com eficácia já bem estabelecida em diversos estudos, utilizado em larga escala comercialmente.

Segundo Ogbolu et al., (11) foi possível concluir que o óleo de coco apresentou potencial antifúngico contra algumas espécies de Candida, como a Candida albicans, Candida glabrata, Candida tropicalis, Candida krusei e Candida parapsilosis, relacionando com o uso do antifúngico fluconazol através do método de difusão em ágar.

Com o estudo foi possível observar a importância do óleo de coco frente a sua utilização no tratamento de infecções causadas por fungos, devido à resistência que várias espécies Candida apresentam com o uso de fármacos antifúngicos comuns. Em outro estudo realizado por Seleem et al., (13) identificou que a monolaurina, um constituinte importante do óleo de coco, apresentou potenciais atividades antifúngicas contra Candida albicans in vitro, quando avaliado tanto em testes de suscetibilidade quanto em ensaios de biofilme.

O óleo de coco apresenta em sua composição 92% de ácidos graxos saturados, na forma de triglicerídeos, sendo que cerca de 70% são de ácidos graxos de cadeia média. Entre os ácidos graxos, 45% a 50% é ácido láurico, apresentando também 7% de ácido caprílico e 6% de ácido cáprico. O ácido caprílico apresenta ação contra bactérias patogênicas, incluindo a Escherichia coli.

( 14) O ácido láurico, ácido graxo primário do óleo de coco, possui atividade antimicrobiana comprovada de forma significativa contra algumas bactérias Gram-positivas, vírus e fungos. O óleo de coco possui ativos com atividade microbicida em microrganismos, entre eles a Pseudomonas aeruginosa e Escherichia coli, através da formulação de cremes que utilizam o extrato do óleo de coco e a realização de testes de inoculação na pele, porém estabelece a necessidade de padronização da qualidade e quantidade de óleo de coco, usada nos testes com fins terapêuticos.

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15) O óleo de coco virgem é tradicionalmente utilizado como hidratante há muitos anos por indivíduos que vivem em regiões tropicais, com a finalidade de tratar problemas/doenças da pele. Estudos clínicos demonstram que ele garante uma melhora da função da barreira cutânea, conferindo proteção contra a radiação UVB.

Seu uso de forma tópica possui ação anti-inflamatória capaz de inibir níveis de citocinas, incluindo TNF-α, IFNγ, IL-6, IL-5 e IL-8. (16) Em estudo realizado por Kim et al., (17) constata-se que a citotoxicidade do extrato de óleo de coco cultivado demonstra efeitos anti-inflamatórios e melhora da barreira epitelial contra alterações acometidas pela radiação UVB na pele humana.

Deduz-se que o aumento de polifenóis e ácidos graxos são os responsáveis pela ação da atividade anti-inflamatória. A monolaurina, monoglicerídeo derivado do ácido láurico, presente no óleo de coco, apresenta atividade antimicrobiana, que se processa por meio de mecanismos que desintegram a membrana lipídica de bactérias envolvidas por lipídios, incluindo Staphylococcus aureus e Staphylococcus epidermidis.

( 18) Podem-se verificar os efeitos promissores de óleos e manteigas vegetais na cura de feridas na pele por conta do seu potencial antimicrobiano, anti-inflamatório e antioxidante, promovendo a proliferação celular, aumentando a síntese de colágeno e estimulando a reconstrução da pele.

  • Dentre os óleos apresentados no estudo está o óleo de coco.
  • Deve-se avaliar quais componentes presentes no óleo conferem este potencial farmacológico importante e qual a concentração necessária para este efeito.
  • Logo, sugere-se que o óleo de coco comercial utilizado de modo tópico em regiões com infecções microbianas pode promover o alívio de sintomas como dor e coceira, por promover o reparo do tecido, porém não necessariamente eliminando o microrganismo completamente.

Portanto, salienta-se a importância de uma avaliação microbiológica para a correta escolha terapêutica, não sendo o óleo de coco o único meio utilizado por não conhecer as concentrações e efeitos das diversas marcas comercializadas. (19,20) CONCLUSÃO A partir dos resultados obtidos na presente pesquisa, percebeu-se que o óleo de coco comercial não apresentou potencial antimicrobiano mínimo para promover inibição do crescimento microbiano.

Como discutido, o óleo de coco pode apresentar funções importantes no processo anti-inflamatório e no reparo de tecidos. Sendo assim, o uso etnofarmacológico do óleo pode permitir o alívio de sintomas provocados por infecções como irritação local, prurido, ardência, porém sem controlar o agente etiológico, necessariamente.

Portanto, salienta-se a importância de avaliar corretamente cada processo patológico e fazer uso da terapêutica adequada a fim de evitar recidivas da infecção mal curada. Desta forma, percebe-se a necessidade de realizar outros testes de sensibilidade antimicrobiana do extrato de óleo de coco, que demonstrem em qual concentração ou fração deste extrato situa-se o elemento responsável pela ação inibitória do crescimento de patógenos.

  • SUPORTE FINANCEIRO
  • Os custos para a realização da presente pesquisa foram arcados pela instituição de ensino Universidade do Vale do Taquari – Univates.
  • REFERÊNCIAS
  1. Ferreira VF, Pinto AC. A fitoterapia no mundo atual. Revista Quim Nova.2010; 33(9).
  2. Barbedo LS, Sgarbi D. Candidiasis. DST – J Bras Doenças Sex Transm.2010; 22(1), 22-38.
  3. Wang Y. Looking into Candida albicans infection, host response, and antifungal strategies. Virulence.2015; 6(4), 307-308.
  4. Schenkel D, Dalle J, Antonello VS. Prevalência de uropatógenos e sensibilidade antimicrobiana em uroculturas de gestantes do Sul do Brasil. Rev Bras Ginecol Obstet.2014; 36(3), 102-106.
  5. Leal MR, Lima MC, Klein SD, Garboggi PV. Tratamento da candidíase vulvovaginal e novas perspectivas terapêuticas: uma revisão narrativa. Revista Pesquisa em Fisioterapia.2016 Nov 25;6(4).
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    1. Correspondência
    2. Geórgia Muccillo Dexheimer
    3. E-mail:

: Uso etnofarmacológico do óleo de côco: inibição de Candida sp., Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosa – Revista RBAC

Onde pode ser usado o óleo de melaleuca?

Óleo de melaleuca: veja os benefícios para beleza e saúde Óleo de melaleuca traz benefícios ao ser usado nas unhas, pele e cabelo Foto: Christin Hume/ Unsplash O óleo de coco já faz parte do vocabulário popular e da rotina de bem-estar e beleza de muitas pessoas. Mas outro ingrediente, desta vez com nome mais difícil, também oferece benefícios suficientes para ganhar muitos adeptos: o óleo de melaleuca,

Com características fungicidas e anti-inflamatórias, ele pode ser usado nas unhas, pele, couro cabeludo e fios de cabelo, “É muito utilizado na dermatologia para ajudar na melhora de pacientes com acnes. Mas também é comum no tratamento de descamação capilar por conta de doenças como psoríase ou a própria caspa”, diz o dermatologista Alberto Cordeiro, da Horaios Estética.

A cosmétologa Cris Dios considera o óleo de melaleuca um antibiótico, bactericida e fungicida natural com a vantagem de poder ser usado pontualmente apenas na área de tratamento. Com tantos benefícios, as indicações de uso também são muitas e variadas.

Quais as contra indicações do óleo de melaleuca?

Dicas e contraindicações – O óleo essencial de melaleuca não pode ser usado na gravidez e na fase de amamentação, pois pode prejudicar o bebê. Além disso, não use o óleo puro na pele, porque pode causar irritações, nem deve ser ingerido, pois pode ser tóxico por via oral.

Como usar o óleo de melaleuca na micose de unha?

Modo de Usar Para tratamento de pele e unhas, aplique 2 gotas de Óleo Vegetal (carreador) – indicamos o nosso Óleo de Copaíba – diretamente na pele ou unha afetada, massageie até completa absorção e em seguida aplique 2 gotas de óleo Essencial de Melaleuca.

Pode passar óleo de melaleuca no corpo?

Não é recomendado aplicar a substância diretamente sobre a pele e cabelo a fim de evitar irritações e ressecamento. De acordo com profissionais, o ideal é diluir o tea tree em outros óleos vegetais, loções, hidratantes ou máscaras de argila.