Quando começa receber o Auxílio Maternidade?
A data de início para o recebimento do salário é fixada no dia do nascimento ou da adoção da criança. Entretanto, é possível, em algumas situações, requerer o benefício a partir de 28 dias antes do parto, como nos casos em que o afastamento das atividades laborais ocorre antes da hora, por recomendação médica.

Ao solicitar o benefício, é importante estar ciente dos documentos necessários, como atestado médico que comprove a necessidade de afastamento antes do parto. Além disso, é fundamental seguir os procedimentos estabelecidos pela empresa e pela legislação trabalhista para garantir o recebimento correto do salário maternidade.

Para assegurar o acesso ao salário maternidade, é essencial estar ciente dos direitos e deveres relacionados ao benefício. É recomendável buscar orientação junto ao departamento de recursos humanos da empresa ou órgão responsável, a fim de esclarecer dúvidas e garantir o cumprimento das exigências legais.

Em casos de adoção, o salário maternidade também é um direito assegurado, sendo necessário seguir os trâmites legais para a solicitação do benefício. É importante estar atento aos prazos e documentação exigida para garantir o recebimento do salário maternidade no momento adequado.

  • Documentos necessários incluem atestado médico para afastamento antes do parto.
  • Procedimentos estabelecidos pela empresa e legislação devem ser seguidos.
  • Orientação junto ao departamento de recursos humanos é recomendada.
  • No caso de adoção, é necessário seguir os trâmites legais para solicitar o benefício.

Quais são os beneficiários elegíveis para receber o salário-maternidade?

Quem tem direito ao salário-maternidade?

O salário-maternidade é um benefício previdenciário concedido às seguradas gestantes, adotantes ou que tenham realizado aborto não criminoso. Esse benefício é pago durante o período de afastamento de suas atividades, compreendendo o prazo de vinte e oito dias antes e noventa e um dias após o parto. Além disso, o salário-maternidade também pode ser concedido em casos de adoção ou guarda judicial para fins de adoção.

Para ter direito ao salário-maternidade, a segurada empregada, empregada doméstica, trabalhadora avulsa, contribuinte individual, desempregada, segurada especial ou facultativa deve cumprir alguns requisitos, tais como estar em dia com as contribuições previdenciárias e comprovar a condição de gestante, adotante ou de ter realizado aborto não criminoso.

A comprovação da condição de gestante é feita por meio de atestado médico ou exame de gravidez, enquanto a condição de adotante deve ser comprovada por meio de documentação relativa à adoção. No caso de aborto não criminoso, é necessário apresentar o atestado médico que comprove a realização do procedimento.

O valor do salário-maternidade corresponde à remuneração integral da segurada no período de afastamento, respeitando o limite máximo estabelecido pela Previdência Social. Esse valor é pago diretamente pela Previdência, podendo ser solicitado pela segurada junto ao órgão competente.

Abaixo, uma tabela exemplificativa dos prazos e condições para o recebimento do salário-maternidade:

Tipo de Beneficiária Prazo de Afastamento
Gestante 28 dias antes e 91 dias após o parto
Adotante Varia de acordo com a idade da criança adotada
Aborto não criminoso Conforme atestado médico

Em resumo, o salário-maternidade é um direito garantido às seguradas da Previdência Social que se encontram em situações específicas relacionadas à maternidade, adoção ou aborto não criminoso, visando assegurar a proteção e o amparo durante esse período especial.

Posso solicitar licença-maternidade se estiver grávida há 32 semanas?

Sim, é possível que uma funcionária inicie o período de licença maternidade a partir das 32 semanas de gestação, desde que haja uma indicação médica atestando a necessidade. Nesse caso, o departamento de Recursos Humanos deve estar ciente dessa possibilidade e preparado para lidar com a situação. A legislação trabalhista prevê essa concessão, visando a proteção da saúde da gestante e do bebê.

Alguns pontos importantes a considerar:
– A indicação médica é fundamental para embasar a solicitação de licença maternidade antecipada. O documento deve ser claro e detalhado, explicando a necessidade de afastamento a partir das 32 semanas de gestação.
– O RH deve estar preparado para orientar a funcionária sobre os procedimentos necessários para formalizar o pedido de licença maternidade antecipada, garantindo que todos os trâmites legais sejam cumpridos.
– É essencial que a empresa esteja atenta à saúde e bem-estar da gestante, oferecendo o suporte necessário durante esse período, seja por meio de benefícios adicionais, flexibilidade de horários ou acompanhamento psicológico, conforme a necessidade.

Portanto, a concessão de licença maternidade a partir das 32 semanas de gestação é uma possibilidade prevista em lei, desde que respaldada por indicação médica. O RH desempenha um papel fundamental ao garantir que a funcionária tenha acesso a todas as informações e suporte necessários, assegurando o cumprimento dos direitos trabalhistas e o bem-estar da colaboradora e do bebê.

Qual é o prazo para receber o salário-maternidade em 2023?

O INSS leva, em média, 45 dias corridos para liberar o pagamento do salário-maternidade. Esse benefício é concedido às seguradas que acabaram de ter um filho, adotaram uma criança ou obtiveram a guarda judicial para fins de adoção. O salário-maternidade é pago pela Previdência Social durante o período em que a segurada está afastada do trabalho, garantindo estabilidade financeira nesse momento especial. Vale ressaltar que, para receber a primeira parcela da licença-maternidade, a segurada deve agendar um atendimento no INSS para dar entrada no benefício. Após a solicitação, o pagamento é liberado em até 45 dias corridos, proporcionando suporte financeiro durante a licença-maternidade.

  • O salário-maternidade é concedido a seguradas que tiveram um filho, adotaram uma criança ou obtiveram a guarda judicial para fins de adoção.
  • O benefício é pago pela Previdência Social durante o período em que a segurada está afastada do trabalho, garantindo estabilidade financeira nesse momento especial.
  • Para receber a primeira parcela da licença-maternidade, a segurada deve agendar um atendimento no INSS para dar entrada no benefício.
  • O pagamento do salário-maternidade é liberado em até 45 dias corridos após a solicitação, proporcionando suporte financeiro durante a licença-maternidade.
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Qual é o número de prestações recebidas durante o período de licença maternidade?

O salário-maternidade é um benefício pago às trabalhadoras durante o período de licença-maternidade, que pode durar até 120 dias. Esse benefício pode ser pago em parcelas mensais, e a quantidade de parcelas varia de acordo com a duração da licença. Por exemplo, se a licença-maternidade durar os 120 dias completos, a mulher receberá o salário em quatro parcelas mensais. No entanto, em casos específicos, a licença pode ser estendida, o que impactará o número de parcelas a serem pagas.

Durante o período de licença-maternidade, a trabalhadora tem direito a se ausentar do trabalho sem prejuízo de seu emprego e salário. Além disso, o salário-maternidade é um direito garantido por lei, visando assegurar que a mulher possa se dedicar ao cuidado do recém-nascido nos primeiros meses de vida. É importante ressaltar que o salário-maternidade é pago pela Previdência Social, e para ter direito a esse benefício, a trabalhadora precisa estar devidamente inscrita no regime da Previdência.

Para solicitar o salário-maternidade, a trabalhadora deve apresentar os documentos necessários, como atestado médico, certidão de nascimento da criança, entre outros, junto ao órgão responsável. Após a análise e aprovação do pedido, o benefício é concedido e pago em parcelas mensais, de acordo com a duração da licença. É fundamental que as trabalhadoras estejam cientes de seus direitos e saibam como proceder para garantir o recebimento do salário-maternidade, um benefício essencial para o período pós-parto.

**P.S.**: O auxílio maternidade pode ser solicitado tanto por mulheres empregadas, como por aquelas que contribuem para a Previdência Social como autônomas.

Estou esperando um bebê, tenho direito a algum auxílio do governo?

O auxílio para as mulheres grávidas terá duração de nove meses e contará a partir do momento em que o Sistema Único de Saúde (SUS) for informado da gestação. Este benefício visa proporcionar suporte financeiro e assistencial durante a gravidez, garantindo o acesso a cuidados médicos e recursos necessários para uma gestação saudável. Além disso, em caso de aborto, o benefício não será cancelado, de forma a auxiliar a mulher durante o processo de recuperação.

Durante a gestação, as mulheres podem contar com o acompanhamento médico e o suporte oferecido pelo SUS, que inclui consultas pré-natais, exames, vacinas e orientações para uma gravidez saudável. O auxílio também pode ser utilizado para aquisição de medicamentos e suplementos vitamínicos recomendados durante a gestação, assegurando o bem-estar da mãe e do bebê.

Além do suporte financeiro, as gestantes têm direito a licença-maternidade, que garante estabilidade no emprego e a possibilidade de se dedicar integralmente aos cuidados com o recém-nascido nos primeiros meses de vida. Esta medida visa promover o vínculo afetivo entre mãe e filho, além de proporcionar o tempo necessário para a recuperação pós-parto.

Para garantir a efetividade do auxílio, o SUS disponibiliza programas de acompanhamento pós-parto, que incluem orientações sobre amamentação, cuidados com o bebê e suporte psicológico para as mães. Essas iniciativas visam promover a saúde e o bem-estar da família, contribuindo para o desenvolvimento saudável da criança.

A tabela abaixo apresenta um resumo dos principais benefícios oferecidos pelo SUS às gestantes:

Tipo de Benefício Descrição
Auxílio para gestantes Suporte financeiro e assistencial durante a gravidez
Licença-maternidade Estabilidade no emprego e cuidados com o recém-nascido
Acompanhamento pós-parto Orientações e suporte para as mães após o parto

Em resumo, o auxílio para as mulheres grávidas oferecido pelo SUS visa garantir o acesso a cuidados médicos, suporte financeiro e assistência integral durante a gestação e no pós-parto, contribuindo para a saúde e o bem-estar da mãe e do bebê.

**O primeiro fato interessante:**

Quais são os requisitos para solicitar o benefício do salário-maternidade?

Se você precisa se afastar do trabalho 28 dias antes do parto, é necessário apresentar um atestado médico original específico para gestante. Este atestado deve ser emitido pelo médico responsável pelo acompanhamento da gravidez e deve indicar a necessidade de afastamento a partir da data especificada. Além disso, se o afastamento estiver relacionado a um processo de guarda para adoção, é preciso apresentar um Termo de Guarda que indique claramente que a guarda destina-se à adoção. Este documento é essencial para comprovar a situação e garantir os direitos da pessoa envolvida. Por fim, se o afastamento estiver relacionado a um processo de adoção, é necessário apresentar a nova certidão de nascimento expedida após a decisão judicial. Esta certidão atualizada é fundamental para formalizar a nova configuração familiar e garantir os direitos legais da criança adotada. É importante estar atento a todos os requisitos e prazos estabelecidos para garantir que o processo de afastamento seja realizado de acordo com as normas e procedimentos aplicáveis.

  • Atestado médico original específico para gestante
  • Termo de Guarda com a indicação de que a guarda destina-se à adoção
  • Nova certidão de nascimento expedida após a decisão judicial

O período de recebimento do auxílio maternidade pode variar de acordo com o tipo de parto e a situação da mãe, podendo ser estendido em casos de complicações médicas.

Quais são os beneficiários do auxílio-maternidade em 2023?

Qualificação para benefícios do INSS

Para ter direito a benefícios do INSS, como aposentadoria, auxílio-doença ou outros, a pessoa precisa atender a certos critérios. A qualificação para esses benefícios está relacionada ao status de emprego e contribuição para o INSS. As condições incluem:

  1. Estar trabalhando e contribuindo para o INSS: Para se qualificar, a pessoa deve estar empregada e contribuir regularmente para o INSS. Isso garante que ela esteja coberta pelos benefícios previdenciários quando necessário.
  2. Estar desempregada e em período de graça: Mesmo estando desempregada, a pessoa pode estar em um período de graça, o que significa que ela ainda mantém a qualidade de segurado, podendo ter acesso aos benefícios do INSS por um período determinado após a perda do emprego.
  3. Estar desempregada e recebendo algum benefício do INSS: Mesmo desempregada, a pessoa pode estar recebendo algum benefício do INSS, como auxílio-doença. Nesse caso, ela mantém a qualidade de segurado e continua tendo direito aos benefícios previdenciários.

Essas condições são essenciais para garantir que as pessoas estejam cobertas pelos benefícios do INSS, seja por meio do trabalho e contribuição regular, do período de graça após o desemprego ou do recebimento de benefícios previdenciários. É importante estar ciente desses requisitos para assegurar a proteção social oferecida pelo INSS.

**Lifehack:** Caso a empresa em que a mulher trabalha não realize o pagamento do auxílio maternidade, é possível recorrer à Justiça do Trabalho para garantir esse direito.

Qual é o local de recebimento do salário-maternidade?

O Salário-Maternidade é um benefício concedido pela Previdência Social à empregada doméstica durante o período de afastamento por motivo de parto, adoção ou guarda judicial para fins de adoção. Durante os 120 dias de afastamento, a remuneração correspondente ao último salário-de-contribuição da empregada será paga integralmente pela Previdência Social, sem qualquer ônus para o empregador. Este benefício visa assegurar a estabilidade financeira da empregada durante o período em que ela estiver impossibilitada de exercer suas atividades laborais.

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Durante o período de afastamento, a empregada doméstica continua tendo direito à contribuição previdenciária, que será recolhida pelo empregador. Além disso, é importante ressaltar que o Salário-Maternidade não interfere no contrato de trabalho, ou seja, a empregada terá garantia de emprego após o término do benefício, conforme estabelecido pela legislação trabalhista. Durante esse período, o empregador pode contratar uma substituta temporária, se assim desejar, mas não é obrigatório.

É fundamental que o empregador esteja ciente de suas responsabilidades em relação ao Salário-Maternidade, garantindo que a empregada receba o benefício ao qual tem direito. Além disso, é importante manter a regularidade das contribuições previdenciárias, evitando problemas futuros. A Previdência Social disponibiliza canais de atendimento para esclarecer dúvidas e orientar tanto empregadores quanto empregadas domésticas sobre o processo de solicitação e concessão do Salário-Maternidade, garantindo assim a segurança e proteção social para ambas as partes envolvidas.

Responsabilidade pelo pagamento do auxílio-maternidade – empresa ou INSS?

A remuneração é um aspecto fundamental para as trabalhadoras, sendo paga pelo empregador no caso de vínculo empregatício formal, como no caso de trabalhadoras com carteira assinada. Para as mulheres autônomas, trabalhadoras rurais, MEIs (microempreendedoras individuais) e desempregadas, a remuneração é provida pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Essa garantia de recebimento é essencial para assegurar a subsistência e o bem-estar das trabalhadoras em diferentes situações laborais.

Além disso, é importante destacar que a remuneração está atrelada aos direitos trabalhistas e previdenciários, garantindo que as trabalhadoras tenham acesso a benefícios como aposentadoria, licença-maternidade, auxílio-doença e outros auxílios previdenciários. Essa proteção social contribui para a segurança financeira e o amparo em momentos de necessidade, promovendo a equidade de gênero no mercado de trabalho.

No contexto das trabalhadoras autônomas e MEIs, a remuneração está diretamente relacionada à sua atuação profissional e à contribuição para o sistema previdenciário. Por meio do recolhimento das contribuições previdenciárias, essas mulheres garantem não apenas sua remuneração atual, mas também a construção de uma segurança financeira futura, assegurando sua proteção social e a de suas famílias.

Portanto, a remuneração das trabalhadoras, seja proveniente do empregador ou do INSS, representa um aspecto crucial para a garantia de direitos e a promoção da igualdade de gênero no mercado de trabalho. A valorização do trabalho feminino, aliada à proteção social e previdenciária, é essencial para o fortalecimento da autonomia e da dignidade das mulheres em diferentes contextos laborais.

Qual a disparidade entre salário-maternidade e auxílio-maternidade?

O Salário-Maternidade é um benefício previdenciário que tem como característica o seu custeio integral pelo empregador, sendo pago durante o período de afastamento da empregada que deu à luz, na mesma periodicidade do salário normal. Por outro lado, o Auxílio-Maternidade é um pagamento único realizado pela Previdência Social. Essas diferenças fundamentais entre os dois benefícios refletem a importância de compreender as nuances do sistema previdenciário e trabalhista.

O Salário-Maternidade, custeado pelo empregador, visa garantir a remuneração da empregada durante o período de afastamento em decorrência do parto, assegurando a estabilidade financeira da trabalhadora nesse momento especial. Por outro lado, o Auxílio-Maternidade, concedido pela Previdência Social, tem como objetivo amparar as mulheres que não possuem vínculo empregatício ou que são seguradas pelo INSS.

É importante ressaltar que o Salário-Maternidade é um direito garantido pela Constituição Federal e pela CLT, visando proteger a maternidade e a criança recém-nascida. Já o Auxílio-Maternidade é uma forma de assistência social, assegurando que todas as mulheres tenham acesso a um suporte financeiro durante o período de pós-parto. Ambos os benefícios são essenciais para promover a igualdade de gênero e a proteção da maternidade no contexto trabalhista e previdenciário.

Essas distinções entre o Salário-Maternidade e o Auxílio-Maternidade evidenciam a importância de compreender as nuances do sistema previdenciário e trabalhista, garantindo que as trabalhadoras tenham acesso aos benefícios de forma adequada e justa. Além disso, ressaltam a necessidade de políticas públicas que promovam a igualdade de gênero e a proteção da maternidade, assegurando que todas as mulheres tenham suporte financeiro durante o período de afastamento em decorrência do parto.

**P.S.**: Além disso, em casos de adoção, o auxílio maternidade pode ser concedido à mãe adotiva ou ao pai adotivo, desde que atendam aos requisitos estabelecidos pela legislação.

Quais são os elegíveis para desfrutar de 6 meses de licença maternidade?

A partir de agora, as trabalhadoras que tiverem filhos poderão desfrutar de até 8 meses de licença-maternidade, graças à publicação da Lei nº 14.457/2022 no Diário Oficial da União desta quinta-feira (22). Essa mudança nas regras trabalhistas representa um avanço significativo para a garantia dos direitos das mulheres no mercado de trabalho. Além disso, a extensão do período de licença-maternidade contribui para o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho nos primeiros meses de vida, promovendo um ambiente mais acolhedor e favorável ao desenvolvimento infantil.

Essa nova legislação também reflete um reconhecimento da importância do cuidado com a saúde física e emocional das mães, permitindo um tempo mais adequado para a recuperação pós-parto e adaptação à nova rotina com o bebê. Além disso, a ampliação da licença-maternidade pode impactar positivamente a igualdade de gênero no mercado de trabalho, ao possibilitar que as mulheres conciliem a maternidade com suas carreiras de forma mais equilibrada. Dessa forma, a medida contribui para a promoção de ambientes de trabalho mais inclusivos e igualitários.

A extensão da licença-maternidade para até 8 meses também representa um avanço na proteção dos direitos das crianças, garantindo um período mais longo de cuidados e atenção materna nos primeiros meses de vida. Além disso, essa medida pode influenciar positivamente a saúde e o desenvolvimento infantil, proporcionando um impacto duradouro no bem-estar das crianças. Por fim, a nova legislação pode servir de exemplo e incentivo para que outras nações adotem medidas semelhantes, promovendo uma mudança global em direção a políticas mais favoráveis à maternidade e à igualdade de gênero.

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Quais são os descontos permitidos no salário durante a licença-maternidade?

O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) é um desconto obrigatório que incide sobre o salário-maternidade. Além disso, o plano de saúde fornecido pela empresa contratante também está sujeito a esse desconto, caso seja um benefício oferecido. A contribuição sindical é outra dedução que pode ocorrer, desde que o funcionário não tenha manifestado oposição a essa contribuição. Por fim, o desconto do INSS também é aplicado, uma vez que o período de recebimento do salário-maternidade é computado para a aposentadoria.

Durante o período de salário-maternidade, a trabalhadora tem direito a receber o benefício previdenciário, que é pago pela Previdência Social. Esse período é considerado para o cálculo da aposentadoria, contribuindo para o tempo de serviço necessário para a concessão desse benefício. Além disso, a empresa pode oferecer um plano de saúde como parte dos benefícios aos seus funcionários, e o valor correspondente a esse benefício também é sujeito ao desconto do Imposto de Renda Retido na Fonte.

É importante ressaltar que a contribuição sindical, embora seja facultativa desde a reforma trabalhista de 2017, ainda pode ser descontada do salário do trabalhador caso ele não tenha manifestado oposição. Esse desconto é destinado ao sindicato representativo da categoria profissional do trabalhador e é uma forma de financiamento das atividades sindicais.

Portanto, ao receber o salário-maternidade, a trabalhadora deve estar ciente dos descontos que podem incidir sobre esse benefício, como o IRRF, o INSS e a contribuição sindical, caso aplicável. Esses descontos são parte do processo de regularização e contribuição para a previdência e demais obrigações legais.

Posso solicitar licença-maternidade se estiver grávida há 35 semanas?

Com base nas informações fornecidas, a licença maternidade pode começar a partir da 32ª semana de gestação. No entanto, se houver complicações ou intercorrências clínicas antes do oitavo mês de gestação, a licença proposta deve ser para tratamento de saúde, não sendo considerada licença gestante.

– A licença maternidade pode ser iniciada a partir da 32ª semana de gestação.
– Complicações ou intercorrências clínicas antes do oitavo mês de gestação requerem licença para tratamento de saúde, não licença gestante.

Essas diretrizes visam garantir que as gestantes recebam o suporte necessário, tanto em termos de cuidados médicos quanto de licença remunerada, quando a saúde da mãe ou do bebê estiver em risco. É importante que as empresas e profissionais de saúde estejam cientes dessas regras para garantir que as gestantes recebam o suporte adequado durante esse período crucial.

Como identificar se o pagamento do auxílio-maternidade já foi disponibilizado?

A consulta da situação do benefício na CAIXA pode ser realizada de forma rápida e conveniente. Para isso, basta entrar em contato com a central de atendimento da CAIXA ligando para o número 111 e selecionando a opção 7. Outra opção é ligar para o 0800 726 0207 e escolher a opção 7. Esses canais de atendimento estão disponíveis para fornecer informações sobre o benefício, esclarecer dúvidas e auxiliar os beneficiários. É importante ter em mãos os documentos necessários para facilitar o atendimento.

Ao entrar em contato com a central de atendimento da CAIXA, os beneficiários podem obter informações atualizadas sobre o status do seu benefício, como pagamentos realizados, datas de depósitos futuros e outras questões relacionadas. Através desses canais, é possível receber orientações claras e precisas, garantindo que os beneficiários estejam sempre cientes da situação do seu benefício. É importante estar atento às orientações fornecidas durante a ligação para garantir que todas as informações necessárias sejam obtidas com sucesso.

Além disso, a central de atendimento da CAIXA também pode fornecer orientações sobre os procedimentos necessários em caso de dúvidas, problemas ou necessidade de atualização de dados cadastrais. Os beneficiários podem contar com o suporte da CAIXA para garantir que recebam o benefício de forma correta e no prazo estabelecido. É fundamental estar atento aos prazos e procedimentos para garantir que o benefício seja recebido sem intercorrências.

Nota: Ao entrar em contato com a central de atendimento da CAIXA, é importante ter em mãos os documentos necessários, como número do benefício, CPF e demais informações que possam ser solicitadas durante a ligação. Isso facilitará o atendimento e garantirá que as informações sejam fornecidas de forma precisa e eficiente.

Como obter o benefício do salário-maternidade após a aprovação?

O salário maternidade para a(o) empregada(o), deve ser pago diretamente pela empresa. Para solicitar o benefício, siga os passos abaixo:

1. Acesse o Meu INSS e clique no botão ‘Novo Pedido’.
2. Digite ‘salário – maternidade urbano’ e siga as instruções para completar o pedido.

Após realizar o pedido, é importante acompanhar o processo e receber a resposta. Para isso, siga as instruções a seguir:

1. Acesse o Meu INSS novamente e clique no botão ‘Consultar Pedidos’.
2. Lá você poderá acompanhar o andamento do seu processo e receber a resposta sobre o benefício solicitado.

Lembre-se de que o salário maternidade é um direito da empregada gestante, e a empresa é responsável por efetuar o pagamento diretamente. Ao seguir os passos acima, você estará garantindo o acesso a esse benefício essencial durante o período de maternidade.

Qual é o número de prestações do salário-maternidade em 2023?

O salário-maternidade é um benefício devido às trabalhadoras que se encontram em licença-maternidade, geralmente durante 120 (cento e vinte) dias, o que equivale a 4 meses. Durante esse período, a segurada tem direito a receber o salário-maternidade, que pode ser pago de uma só vez ou em parcelas, de acordo com a legislação vigente.

Durante o período de 120 dias, a segurada tem direito a receber o salário-maternidade, que pode ser pago de uma só vez ou em parcelas, de acordo com a legislação vigente. O benefício é pago pela Previdência Social e tem como objetivo garantir a renda da trabalhadora durante o período em que ela está afastada do trabalho devido ao nascimento de um filho ou à adoção. O salário-maternidade é um direito garantido por lei e deve ser solicitado junto ao INSS, que irá analisar os documentos necessários para a concessão do benefício.

**O segundo fato interessante:**